“Essa é uma questão complicada, porque no final das contas as pessoas vão sempre olhar para a maconha de maneira diferente. Não acredito que vá chegar o dia em que a maconha vai ser ok para os atletas, mas talvez a tolerância aumente um pouco mais”, disse White, em recente conferência de imprensa, emendando.
“Mesmo que se torne legal, a razão será para a maconha medicinal, a ser usada em pacientes com câncer, para dor e coisas do gênero. Penso que vai continuar sendo vista como um tipo de analgésico e analgésicos são substâncias banidas”, concluiu.
Em maio de 2013, a WADA (Agência Mundial Antidoping) aumentou a tolerância para metabólicos de maconha nos testes pré e pós-luta, de 50 ng/mL (nanogramas por mililetro) para 150 ng/mL e o UFC seguiu o mesmo caminho.
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