
(Modelo posa com móveis em aço inox na praia para divulgar a resistência da marca)
Entendam a história:
1- Um dos designers da empresa fez um comentário ridículo numa página, dizendo que os projetistas homens eram melhores.
2- Algumas mulheres ao invés de atacarem o idiota, foram atacar a empresa Alezzia, que não tinha nada haver com isso. A empresa paga impostos, gera emprego e é gerida por uma MULHER, mas nada disso sensibilizou as histéricas.
3- Na página da empresa as feministas viram que eles usavam uma mulher para promover a marca. Logo um tropa de feminazis saídas do inferno começaram a atacar a empresa por explorar a imagem feminina, e baixaram a qualificação da página para 1,5 Estrelas!
4- Em seguida os seguidores da marca avisaram que a modelo era A DONA DA LOJA kkkkkk, a senhorita Alezzia, empresária de 30 anos e formada em Educação Física. Mas isso piorou os ataques, pois a mulher pode ser o que ela quiser, exceto bela, recata e do lar, ou bonita, sarada e empresária.
5- A loja Alezzia lançou então um desafio social, se a página voltasse as 4,5 estrelas até 31 de janeiro eles doarão uma cadeira de banho de 22 mil para a AACD, que cuida de crianças deficientes. Mas se não atingirem a meta eles darão um cupom de 10.000 reais para a líder feminista que coordenou os ataques - e, como era de se esperar, as feministas estão lutando pras estrelas caírem, mas as páginas de direita se uniram e já subiram a qualificação da empresa de 1,5 pra 2,5!
6- Não satisfeitas com a derrota eminente, veio o ato mais COVARDE das feministas, elas estão pressionando a AACD para NÃO receberem a doação da Alezzia! Estão escrevendo na página da instituição que eles perderão a moral se aceitarem dinheiro "sujo". Sujo? PQP!
7- Eu fiz minha parte e dei 5 Estrelas pra ALezzia. E ainda escrevi um depoimento na página de AACD pedindo que eles aceitem a doação, pois as feministas não querem que eles recebam mas também não ajudam.
NOTÍCIA:
Após atacarem loja sem sucesso, feministas atacam AACD para que não receba doação

A militância justiceira social feminista nas redes sociais conseguiu ser ainda mais baixa. Depois de tentar sabotar a loja de móveis em aço inox Alezzia sem sucesso – o ataque acabou gerando um amplo marketing da marca pelas redes sociais – as feministas estão tentando pressionar a AACD a não aceitar a doação entre R$ 5 mil e R$ 22 mil que a loja fará para a instituição caso a empresa vença o desafio que fez em sua página. Segundo as mensagens postadas na página da AACD, a instituição tem por obrigação não aceitar o “dinheiro sujo” da empresa. Até mesmo a seriedade da instituição é questionada.
A AACD – Associação de Assistência à Criança Deficiente – foi fundada em 1950 pelo médico Ricardo da Costa Bomfim para ajudar crianças vítimas de paralisia infantil. Hoje, o objetivo da instituição foi ampliado e há a prestação de todo tipo de assistência necessária a pessoas com necessidades especiais. Boa parte da renda da instituição vem de doações realizadas, as quais caíram 30% esse ano em decorrência da crise econômica que o país enfrenta.
Em resposta à campanha feminista, a AACD informou que “lamenta que o nome da instituição, que há 66 anos realiza um trabalho sério em prol das pessoas com deficiência física, esteja envolvido nesta polêmica. Estamos apurando o caso e agradecemos as manifestações dos nossos seguidores”.
Com a campanha que pressiona a AACD a não receber a doação da Alezzia, o movimento feminista mais uma vez mostra que sua única preocupação é impor sua pauta sobre os demais, mesmo que isso prejudique diretamente outros indivíduos, incluindo mulheres.
http://www.ilisp.org/noticias/apos-atac ... ba-doacao/






