Não entendi a parte de sacrificar uma geração.Paulo J. escreveu: ↑07 Jul 2017 04:02Mas isso tem que ser feito lá no começo e não no final. É como pegar essa corrida e tentar parar a Ferrari e deixar o Fusca passar já na linha de chegada para fazer "justiça social". Isso é basicamente Socialismo, forçar todos a terem Fuscas(obvio que os planificadores estatais terão Ferraris para seus filhos) passando por cima das diferenças e escolhas do individuo. Se o cara deu sorte de nascer em uma família com mais estrutura e fez a sua obrigação de aproveitar esse privilégio, o erro não é dele e nem da sua família, errado é quem não tendo condição alguma para isso, começa uma família e joga para o Estado toda a responsabilidade de tirar a diferença. A solução é fazer como nos países asiáticos como o Japão e a Coréia e pegar pesado na educação, lá no começo. Mas o brasileiro aceita isso? Tá pronto para sacrificar uma geração em prol do estudo da seguinte? De esquecer as mundiçarias de sempre(futebol, carnaval, festas, praias, etc.) e investir no estudo dos filhos? Esse é o problema.
Na teoria, perfeito; na prática, c sabe q isso nunca vai ocorrer pq atestaria contra o programa. Além disso, estamos num momento em que a filosofia educacional caminha a passos largos para um modelo sem reprovação, é uma questão de tempo até que isso se oficialize no ensino superior.Hans de Sulivan escreveu: ↑07 Jul 2017 06:383- como a universidade é PÚBLICA, nada mais justo do que incluir os demais segmentos da sociedade nos seus quadros. Não se adaptou, reprova o cara, cria programas de acompanhamento. O cara que realmente quer conserta a casa em papo de um ou dois anos. E azar.
https://oglobo.globo.com/sociedade/educ ... ao-3005014



