São Paulo Futebol Clube
Re: São Paulo Futebol Clube
Na atual temporada, é o vice-artilheiro, com 11 gols, ao lado de Michel Bastos. O principal goleador é Pato, que balançou as redes adversárias em 26 ocasiões.
caralho que diferença
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Re: São Paulo Futebol Clube
no campeonato brasileiro ele tem 5 gols, pato tem 10 e michel 6
eu queria saber quantos jogos o sao paulo fez esse ano e quantas ele jogou. pq teve muito jogo q ele perdeu por cartao e contusao
enfim, nao fara falta alguma
eu queria saber quantos jogos o sao paulo fez esse ano e quantas ele jogou. pq teve muito jogo q ele perdeu por cartao e contusao
enfim, nao fara falta alguma
Re: São Paulo Futebol Clube
Análise: Lugano pode devolver ao São Paulo valores de um time vencedor
Todos os argumentos contra o retorno de Diego Lugano ao São Paulo soam válidos, aceitáveis, alguns bastante pertinentes. Trata-se de um jogador de 35 anos cujo auge ficou para trás, e de um baixo número de atuações nos últimos 18 meses. Não se pode condenar a diretoria por não tê-lo contratado nas oportunidades que teve, desde o ano retrasado. Mas...
Sempre há um "mas", e nesse caso há vários. Eu, se fosse um dos responsáveis pelo futebol do São Paulo, o presidente, o vice, o executivo ou o diretor, contrataria Lugano.
Se na sua casa falta uma lâmpada, você compra a lâmpada. Se falta uma cadeira na sala, é preciso ir à loja de móveis. Se o problema for abstrato e faltar amor, união, amizade, a solução não é tão simples. No time do São Paulo faltam valores que não se encontram na prateleira.
Valores, no esporte, são peculiares. São valorosos os atletas e equipes que mantêm acesa a luz da competição até a última gota de suor, e a consciência de que são responsáveis pela alegria ou tristeza de milhões de pessoas. Ou que não colocam seus interesses e caprichos pessoais acima do objetivo coletivo, do desejo de todos, do sucesso do clube e do amor dos torcedores.
Na tentativa de reconstituir sua imagem após escândalos, tapas e beijos de seus dirigentes, o São Paulo também precisa reaver os sentimentos que deseja passar com sua equipe de futebol. A torcida está machucada. Nos últimos sete anos, apenas um título. O Corinthians, multicampeão no período, é campeão brasileiro de novo, e Santos e Palmeiras estão na final da Copa do Brasil.
Mais do que resultados, o são-paulino quer voltar a sentir orgulho de seu time e prazer de ir ao Morumbi. Hoje, há uma distância entre gramado e arquibancadas muito maior do que a pista de atletismo do estádio. São pessoas que habitam o mesmo ambiente, mas não conversam. Não se falam. Não se entendem. Os problemas dessa casa Lugano pode resolver muito bem.
O uruguaio chegou em 2003 ao São Paulo e mal sabia dominar uma bola. À noite, no escuro, tabelava com os muros do CT para se desfazer do rótulo de "jogador do presidente".
Quando o Tricolor foi eliminado pelo River Plate, na semifinal da Sul-Americana daquele ano, Lugano foi um dos que perderam pênaltis na disputa. Ele descia a escada rumo ao vestiário, mas desistiu no meio do caminho e voltou a campo para retribuir os aplausos da torcida. Criou-se ali uma relação de respeito e cumplicidade que conduziu os títulos dos anos seguintes.
O zagueiro tem alma peculiar. Não gostava de trocar camisas, não admitia sorrisos depois de derrotas e jamais cobrou um companheiro dentro de campo, na vista das câmeras e dos olhares dos torcedores, para não jogá-lo a uma exposição pública. Mas, no vestiário, olho no olho, exigia de cada um os tais valores que carrega desde que era garoto na pacata cidade uruguaia de Canelones. E valores de vida são pilares de qualquer construção.
Nos últimos anos, o São Paulo optou por jogadores popstars. Bons meninos, longe de serem vilões, mas incapazes de assimilar tais valores que podem transformar uma equipe talentosa em vencedora. Se quiserem montar um DVD desse período de lances plásticos, gols bonitos e passes geniais, faltará espaço no disco. Mas se procurarem por vitórias épicas ou classificações heroicas, não haverá material suficiente para um Show do Intervalo.
O São Paulo é o time dos jogos fáceis. Nesses, seus talentosos astros do Instagram deitam e rolam. Mas não é o time que corre, sua e se suja mais do que está acostumado para conseguir vencer uma partida mais difícil, um adversário mais guerreiro.
"E o futebol?", hão de perguntar. Criaram-se alguns mitos em relação a Lugano – sem trocadilhos com o grandiosíssimo Rogério Ceni, símbolo da competitividade que vai se aposentar e deixar aberta uma lacuna insubstituível na referência para os torcedores. Um deles diz que o uruguaio só pode jogar no 3-5-2, quando, na verdade, ele só atuou nesse sistema no São Paulo. Outro garante que Lugano é um jogador apenas regular, superestimado pela idolatria tricolor. Bobagem.
Desde que ele deixou o país, em 2006, o São Paulo só teve um zagueiro superior: o craque Miranda. Breno, um fenômeno, jogou pouquíssimo tempo. Houve alguns similares e muitos bem piores que Lugano, capitão numa Copa do Mundo em que o Uruguai chegou à semifinal e na conquista da Copa América na Argentina, com direito a eliminar o anfitrião Messi e companhia.
É fato que sua característica não se encaixa no ideal de futebol que a diretoria vislumbra: defensores velozes, que iniciem a armação das jogadas, consigam pressionar o adversário numa linha adiantada, tenham certa habilidade com a bola nos pés.
Mas, sem dinheiro para montar o grupo que considera ideal, com espaço para zagueiros piores tecnicamente e sem nenhuma chance de criarem a história que Lugano construiu no futebol, carente de autoestima dentro e fora do campo e reincidente num modelo de contratações que enchia o estádio na apresentação dos reforços, e depois não mais, o São Paulo pode fortalecer o amor do jogador pelo clube, da torcida pelo jogador. O amor, dizem, costuma vencer.
http://globoesporte.globo.com/futebol/t ... cedor.html" onclick="window.open(this.href);return false;
Todos os argumentos contra o retorno de Diego Lugano ao São Paulo soam válidos, aceitáveis, alguns bastante pertinentes. Trata-se de um jogador de 35 anos cujo auge ficou para trás, e de um baixo número de atuações nos últimos 18 meses. Não se pode condenar a diretoria por não tê-lo contratado nas oportunidades que teve, desde o ano retrasado. Mas...
Sempre há um "mas", e nesse caso há vários. Eu, se fosse um dos responsáveis pelo futebol do São Paulo, o presidente, o vice, o executivo ou o diretor, contrataria Lugano.
Se na sua casa falta uma lâmpada, você compra a lâmpada. Se falta uma cadeira na sala, é preciso ir à loja de móveis. Se o problema for abstrato e faltar amor, união, amizade, a solução não é tão simples. No time do São Paulo faltam valores que não se encontram na prateleira.
Valores, no esporte, são peculiares. São valorosos os atletas e equipes que mantêm acesa a luz da competição até a última gota de suor, e a consciência de que são responsáveis pela alegria ou tristeza de milhões de pessoas. Ou que não colocam seus interesses e caprichos pessoais acima do objetivo coletivo, do desejo de todos, do sucesso do clube e do amor dos torcedores.
Na tentativa de reconstituir sua imagem após escândalos, tapas e beijos de seus dirigentes, o São Paulo também precisa reaver os sentimentos que deseja passar com sua equipe de futebol. A torcida está machucada. Nos últimos sete anos, apenas um título. O Corinthians, multicampeão no período, é campeão brasileiro de novo, e Santos e Palmeiras estão na final da Copa do Brasil.
Mais do que resultados, o são-paulino quer voltar a sentir orgulho de seu time e prazer de ir ao Morumbi. Hoje, há uma distância entre gramado e arquibancadas muito maior do que a pista de atletismo do estádio. São pessoas que habitam o mesmo ambiente, mas não conversam. Não se falam. Não se entendem. Os problemas dessa casa Lugano pode resolver muito bem.
O uruguaio chegou em 2003 ao São Paulo e mal sabia dominar uma bola. À noite, no escuro, tabelava com os muros do CT para se desfazer do rótulo de "jogador do presidente".
Quando o Tricolor foi eliminado pelo River Plate, na semifinal da Sul-Americana daquele ano, Lugano foi um dos que perderam pênaltis na disputa. Ele descia a escada rumo ao vestiário, mas desistiu no meio do caminho e voltou a campo para retribuir os aplausos da torcida. Criou-se ali uma relação de respeito e cumplicidade que conduziu os títulos dos anos seguintes.
O zagueiro tem alma peculiar. Não gostava de trocar camisas, não admitia sorrisos depois de derrotas e jamais cobrou um companheiro dentro de campo, na vista das câmeras e dos olhares dos torcedores, para não jogá-lo a uma exposição pública. Mas, no vestiário, olho no olho, exigia de cada um os tais valores que carrega desde que era garoto na pacata cidade uruguaia de Canelones. E valores de vida são pilares de qualquer construção.
Nos últimos anos, o São Paulo optou por jogadores popstars. Bons meninos, longe de serem vilões, mas incapazes de assimilar tais valores que podem transformar uma equipe talentosa em vencedora. Se quiserem montar um DVD desse período de lances plásticos, gols bonitos e passes geniais, faltará espaço no disco. Mas se procurarem por vitórias épicas ou classificações heroicas, não haverá material suficiente para um Show do Intervalo.
O São Paulo é o time dos jogos fáceis. Nesses, seus talentosos astros do Instagram deitam e rolam. Mas não é o time que corre, sua e se suja mais do que está acostumado para conseguir vencer uma partida mais difícil, um adversário mais guerreiro.
"E o futebol?", hão de perguntar. Criaram-se alguns mitos em relação a Lugano – sem trocadilhos com o grandiosíssimo Rogério Ceni, símbolo da competitividade que vai se aposentar e deixar aberta uma lacuna insubstituível na referência para os torcedores. Um deles diz que o uruguaio só pode jogar no 3-5-2, quando, na verdade, ele só atuou nesse sistema no São Paulo. Outro garante que Lugano é um jogador apenas regular, superestimado pela idolatria tricolor. Bobagem.
Desde que ele deixou o país, em 2006, o São Paulo só teve um zagueiro superior: o craque Miranda. Breno, um fenômeno, jogou pouquíssimo tempo. Houve alguns similares e muitos bem piores que Lugano, capitão numa Copa do Mundo em que o Uruguai chegou à semifinal e na conquista da Copa América na Argentina, com direito a eliminar o anfitrião Messi e companhia.
É fato que sua característica não se encaixa no ideal de futebol que a diretoria vislumbra: defensores velozes, que iniciem a armação das jogadas, consigam pressionar o adversário numa linha adiantada, tenham certa habilidade com a bola nos pés.
Mas, sem dinheiro para montar o grupo que considera ideal, com espaço para zagueiros piores tecnicamente e sem nenhuma chance de criarem a história que Lugano construiu no futebol, carente de autoestima dentro e fora do campo e reincidente num modelo de contratações que enchia o estádio na apresentação dos reforços, e depois não mais, o São Paulo pode fortalecer o amor do jogador pelo clube, da torcida pelo jogador. O amor, dizem, costuma vencer.
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Re: São Paulo Futebol Clube
Muito bom o texto.
- Templo Jiu Jitsu
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Re: São Paulo Futebol Clube
Muito bom o texto, mas com todo o respeito o Lugano de hj vai tomar muito drible da molecada do Santos e outras equipes, vai passar vergonha. São Paulo tem que eliminar essas mumias e não trazer outra de volta!
Re: São Paulo Futebol Clube
O Lugano até 1 ano atrás era capitão do Uruguai na copa.Templo Jiu Jitsu escreveu:Muito bom o texto, mas com todo o respeito o Lugano de hj vai tomar muito drible da molecada do Santos e outras equipes, vai passar vergonha. São Paulo tem que eliminar essas mumias e não trazer outra de volta!
- kyo_spirit
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Re: São Paulo Futebol Clube
Como corintiano, torço muito pra q o sp traga o Lugano p 2016
Não existe trabalho ruim, o ruim é ter que trabalhar (Seu Madruga).
Re: São Paulo Futebol Clube
eu acho valida a vinda do lugano se ele vier recebendo um salario q nao pese no orçamento do clube e tb apenas para fazer parte do elenco
o grande problema de luis fabiano e rogerio ceni é q recebem um salario altissimo, produzem pouco e sao titulares absolutos
o lugano para reserva e oq ele representa eu acho uma boa
o grande problema de luis fabiano e rogerio ceni é q recebem um salario altissimo, produzem pouco e sao titulares absolutos
o lugano para reserva e oq ele representa eu acho uma boa
- kyo_spirit
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Re: São Paulo Futebol Clube
Ma pelo q vcs falam ele tinha que ser contratado então pra dar palestras motivacionais e não como jogador
Não existe trabalho ruim, o ruim é ter que trabalhar (Seu Madruga).
Re: São Paulo Futebol Clube
reserva do lucão, luiz eduardo e lyanco?aquatico escreveu:eu acho valida a vinda do lugano se ele vier recebendo um salario q nao pese no orçamento do clube e tb apenas para fazer parte do elenco
o grande problema de luis fabiano e rogerio ceni é q recebem um salario altissimo, produzem pouco e sao titulares absolutos
o lugano para reserva e oq ele representa eu acho uma boa
se for assim precisa nem trazer, humilhação maior não tem
Re: São Paulo Futebol Clube
nao
ele vai jogar de vez em quando
ao contrario de luis fabiano e rogerio ceni, ele nao tera titularidade garantida
ele vai jogar de vez em quando
ao contrario de luis fabiano e rogerio ceni, ele nao tera titularidade garantida
Re: São Paulo Futebol Clube
O Casemiro foi fritado porque era vagabundo e se perdeu nas baladas. Foi bem justo.
- Jase Robertson
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Re: São Paulo Futebol Clube
#renovamito
#vemlugano
#vemlugano
Re: São Paulo Futebol Clube
tb acho
casemiro no meio da temporada tava com uns 10 kilos acima do peso
foi necessario vender
e foi bom pra ele tb q se tornou um cara mais responsavel
Diretor garante: Michel Bastos seguirá no São Paulo na próxima temporada
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casemiro no meio da temporada tava com uns 10 kilos acima do peso
foi necessario vender
e foi bom pra ele tb q se tornou um cara mais responsavel
Diretor garante: Michel Bastos seguirá no São Paulo na próxima temporada
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- ViolentFunky
- Aprendiz

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Re: São Paulo Futebol Clube
Respeitar a história do velho Lug é o mais inteligente de se fazer. Ele não tem condições mais de atuar em grande nível..infelizmente.
Adoraria ter ele como um coodernador,auxiliar algo assim pra passar seu brio aos demais.Pegar no infeliz q faz corpo mole no colarinho e da um gelo..mas como jogador,talvez corra o risco de afetar sua imagem e ele não é besta,ele sabe disso.
---
A fox sports,consegue ser pior q qualquer emissora esportiva até da band. Estão afirmando Falcão,Diego Souza e Marlone no SP ano q vem..rsss
Adoraria ter ele como um coodernador,auxiliar algo assim pra passar seu brio aos demais.Pegar no infeliz q faz corpo mole no colarinho e da um gelo..mas como jogador,talvez corra o risco de afetar sua imagem e ele não é besta,ele sabe disso.
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A fox sports,consegue ser pior q qualquer emissora esportiva até da band. Estão afirmando Falcão,Diego Souza e Marlone no SP ano q vem..rsss
Longboard Crew\\Boxe Mt.A: O mundo é diferente da ponte pra cá.Reverb&Destroy
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