Coronavirus - Topico Oficial
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Re: Coronavirus - Topico Oficial
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https://www.espn.com.br/futebol/artigo/ ... o-diz-site
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Tapirus terrestris
Re: Coronavirus - Topico Oficial
Agora segue publicação de vários cientistas brasileiros a favor da cloraquina (com nomes no final do texto)
https://www.gazetadopovo.com.br/vida-e- ... olitizada/
"Cientistas publicam segunda carta em defesa da hidroxicloroquina: “ciência está politizada”
"A “ciência” da Pandemia
Nessa pandemia, o termo “ciência” tem sido utilizado “ad nauseam”. Repetem a exaustão: “Ciência, ciência, ciência”, eu sou “pró-ciência”, e “por ela, nela e para ela” me guio e atuo. “Eu, portanto, estou certo, coberto de razão”. É nítida aqui a intenção de conduzir-nos todos à ideia de decisões alicerçadas em algo inquestionável e infalível, tão científico com uma lei, como a lei da gravidade.
Grupos de “experts da ciência” ou famosos cientistas do YouTube, muito deles “mirins”, alguns com mínima ou nenhuma experiência em combates de pandemias, são selecionados pelo establishment e pela mídia para dar um “verniz científico” para o isolamento social e a condenação da hidroxicloroquina (HCQ) como uma droga ineficaz; pior, mortal.
Simulações desastrosas apocalípticas do “Imperial College” – esse nome pomposo que nos remete à ideia de um centro de excelência e saber infalível, onipotente e inquestionável, um “Colégio Imperial” – são usadas para colocar todo mundo em casa, e para então comparar dados como sendo a referência absoluta da verdade. “Algo fizemos e por isso, esse tanto de óbitos reduzimos. Salve a “ciência”!
Mas que “ciência” seria essa para qual apelam? E quem, em nome dessa “ciência”, estaria autorizado a falar? Ciência (sei que há controvérsias, pois cientistas divergem até sobre o seu significado) é “a busca desapaixonada pela verdade sobre o Universo e a vida”. Mas por ironia, buscamos verdades que nem sequer sabemos como essas verdades seriam, ou onde estariam. Por isso, às vezes, por ironia, mesmo quando cientistas acham uma verdade de fato verdadeira, duvidam até de tê-la achado. Ziguezagamos literalmente no escuro em busca de soluções para os nossos problemas. Por isso, falamos às vezes que: “comer ovos é ruim, aumenta o colesterol; às vezes que é bom, coma à vontade”.
Richard Feymann assim a classificou: “A ciência é a cultura da dúvida”. E eu acrescento, “ciência é a cultura do embate, da divergência de opiniões”.
Raras são as situações em que alcançamos consenso em ciência, mesmo que provisório. Uns defendem o “Big Bang” e a evolução, outros os questionam, entre eles, eu. Uns com dados defendem o papel central do homem no aquecimento global, outros afirmam com os mesmos dados que é irrelevante. Cientistas são seres, portanto, céticos e questionadores que podem e devem sim falar por si, como cientistas que são, mas NUNCA UM CIENTISTA OU UM GRUPO DELES PODE SE DECLARAR AUTORIZADO A FALAR EM “NOME DA CIÊNCIA!”
Ninguém, absolutamente ninguém está autorizado a falar pela ciência ou declarar que por ela é “guiado”! Em tempos de pandemia, essa impossibilidade é maior ainda, pois enfrentamos um inimigo ainda pouco conhecido. Dados ainda estão sendo coletados, e as pesquisas são feitas por cientistas divididos por suas cosmovisões e preferências políticas e partidárias.
Quem disse que agiu em nome da ciência, desonestamente usurpou o prestígio dela. Pois que tipo de “ciência” foi essa, unânime e consensual, que dela ninguém nunca ouviu falar? Poderiam me passar seu endereço para com ela seu consentimento eu confirmar? Telefone, e-mail, WhatsApp?
Quanto à hidroxicloroquina (HCQ), o embate científico inevitável entre teses fica nítido quando cientistas renomados por todo o mundo e no Brasil, como o virologista Paolo Zanotto (com 7,4 mil citações científicas) e os médicos Didier Raoult (com 148 mil citações), Philip M. Carlucci e Vladimir Zelenko, defendem seu uso baseados em estudos e artigos, enquanto outros, também renomados e baseados nos mesmos e em outros estudos e artigos, a condenam. Inúmeros países como EUA, Espanha, França, Itália, Índia, Israel, Rússia e Senegal usam o fármaco no combate à covid-19, enquanto outros eximem-se em utilizá-lo como uma das estratégias para contenção da pandemia, apostando em táticas também controversas.
Quem fala então aqui em nome da “ciência”? Qual grupo tem o monopólio da razão e a autorização exclusiva de ser da “ciência” seu porta-voz? Cadê a autorização?
Escolha uma opinião, e baseie nela sua estratégia, tudo bem, mas não cometa o sacrilégio de proteger sua decisão e correr o risco de manchar com ela o “manto sagrado da ciência”.
Indignado, ouço todos os dias prefeitos e governadores afirmando, a plenos pulmões, que “seguem a ciência”. Presidentes de conselhos e alguns de seus conselheiros, e de academias, e reitores em seus gabinetes escrevem cartas em nome de toda a sua comunidade, como se fosse uma posição de todos, consensual. Nada mais falso.
Seguem a ciência? Seguem nada! Seguem a ala da ciência que gostam, e os cientistas que do seu lado eles escolheram colocar. Desprezam a outra ala da ciência, pois há também centenas de cientistas e artigos que se opõe às suas posições e medidas.
Pior, cientistas não são anjos. Cientista é gente, e gente tem gostos e desgostos, paixões e opiniões político-partidárias. Ou não teriam? Há muitos cientistas, portanto, que fazem o bem sem olhar para quem, conheço e admiro muitos. Mas há pseudocientistas que usam a ciência para defender sua opinião, seu bolso, ou sua paixão. Cientistas trabalharam e ainda trabalham com afinco e desprendimento para contribuir para o bem da humanidade, muitos dos quais estão hoje em laboratórios, arriscando suas vidas para desenvolver novos métodos de detecção do coronavírus, drogas e vacinas, quando poderiam ficar em casa. Mas, para ilustrar, conheço cientistas que publicaram artigos, uns até na “Science” ou na “Nature”, com dados fabricados de madrugada, outros que retiraram pontos de suas curvas, e outras estratégias afins. Muitos cientistas estavam ao lado de Hitler, ou não estavam? Agiram eles em nome da “ciência”? Outros desenvolveram bombas atômicas. Outros desenvolvem ainda hoje armas químicas e biológicas e drogas ilícitas, de design.
O trabalho de Manaus com a cloroquina (CQ) publicado no Journal of the American Medical Association (JAMA) (1) é emblemático nessa discussão de “ciência”. Cientistas lá usaram, o manuscrito revela, doses letais em pacientes debilitados, muitos em estados grave e com comorbidades. O perfil do grupo parece não ter sido “randomizado”, pois nota-se uma nítida “preferência” no grupo da ALTA DOSE por fatores de risco. Usou-se cloroquina, mais tóxica, e parece que cometeram “erros infantis” até em cálculos simples de estequiometria, dobrando com o erro a dosagem. Não sei julgar intenções, a justiça julgará. O ex-ministro Mandetta citava esse estudo, o apoiou, e com base nele declarava categoricamente: “Não aprovo a cloroquina pois me baseio em “ciência, ciência, ciência”!
Outro estudo publicado por pesquisadores chineses no British Medical Journal (BMJ) e que ainda é insistentemente usado contra a HCQ foi também no mínimo revoltante (2). Nele os autores declaram: “administramos 1.200 mg por 3 dias, seguido de 800 mg por 12 a 21 dias, em pacientes com sintomas de moderado a severo”. Ou seja, administraram um “caminhão” da droga que poderia chegar no final ao absurdo de 20 gramas, e deram tarde demais (deve-se administrar a HCQ nos primeiros sintomas ou até antes). E pior, superdosagem de HCQ ou qualquer outra droga para casos severos é venenoso. O que você achou, foi boa ciência? A dosagem recomendada desde ontem (20/05/2020), pelo Ministério da Saúde, para sintomas leves é de 2 vezes 400 mg no primeiro dia (de 12h em 12h) e 400 mg por 5 dias num total de 2,8 gramas.
Em outros estudos publicados, também nessas revistas de renome internacional como The New England Journal of Medicine, JAMA e BMJ (3-5), mais uma vez nota-se claramente “problemas”, pois ou os pacientes foram randomizados de maneira irregular, colocando-se nos grupos pacientes mais graves e hipoxêmicos, ou mais homens (quase 3 vezes mais mortais por covid que mulheres), ou mais negros (nos USA negros apresentam maior mortalidade) e mais fumantes, e onde a maioria das mortes ocorreu nos primeiros dias dos estudos (sinais que foram de pacientes graves, que nessa fase seriam mais “intoxicados” do que “tratados” com a HCQ), ou administraram a HCQ sozinha, quando se sabe que é preciso associá-la pelo menos à azitromicina. Um desses estudos (5) administrou a HCQ apenas no décimo sexto dia de sintomas (para tratamento realmente precoce, deve-se iniciar administração da HCQ até o quinto dia), ou seja, já no fim da doença, quando o remédio pouco ou nada pode fazer.
Esses trabalhos indicam que ou esqueceram como se faz “ciência” ou que há um enorme esforço para provar que a HCQ não funciona, custe o que custar. Como alguém ou até Conselhos e Academias de Medicina podem citar tais trabalhos como a “ciência” de suas decisões? Como?
Na contramão, o estudo publicado e hoje já com mais de 3 mil pacientes testados, e realizado pelo Dr. Didier Raoult na França (6), usando a dosagem correta e na hora certa, com uma baixíssima taxa de mortalidade (0.4%), e a experiência clínica da Prevent Senior no Brasil, também bastante alentadora, são desqualificados com argumentos deveras “fúteis” como: “Didier Raoult é um pesquisador polêmico e indigno de crédito”, “Na Prevent não tinham certeza do diagnóstico” (mas quase nenhum internado com sintomas claros de COVID morreu), “efeito placebo” (que poder sobrenatural da indução de nossa mente que reduz de 40% para zero a mortalidade, eu quero este placebo!), “estudo feito por plano de saúde” (esses eu não duvido que queiram salvar vidas, pois sobretudo são seus clientes, que pagam suas contas), e efemeridades afins.
Posto em meu Facebook, quase que diariamente, trabalhos, estudos e relatos incríveis a favor da HCQ. Muitos comigo se solidarizam, mas alguns são veemente contrários, e me confrontam com argumentos tipo: “como pode um cientista de seu gabarito perder seu prestígio para defender esse presidente?”. Alguns eu conheço pessoalmente, outros pesquiso em seus perfis. Pode existir, eu sei, mas não encontrei sequer um desses amigos até agora que não seja de esquerda, combata o atual presidente do Brasil e, via de regra, não seja favorável ao desastrado #FiqueEmCasa.
Mas a pergunta mais importante creio que seria esta: estamos absolutamente certos pela “ciência” que a HCQ é eficiente e salva vidas? Creio que não. A chance é alta, mas certo nenhum cientista está. Daqui há alguns anos, talvez. Estamos absolutamente certos hoje que a HCQ não salva? Claro que não, ninguém honestamente está. Quero, portanto, deixar a “ciência da dúvida” de lado, pois cientistas divergem, e apelar para outra área: o direito. Inclusive, remeteram a questão até para lá, para que juízes julguem com base na “ciência”. Basta saber quem por ela falará. Mas há, em Direito, um princípio, esse inquestionável e consensual, que deveria ser usado para definir o dilema:
“In dubio pro reo”. Ou seja, na dúvida, favorecimento ou absolvição do réu (no caso a HCQ).
Se há então dúvida, pela “ciência”, e uma possibilidade plausível é a cura, com a HCQ, e se a droga é barata, quase de graça, disponível e distribuída por vários laboratórios no Brasil (Cristália, Apsen, EMS, Forças Armadas, Sanofi-Aventis), e se ela apresenta efeitos colaterais mínimos em dosagem agudas de só 5 dias (muitos tomam a droga diariamente por anos), como todo o fármaco (vide a aspirina e o paracetamol), e se o réu corre ou pode correr maior risco de vida, se não medicado, então PRÓ-VIDA!
QUE TODOS, ABSOLUTAMENTE TODOS OS BRASILEIROS QUE ASSIM DESEJEM, TENHAM O DIREITO DE SER TRATADOS COM A HCQ.
Decisão jurídica justa. E ponto final.
Isso sim é ciência, não a “ciência” que eu gosto ou a que usurpam por aí, mas a “ciência” que temos aqui e agora, baseada nos fatos de hoje, na razão.
Por fim, lembremos todos que diante da uma doença nova e da sua progressão extremamente veloz nos mais debilitados com complicações gravíssimas, e de tantas incertezas no diagnóstico, e por tratarmos não papéis nem exames, mas PESSOAS, faz-se imperativo ao médico decidir no olho a olho com seus pacientes, invocando não a “ciência” de alguns, mas a bússola valorosa da medicina que salva vidas desde os primórdios da medicina: “A CLÍNICA É SOBERANA!”
Prof. Marcos N. Eberlin
Email: mneberlin@gmail.com
Amilcar Baiardi, Universidade Católica de Salvador – UCSAL, 2,5 mil citações
Bento João da Graça Azevedo Abreu, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 77 citações
Carlos Adriano Ferraz, Universidade Federal de Pelotas – UFPel, 8,7 mil citações
Donato Alexandre Gomes Aranda, Universidade Federal do Rio de Janeiro, 3,6 mil citações
Elvis S. Böes, Instituto Federal de Brasília, 686 citações
Esteban Lopez Moreno, Universidade Federal do Rio de Janeiro, 302 citações
Heloísa Candia Hollnagel, Universidade Federal de São Paulo
Jaime Henrique Amorim, Universidade Federal do Oeste da Bahia, 407 citações
José Roberto Gomes Rodrigues, Universidade do Estado da Bahia
Kin Shung Hwang, sem afiliação
Laércio Fidelis Dias, Universidade Estadual Paulista 288 – UNESP, 125 citações
Leonardo Vizeu Figueiredo, Universidade Federal Fluminense – UFF, 280 citações
Luciano Dias Azevedo, Notredame Intermedica, médico, CRM 104.119 SP
Marcelo Henrique Napimoga, sem afiliação, 3,8 mil citações
Marcelo Hermes Lima, Universidade de Brasília, 6,3 mil citações
Marcos N. Eberlin, Universidade Presbiteriana Mackenzie, 25,2 mil citações
Ney Rômulo de Oliveira Paula, Universidade Federal do Piauí, 150 citações
Pablo Christiano Barboza Lollo, Universidade Federal da Grande Dourados, 1,1 mil citações
Pedro Jorge Zany P. M. Caldeira, Universidade Federal do Triângulo Mineiro, 65 citações
Paulo Roberto Ferreira Louzada Junior, Universidade Federal do Rio de Janeiro, 3,1 mil citações
Peterson Dayan Machado Goncalves, Instituto de Educação Superior de Brasília
Rafael Jose de Menezes, Universidade Católica de Pernambuco
Rodrigo Caiado de Lamare, PUC-RJ e University of York, 11,5 mil citações
Rosivaldo dos Santos Borges, Universidade Federal do Pará, 761 citações
Rui Seabra Ferreira Junior, Universidade Estadual Paulista – UNESP, 1,3 mil citações"
Leia mais em: https://www.gazetadopovo.com.br/vida-e- ... olitizada/
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Re: Coronavirus - Topico Oficial
Cara, sem querer ofender ou desmerecer a boa intenção do seu post, não é questão de politização ou não, só tô trazendo evidências publicadas em revistas de renome que mostram a ineficácia da cloroquina neste cenário.Zero escreveu: ↑25 Mai 2020 11:14Agora segue publicação de vários cientistas brasileiros a favor da cloraquina (com nomes no final do texto)
https://www.gazetadopovo.com.br/vida-e- ... olitizada/
"Cientistas publicam segunda carta em defesa da hidroxicloroquina: “ciência está politizada”
Dá uma olhada nas controvérsias do Didier Raoult - https://en.wikipedia.org/wiki/Didier_Raoult
Re: Coronavirus - Topico Oficial
Peixola escreveu: ↑25 Mai 2020 11:37Cara, sem querer ofender ou desmerecer a boa intenção do seu post, não é questão de politização ou não, só tô trazendo evidências publicadas em revistas de renome que mostram a ineficácia da cloroquina neste cenário.
Dá uma olhada nas controvérsias do Didier Raoult - https://en.wikipedia.org/wiki/Didier_Raoult
Agora mande um link que desabone estes cientistas:
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Re: Coronavirus - Topico Oficial
Ok velho, essa discussão não faz nenhum sentidoZero escreveu: ↑25 Mai 2020 11:43Agora mande um link que desabone estes cientistas:
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Lex Babyface
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Re: Coronavirus - Topico Oficial
Sobre alguns argumentos do Levitt: Ele fala que o lockdown não funcionou pq NY, Itália e França tiveram números parecidos de achatamento da curva tendo níveis diferentes de Lockdown... o que segundo ele demonstraria que o lockdown não fez diferença. Não citou porém que Coreia, Nova Zelândia, Alemanha e alguns outros que conseguiram fazer o isolamento a contento e antes de deixar espalhar conseguiram conter muito bem a doença.
Além disso, a taxa de contágio desses países teve queda sensível após a adoção de medidas de isolamento... se fosse o caso de não ter efeito, todos os países teriam tido problemas proporcionalmente semelhantes, não foi o caso... quem demorou mais pra adotar tais medidas demorou muito mais pra conseguir diminuir as mortes, o que é absolutamente condizente com a forma de replicação da doença.
Diante deste cenário e conhecendo o modus operandi do vírus é bem razoável estimar que se tais países tivessem simplesmente ignorado o problema o número de mortos seria multiplicado algumas vezes. Na verdade é uma questão tão evidente que alguns personagens do mundo acadêmico parecem estar sendo bem incentivados a apresentar alguns argumentos contrários, ainda que notadamente absurdos.
Além disso, a taxa de contágio desses países teve queda sensível após a adoção de medidas de isolamento... se fosse o caso de não ter efeito, todos os países teriam tido problemas proporcionalmente semelhantes, não foi o caso... quem demorou mais pra adotar tais medidas demorou muito mais pra conseguir diminuir as mortes, o que é absolutamente condizente com a forma de replicação da doença.
Diante deste cenário e conhecendo o modus operandi do vírus é bem razoável estimar que se tais países tivessem simplesmente ignorado o problema o número de mortos seria multiplicado algumas vezes. Na verdade é uma questão tão evidente que alguns personagens do mundo acadêmico parecem estar sendo bem incentivados a apresentar alguns argumentos contrários, ainda que notadamente absurdos.

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Lex Babyface
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Re: Coronavirus - Topico Oficial
Depois que conseguiram politizar até o formato do planeta, nada mais me surpreende... a verdade não tem mais importância alguma nos dias atuais.

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Tico_Bahiano
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Re: Coronavirus - Topico Oficial
Dossiê cloroquina: fake news, arritmia e nenhuma evidência de benefício contra Covid-19
https://g1.globo.com/fantastico/noticia ... LDCTCSNN5I
https://g1.globo.com/fantastico/noticia ... LDCTCSNN5I
[quote=Shin post_id=1786949 time=1617017667 user_id=1029]
Votei gostoso 17. Votei e não me arrependo
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Votei gostoso 17. Votei e não me arrependo
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Tico_Bahiano
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Re: Coronavirus - Topico Oficial
Eu vi muita gente aqui falando que os médicos eram criminosos por ter dado a dose alta de cloroquina, nesse vídeo o médico que fez o estudo explica o que foi feito. Fake news é um cancer.
[quote=Shin post_id=1786949 time=1617017667 user_id=1029]
Votei gostoso 17. Votei e não me arrependo
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Re: Coronavirus - Topico Oficial
Lex Babyface escreveu: ↑25 Mai 2020 12:00Depois que conseguiram politizar até o formato do planeta, nada mais me surpreende... a verdade não tem mais importância alguma nos dias atuais.
Team Cara de Sapato 
Re: Coronavirus - Topico Oficial
Você pode notar que quem é a favor da HCQ, normalmente é contra as medidas de isolamento e Lockdown. O Lockdown foi efetivo e isso é trivial, não cabe discussão nesse ponto, o que podemos discutir academicamente é alguma alternativa como Havard fez com o isolamento intermitente, ou até o próprio aperfeiçoamento das medidas com níveis ou escalas de isolamento já que os vírus podem ter dinâmicas de contágio diferentes e necessitem de cuidados distintos, mas essa discussão é algo que só pode acontecer depois de um profundo conhecimento sobre o que estamos enfrentando.Lex Babyface escreveu: ↑25 Mai 2020 12:00Depois que conseguiram politizar até o formato do planeta, nada mais me surpreende... a verdade não tem mais importância alguma nos dias atuais.
As pessoas querem ouvir o que lhe agradam e buscam isso dentro da ciência, só que ela não funciona dessa maneira. O exemplo do modelo do Samy Dana reflete bem isso, ele aparentemente entrou apenas para dar mídia ao modelo por conta de ser um cara conhecido. Só que aparentemente para agradar quem o segue, escolheram premissas absolutamente erradas no primeiro modelo, IFR de 0,05% quando NY de forma direta já demonstrava que era bem maior, levaram em consideração BCG por exemplo quando já tinham estudos argumentando contra, o médico meio brilhoso do estudo achava que já tinham milhões de imunizados em SP e que a imunização de rebanho aconteceria logo. O resumo disso foi que o estudo que foi feito para prever a tendência errou o pico na primeira versão, errou o pico na segunda versão, agora tá errando a tendência e ele já mudou para média aritmética. Se você entrar no Twitter do Samy vai ler coisas "o modelo continua acertando", se entrar no do médico vai ver ele encarando um monte de estudo especulativo como se fossem verdade em posts intermináveis.
A realidade não tem orientação política e ela tá batendo o todo tempo na cara de quem a nega.
Oremos por Bolsonaro
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LeoMatosJJ
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Re: Coronavirus - Topico Oficial
Futebol é o ultimate pão e circo feijoada no Brasil. Óbvio que vai voltar.
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Atenagoras
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Re: Coronavirus - Topico Oficial
Eu não diria que não se sabe nada. Na medida em que vários países já sofreram com a doença, inclusive países que possuem maior confiabilidade em seus dados, já temos algum conhecimento para tomar certas decisões. Contudo, numa epidemia, as pessoas querem respostas para ontem, e o processo científico é mais lento. A ciência trabalha com dados, e nosso nível de certeza aumenta na medida em que mais dados estão disponíveis. Vai levar algum tempo para algumas perguntas serem respondidas satisfatoriamente. O que se pode fazer é decidir c base na melhor evidência disponível hoje.KRATOSCS 85 escreveu: ↑25 Mai 2020 13:16Muita gente dando pitacos quando a verdade é que ninguém sabe de porra nenhuma.
- MãoDeMacaco
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Re: Coronavirus - Topico Oficial
Acho que na Alemanha o futebol voltou com a restrição de que não poderia comemorar se abraçando, ai o Falcão Garcia twittou o óbvio, de que não faz o menor sentido essa restrição, dado que durante um escanteio, por exemplo, fica todo mundo se trombando dentro da área.LeoMatosJJ escreveu: ↑25 Mai 2020 13:45Futebol é o ultimate pão e circo feijoada no Brasil. Óbvio que vai voltar.
Re: Coronavirus - Topico Oficial
Eu acredito mesmo que isso é só pra dar exemplo, não é possível que se trate de qualquer medida de precaução.MãoDeMacaco escreveu: ↑25 Mai 2020 13:59Acho que na Alemanha o futebol voltou com a restrição de que não poderia comemorar se abraçando, ai o Falcão Garcia twittou o óbvio, de que não faz o menor sentido essa restrição, dado que durante um escanteio, por exemplo, fica todo mundo se trombando dentro da área.
Seria o cúmulo da falta de nexo.
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