Assuntos gerais que não se enquadrem nos fóruns oficiais serão discutidos aqui.
-
marofa
- Mensagens: 13623
- Registrado em: 20 Dez 2014 22:36
-
Contato:
Mensagem
por marofa » 29 Mar 2018 19:50
gus77 escreveu: ↑29 Mar 2018 19:44
Seja mais babaca com cara, faça um bordão, apelidos e use um trocadilho ridículo, "vc vinho e eu indo", etc. Convença outras pessoas a fazerem o mesmo.
Tinha uma vegetariana que enchia o saco até eu começar a repetir q eu era vegetariano entre as refeições.
No caso da mulher q o cara mando a piadinha do atraso, ela tinha q te mandado ele se enchergar.
Kkkkkkkkkkkkkkkkk
É uma boa idéia,apesar que pra eu agir dessa forma teria que ser num caso extremo mesmo... Ser mais chato que o chato é o jeito
-
Pegetto
- Aprendiz

- Mensagens: 6518
- Registrado em: 11 Out 2014 01:01
-
Contato:
Mensagem
por Pegetto » 29 Mar 2018 20:14
gus77 escreveu: ↑29 Mar 2018 19:44
Seja mais babaca com cara, faça um bordão, apelidos e use um trocadilho ridículo, "vc vinho e eu indo", etc. Convença outras pessoas a fazerem o mesmo.
Tinha uma vegetariana que enchia o saco até eu começar a repetir q eu era vegetariano entre as refeições.
No caso da mulher q o cara mando a piadinha do atraso, ela tinha q te mandado ele se enchergar.
Boa tática, mas não serve muito contra quem tem Alzheimer.
Problema do Anônimo é com quem já usa fralda geriátrica.

"Gostaria que houvesse uma maneira de saber que estamos nos bons e velhos tempos, antes de realmente deixá-los."
-
Violence
- Mensagens: 4820
- Registrado em: 20 Out 2014 19:47
-
Contato:
Mensagem
por Violence » 29 Mar 2018 22:36
Anônimo escreveu: ↑28 Mar 2018 12:09
O meu antigo chefe, que agora não tem mais cargo de confiança, trabalha ao meu lado. Profissionalmente, não o vejo como um babaca, mas como pessoa, ele tem umas babaquices que não tolero. Para piorar, o FDP tem histórico familiar de Alzheimer, mas não se aposenta, então sou obrigado a ouvir histórias babacas várias vezes. Exemplo: Toda a vez que vai trabalhar com uma camisa polo vermelha da Tommy Hilfinger, ele conta a história de onde comprou a camisa em uma viagem na Itália, quanto pagou e como as camisas antigas eram melhores do que as novas. É normal você alguma vez recontar uma história para uma pessoa sem se dar conta que já tinha falado do assunto. Daí se você vai com um relógio diferente, ele mostra o Tag Heuer e conta a história de quanto pagou no relógio e a correria que foi para pegar o Tax Free do mesmo na hora de retornar. Eu, que já ando sem paciência, atropelo quando ele começa a falar e já conto um resumo da história antes que tenha que ouvi-la novamente.
O pior é que ele vai trabalhar com uma bota da Merrel que comprou no Peru, e que sempre que ele se levanta, prende a boca da calça. Daí ele para ao meu lado, ajeita a calça e conta toda a história da compra da bota. A vontade que tenho é ligar para a família e pedir para aposentá-lo de uma vez quando isso acontece.
kkkkkkkkkkkkkkkkkkk É foda, velho! Pior que eu conheço gente parecida. Isso é uma carência por atenção muito grande. Talvez se você tivesse entrado em contato com a família iria perceber que nem a família o suporta. Essas pessoas costumam afastar todos em volta, até os familiares.
Usuários navegando neste fórum: Nenhum usuário registrado e 311 visitantes