São Paulo Futebol Clube
Re: São Paulo Futebol Clube
Pqp só pedreira.. fase Foda do campeonato...
Re: São Paulo Futebol Clube
Opa qq o Brother tá falando aê kratos?
Re: São Paulo Futebol Clube
Olha só como que está sendo pegado o treinamento... do pescoço pra baixo é canela.!
Re: São Paulo Futebol Clube
Parece q o PATROCINIO Master está chegando..


Re: São Paulo Futebol Clube
Que bomDOSTRY escreveu:Parece q o PATROCINIO Master está chegando..
Veja que nada é por acaso, time melhora, preços populares atraem torcedores para um estádio grande que acaba gerando mais atenção da mídia
Só os caras não veem isso
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Re: São Paulo Futebol Clube
É verdade que o futebol precisa evoluir, caminhar adiante, se modernizar. Quem não acompanhar seus largos passos ficará para trás. Mas faria bem ao atual elenco do São Paulo uma visita ao passado. Nesta terça-feira, celebra-se o aniversário de 10 anos do tricampeonato da Libertadores, conquistado por um time cujas principais características estão em falta no Morumbi.
O São Paulo tricampeão era confiável. O técnico podia confiar em seus atletas. A torcida também. Não havia garantia de vitória, evidentemente. Isso é ilusão. Mas os tricolores iam ao estádio sabendo que, ao fim do jogo, com vitória, empate ou derrota, sua equipe teria feito o melhor possível. Não restaria uma gota de suor para deixar no gramado.
O maior mérito daquele momento foi a reunião de jogadores obcecados por vitórias. Não eram "popstars", mas tinham postura, atitude. Qualidades em extinção nos chiliques tricolores. Nos palavrões, reclamações nas redes sociais (que mal existiam na época), chutes no copo d’água... Enfim, na falta de educação, companheirismo e autocrítica.
Não há, exceto Rogério Ceni, único remanescente do tri, sequer um jogador no São Paulo de hoje capaz de carregar os currículos de Júnior e Luizão, por exemplo. Em 2005, eles já eram campeões da Libertadores e do mundo com a seleção brasileira. Ainda assim, o prazer a cada triunfo era nítido, como era em outros atletas que não se cansariam de levantar taças por aí: Danilo, Josué, Fábio Santos, Diego Tardelli... A glória estava no sangue e o sangue nos olhos.
E no sangue do atual São Paulo, o que corre, além de mimos? É indiscutível o talento de Ganso, Pato, Michel Bastos, Luis Fabiano e companhia. Poucos se comparam no futebol brasileiro. Mas a história está aí, viva e festejada, para provar que não bastam craques. Não basta talento. É preciso ter algo a mais, o compromisso, a cumplicidade e a solidariedade que sobravam há 10 anos, e hoje passam longe do Morumbi.
Juan Carlos Osorio é dos sujeitos mais bem intencionados que pisaram o solo tricolor nos últimos tempos. Competente e dono de uma humildade encantadora que o impede de admitir, talvez até de enxergar, que um colombiano possa ter mais a ensinar do que aprender por aqui. O São Paulo acertou em cheio ao contratá-lo, mas a exposição à qual seus comandados o submetem com rebeldia sem causa é nociva.
Osorio merecia treinar o time de 2005, tão bem treinado por Paulo Autuori. Lugano não permitia que se reclamasse do companheiro em campo para não deixá-lo exposto em público. Amoroso, que nunca disputou uma Copa do Mundo, assim como Ganso e Pato, pois viu seu talento enorme ser vencido por lesões, mostrava todas as veias do rosto no tesão por um gol marcado ou na ira por um gol perdido. Cicinho, Fabão e Mineiro não se importavam em correr pelo companheiro e estavam preocupados com o próximo jogo, não com a foto que postariam horas depois.
O São Paulo de 2015 tem tempo e bola para abraçar seu técnico, se redimir, e, talvez, também se eternizar. Mas, se não mudar sua postura, se continuar agindo como um grande menino mimado, ninguém vai se lembrar dele em 2025. Não haverá matérias, entrevistas, nenhuma linha e nenhum retrato na parede
O São Paulo tricampeão era confiável. O técnico podia confiar em seus atletas. A torcida também. Não havia garantia de vitória, evidentemente. Isso é ilusão. Mas os tricolores iam ao estádio sabendo que, ao fim do jogo, com vitória, empate ou derrota, sua equipe teria feito o melhor possível. Não restaria uma gota de suor para deixar no gramado.
O maior mérito daquele momento foi a reunião de jogadores obcecados por vitórias. Não eram "popstars", mas tinham postura, atitude. Qualidades em extinção nos chiliques tricolores. Nos palavrões, reclamações nas redes sociais (que mal existiam na época), chutes no copo d’água... Enfim, na falta de educação, companheirismo e autocrítica.
Não há, exceto Rogério Ceni, único remanescente do tri, sequer um jogador no São Paulo de hoje capaz de carregar os currículos de Júnior e Luizão, por exemplo. Em 2005, eles já eram campeões da Libertadores e do mundo com a seleção brasileira. Ainda assim, o prazer a cada triunfo era nítido, como era em outros atletas que não se cansariam de levantar taças por aí: Danilo, Josué, Fábio Santos, Diego Tardelli... A glória estava no sangue e o sangue nos olhos.
E no sangue do atual São Paulo, o que corre, além de mimos? É indiscutível o talento de Ganso, Pato, Michel Bastos, Luis Fabiano e companhia. Poucos se comparam no futebol brasileiro. Mas a história está aí, viva e festejada, para provar que não bastam craques. Não basta talento. É preciso ter algo a mais, o compromisso, a cumplicidade e a solidariedade que sobravam há 10 anos, e hoje passam longe do Morumbi.
Juan Carlos Osorio é dos sujeitos mais bem intencionados que pisaram o solo tricolor nos últimos tempos. Competente e dono de uma humildade encantadora que o impede de admitir, talvez até de enxergar, que um colombiano possa ter mais a ensinar do que aprender por aqui. O São Paulo acertou em cheio ao contratá-lo, mas a exposição à qual seus comandados o submetem com rebeldia sem causa é nociva.
Osorio merecia treinar o time de 2005, tão bem treinado por Paulo Autuori. Lugano não permitia que se reclamasse do companheiro em campo para não deixá-lo exposto em público. Amoroso, que nunca disputou uma Copa do Mundo, assim como Ganso e Pato, pois viu seu talento enorme ser vencido por lesões, mostrava todas as veias do rosto no tesão por um gol marcado ou na ira por um gol perdido. Cicinho, Fabão e Mineiro não se importavam em correr pelo companheiro e estavam preocupados com o próximo jogo, não com a foto que postariam horas depois.
O São Paulo de 2015 tem tempo e bola para abraçar seu técnico, se redimir, e, talvez, também se eternizar. Mas, se não mudar sua postura, se continuar agindo como um grande menino mimado, ninguém vai se lembrar dele em 2025. Não haverá matérias, entrevistas, nenhuma linha e nenhum retrato na parede
Re: São Paulo Futebol Clube
Fui eu powFilho_da_D.Florinda escreveu:Belo texto.
De quem é?
Brincadeira esqueci de pegar o autor...
Alexandre Lozetti
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Re: São Paulo Futebol Clube
Emblemática essa passagem. É esse lider q falta,alguem que respeita e ama jogar com essa camisa. Era o Kaká ano passado..DOSTRY escreveu:
Osorio merecia treinar o time de 2005, tão bem treinado por Paulo Autuori. Lugano não permitia que se reclamasse do companheiro em campo para não deixá-lo exposto em público. Amoroso, que nunca disputou uma Copa do Mundo, assim como Ganso e Pato, pois viu seu talento enorme ser vencido por lesões, mostrava todas as veias do rosto no tesão por um gol marcado ou na ira por um gol perdido. Cicinho, Fabão e Mineiro não se importavam em correr pelo companheiro e estavam preocupados com o próximo jogo, não com a foto que postariam horas depois.
Longboard Crew\\Boxe Mt.A: O mundo é diferente da ponte pra cá.Reverb&Destroy
Re: São Paulo Futebol Clube
Parece que o Orlando City (time do Kaká) fez uma boa proposta pelo Ganso, porém a fonte não é muito confiável...
Re: São Paulo Futebol Clube
61762 sócios torcedores
Re: São Paulo Futebol Clube
Vc esqueceu de dar os créditos e eu já estava aqui... Porra o Dostry escreve bem pra caramba.DOSTRY escreveu: Fui eu pow
Brincadeira esqueci de pegar o autor...
Alexandre Lozetti
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Campeão Fantasy TUF 2016
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@pridefcneverdie
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@pridefcneverdieRe: São Paulo Futebol Clube
Lenilson escreveu: Vc esqueceu de dar os créditos e eu já estava aqui... Porra o Dostry escreve bem pra caramba.
Re: São Paulo Futebol Clube
Se tesse texto fosse meu com certeza teriam pelo menos uma dúzia de palavrões


Re: São Paulo Futebol Clube
to pensando em me inscrever no ST tb, mas só vou fazer isso depois q o ganso vazar...
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Re: São Paulo Futebol Clube
Mestre Leonardo deve estar por trás..DOSTRY escreveu:Parece que o Orlando City (time do Kaká) fez uma boa proposta pelo Ganso, porém a fonte não é muito confiável...
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