Re: Por quê mulher caga tão fedido?
Enviado: 17 Mar 2015 13:10
Candidato forte a ibost , juntamente , com o tópico dos pentelhos de Cigano
Bruno Pimentel escreveu:Uma vez fui cair na besteira de chupar a xonga da minha namorada na posição 69.
Ela tava recém cagada e qnd a nareba batia no ânus tinha uma resma.
Parei na hora e fui por cima meter a vara
ihsahn escreveu:Nunca conheci uma q cagasse cheiroso
pqp, florista, vc tem várias historias de superações na vida, só passa por guerra braba, essa daí foi foda!Raul Nutti escreveu: 03 Nov 2020 21:49 Lembro-me de uma tarde de inverno, sexta-feira, minha mãe havia viajado e eu estava sentado no sofá vendo TV. Quando o relógio bateu 4:30h, pensei comigo "Nenhum cliente pra hoje, posso declarar fim de semana" e decidi fumar um Haxixe de Blueberry que havia feito dias antes.
Quando deu cerca de 17h, percebo um carro no meu portão e uma mulher com jeito de mocinha me chamou:
-Moço, meu banheiro está entupido e eu tenho visita pra chegar amanhã, tem como ir lá dar uma olhada?
-Tem, claro que tem
Dei meia volta pra ir vestir um uniforme e meu cérebro me disse "Não tem não cara, sem condições", mas eu já havia prometido, então vamos.
Cheguei na Kitnet. o vaso sanitário não descia. Mas mais que isso, aquilo exalava uma catinga que, juro pra vocês, em 10 anos limpando fossa, eu jamais havia sentido.
Decidi sugar o vaso com a mangueira de vácuo, mas sem sucesso, então precisei retirar o vaso sanitário pra pegar direto na tubulação. Pra piorar o meu karma, o vaso estava muito perto da parede, então minha chave de boca dava menos de 1/8 de volta naquele espaço.
Agora pensem vocês. Eu, chapado até os ossos, debruçado sobre o primeiro cheiro de bosta capaz de me vencer, tentando desparafusar um vaso, microvolta por microvolta, com aquele cheiro ácido que parecia queimar os pelos do nariz.
Depois de uns vinte minutos, eu saí pra tomar um ar, e percebi um pacote meio consumido de Pipoteca sabor Provolone. Acho que aquilo explicava muita coisa...
Voltei a batalha com o vaso, depois de quase uma hora eu decidi que não aguentava mais, eu tava quase chorando já. Abracei o vaso numa posição meio levantamento-terra e pensei "Foda-se essa porra, se quebrar eu pago outro", e puxei tudo pra cima com toda a força que me restava. Os parafusos saíram com bucha e tudo.
Na empolgação soltei um "AE CARALHO"
A moça enfiou a cara discretamente pela porta do banheiro
-Conseguiu aí moço?
-Consegui tirar o vaso, agora vou ver se esse cano desentope
Ela deu uma olhada pra dentro do banheiro, fez uma cara de nojo
-Eu não conseguiria trabalhar nisso aí
-Pois é, o cheiro hoje tá dificil
-Eu não sinto cheiro, eu sofri um acidente quando era mais nova.
-Afetou só o nariz, mesmo?
-Só, por que?
-Nada não...
Cheguei em casa quase 7 da noite, até hoje se eu pensar nisso eu consigo sentir meu nariz arder. Puta que pariu.
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk...Raul Nutti escreveu: 03 Nov 2020 21:49 Lembro-me de uma tarde de inverno, sexta-feira, minha mãe havia viajado e eu estava sentado no sofá vendo TV. Quando o relógio bateu 4:30h, pensei comigo "Nenhum cliente pra hoje, posso declarar fim de semana" e decidi fumar um Haxixe de Blueberry que havia feito dias antes.
Quando deu cerca de 17h, percebo um carro no meu portão e uma mulher com jeito de mocinha me chamou:
-Moço, meu banheiro está entupido e eu tenho visita pra chegar amanhã, tem como ir lá dar uma olhada?
-Tem, claro que tem
Dei meia volta pra ir vestir um uniforme e meu cérebro me disse "Não tem não cara, sem condições", mas eu já havia prometido, então vamos.
Cheguei na Kitnet. o vaso sanitário não descia. Mas mais que isso, aquilo exalava uma catinga que, juro pra vocês, em 10 anos limpando fossa, eu jamais havia sentido.
Decidi sugar o vaso com a mangueira de vácuo, mas sem sucesso, então precisei retirar o vaso sanitário pra pegar direto na tubulação. Pra piorar o meu karma, o vaso estava muito perto da parede, então minha chave de boca dava menos de 1/8 de volta naquele espaço.
Agora pensem vocês. Eu, chapado até os ossos, debruçado sobre o primeiro cheiro de bosta capaz de me vencer, tentando desparafusar um vaso, microvolta por microvolta, com aquele cheiro ácido que parecia queimar os pelos do nariz.
Depois de uns vinte minutos, eu saí pra tomar um ar, e percebi um pacote meio consumido de Pipoteca sabor Provolone. Acho que aquilo explicava muita coisa...
Voltei a batalha com o vaso, depois de quase uma hora eu decidi que não aguentava mais, eu tava quase chorando já. Abracei o vaso numa posição meio levantamento-terra e pensei "Foda-se essa porra, se quebrar eu pago outro", e puxei tudo pra cima com toda a força que me restava. Os parafusos saíram com bucha e tudo.
Na empolgação soltei um "AE CARALHO"
A moça enfiou a cara discretamente pela porta do banheiro
-Conseguiu aí moço?
-Consegui tirar o vaso, agora vou ver se esse cano desentope
Ela deu uma olhada pra dentro do banheiro, fez uma cara de nojo
-Eu não conseguiria trabalhar nisso aí
-Pois é, o cheiro hoje tá dificil
-Eu não sinto cheiro, eu sofri um acidente quando era mais nova.
-Afetou só o nariz, mesmo?
-Só, por que?
-Nada não...
Cheguei em casa quase 7 da noite, até hoje se eu pensar nisso eu consigo sentir meu nariz arder. Puta que pariu.
Esse dia foi foda pela situação em si, mas nada foi tão ruim quanto a vez que ganhamos uma licitação pra fazer a manutenção dos banheiros químicos da avenida, no carnaval.Clonaldinho Carioca escreveu: 03 Nov 2020 22:05 pqp, florista, vc tem várias historias de superações na vida, só passa por guerra braba, essa daí foi foda!![]()
pqp kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkRaul Nutti escreveu: 03 Nov 2020 21:49 Lembro-me de uma tarde de inverno, sexta-feira, minha mãe havia viajado e eu estava sentado no sofá vendo TV. Quando o relógio bateu 4:30h, pensei comigo "Nenhum cliente pra hoje, posso declarar fim de semana" e decidi fumar um Haxixe de Blueberry que havia feito dias antes.
Quando deu cerca de 17h, percebo um carro no meu portão e uma mulher com jeito de mocinha me chamou:
-Moço, meu banheiro está entupido e eu tenho visita pra chegar amanhã, tem como ir lá dar uma olhada?
-Tem, claro que tem
Dei meia volta pra ir vestir um uniforme e meu cérebro me disse "Não tem não cara, sem condições", mas eu já havia prometido, então vamos.
Cheguei na Kitnet. o vaso sanitário não descia. Mas mais que isso, aquilo exalava uma catinga que, juro pra vocês, em 10 anos limpando fossa, eu jamais havia sentido.
Decidi sugar o vaso com a mangueira de vácuo, mas sem sucesso, então precisei retirar o vaso sanitário pra pegar direto na tubulação. Pra piorar o meu karma, o vaso estava muito perto da parede, então minha chave de boca dava menos de 1/8 de volta naquele espaço.
Agora pensem vocês. Eu, chapado até os ossos, debruçado sobre o primeiro cheiro de bosta capaz de me vencer, tentando desparafusar um vaso, microvolta por microvolta, com aquele cheiro ácido que parecia queimar os pelos do nariz.
Depois de uns vinte minutos, eu saí pra tomar um ar, e percebi um pacote meio consumido de Pipoteca sabor Provolone. Acho que aquilo explicava muita coisa...
Voltei a batalha com o vaso, depois de quase uma hora eu decidi que não aguentava mais, eu tava quase chorando já. Abracei o vaso numa posição meio levantamento-terra e pensei "Foda-se essa porra, se quebrar eu pago outro", e puxei tudo pra cima com toda a força que me restava. Os parafusos saíram com bucha e tudo.
Na empolgação soltei um "AE CARALHO"
A moça enfiou a cara discretamente pela porta do banheiro
-Conseguiu aí moço?
-Consegui tirar o vaso, agora vou ver se esse cano desentope
Ela deu uma olhada pra dentro do banheiro, fez uma cara de nojo
-Eu não conseguiria trabalhar nisso aí
-Pois é, o cheiro hoje tá dificil
-Eu não sinto cheiro, eu sofri um acidente quando era mais nova.
-Afetou só o nariz, mesmo?
-Só, por que?
-Nada não...
Cheguei em casa quase 7 da noite, até hoje se eu pensar nisso eu consigo sentir meu nariz arder. Puta que pariu.