malaca escreveu:http://veja.abril.com.br/noticia/saude/ ... ga-a-bahia
Depois do Amapá, chikungunya agora chega à Bahia
Secretaria de Saúde do Estado confirmou cinco casos de transmissão interna da doença
Menos de uma semana depois de o Ministério da Saúde anunciar dois casos inéditos de transmissão interna da febre chikungunya no Amapá, a doença foi confirmada em Feira de Santana, na Bahia. Na última sexta-feira, a Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Sesab) confirmou que cinco moradores da cidade infectados com o vírus não fizeram viagem recente ao exterior, o que significa que a doença foi transmitida dentro do país. A chikungunya provoca sintomas semelhantes aos da dengue e é causada por um vírus transmitido pelos mosquitos Aedes aegypti e Aedes albopictus.
A secretaria informou que, após um alerta feito pelo Ministério da Saúde sobre a chikungunya, todos os casos suspeitos passaram a ser investigados e amostras de pacientes foram encaminhadas ao Instituto Evandro Chagas (IEC), laboratório de referência para doenças tropicais. Das 16 amostras enviadas — sendo quatro de Salvador e as demais de Feira de Santana —, cinco deram positivo. De acordo com a pasta, serão intensificadas as ações de combate ao Aedes aegypti.
A doença — A febre chikungunya tem sintomas similares aos da dengue, como febre alta, mal-estar e dores nos músculos, ossos e articulações. A doença começa a se manifestar três a sete dias depois de o paciente ser picado. Caso a pessoa seja picada novamente no decorrer dos primeiros cinco dias dos sintomas, ela passa o vírus para o mosquito, que pode retransmiti-lo a outras pessoas. A chikungunya é comum em algumas regiões da África e, atualmente, é epidêmica em ilhas do Caribe.
Parece que o problema tá evoluindo mesmo...
14/10/2014 17h59 - Atualizado em 14/10/2014 18h00
Casos de chikungunya em Feira de Santana sobem para 274, diz prefeitura. No total, 922 casos suspeitos foram notificados no município baiano. Novo boletim do Ministério da Saúde ainda não foi divulgado.
Do G1 BA
Subiu para 274 o número de casos confirmados da chikungunya em Feira de Santana, cidade a 100 quilômetros de Salvador. As informações são da Secretaria de Saúde do município e foram divulgadas nesta terça-feira (14).
No último balanço informado pelo órgão municipal, 156 casos haviam sido confirmados. O Ministério da Saúde ainda não divulgou novo boletim da doença no país.
Ainda de acordo com a prefeitura de Feira de Santana, os 274 casos confirmados de chikungunya não relatam viagem a países com transmissão da doença. Conforme a publicação municipal, outros 38 casos foram descartados e 610 continuam em investigação. A chikungunya provoca sintomas parecidos com os da dengue, porém mais dolorosos.
Segundo a secretaria municipal de Saúde, o bairro George Américo, em Feira de Santana, ainda concentra o maior número de ocorrências da doença: são 407 notificações (44,14%), seguido pelo bairro Campo Limpo com 161 (17,46%), Sítio Novo com 47 (5,09%), povoado Rio do Peixe (Distrito de Jaguara) com 31 (4,06%), Cidade Nova com 27 (2,92%), Sobradinho com 25 (2,71%) e Pampalona foram 16 (1,73%) notificações.
A faixa etária mais atingida compreende os adultos entre 35 a 49 anos, com 268 casos, seguido por pessoas com 50 a 64 anos com 149 casos suspeitos. Segundo a secretaria de Saúde de Feira de Santana ainda informou que, o sexo feminino é o que predomina: 606 mulheres e 316 homens com suspeita da doença.
Segundo a Secretaria de Saúde do estado, as confirmações dos casos por exame laboratorial eram necessárias para conhecimento da doença, entretanto, como já se conhece a manifestação, vetor e transmissão, a confirmação da doença será dada mesmo sem o exame. São os critérios clínicos e epidemiológicos que fazem a identificação.
Entenda o vírus
A infecção pelo vírus chikungunya provoca sintomas parecidos com os da dengue, porém mais dolorosos. No idioma africano makonde, o nome chikungunya significa "aqueles que se dobram", em referência à postura que os pacientes adotam diante das penosas dores articulares que a doença causa.
Em compensação, comparado com a dengue, o novo vírus mata com menos frequência. Em idosos, quando a infecção é associada a outros problemas de saúde, pode até contribuir como causa de morte, porém complicações sérias são raras, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS).
O vírus chikungunya pode ser transmitido pelo mesmo vetor da dengue, o mosquito Aedes aegypti, e também pelo mosquito Aedes albopictus, e a infecção pelo chikungunya segue os mesmos padrões sazonais da dengue, de acordo com o infectologista Pedro Tauil, do Comitê de Doenças Emergentes da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI).
O risco aumenta em épocas de calor e chuva, mais propícias à reprodução dos insetos. Eles picam principalmente durante o dia. A principal diferença de transmissão em relação à dengue é que o Aedes albopictus também pode ser encontrado em áreas rurais, não apenas em cidades.
Fonte:
http://g1.globo.com/bahia/noticia/2014/ ... itura.html" onclick="window.open(this.href);return false;
Minas é o terceiro estado com ocorrência da febre chikungunya
Publicação: 14/10/2014 17:24
Minas Gerais é o terceiro estado a registrar casos de transmissão da febre chikungunya.
Até a semana passada, apenas a Bahia, com 156 casos, e o Amapá, com 17 casos, tinham casos de contaminação pelo vírus dentro do próprio estado. Apesar de serem esses os números confirmados, ao todo são cerca de 800 suspeitas de contaminação pelo vírus nos dois estados.
O primeiro caso da doença, em Minas, foi confirmado nesta semana em uma mulher de 48 anos, moradora do município de Matozinhos, região metropolitana de Belo Horizonte. Amostras de outros cinco pacientes estão sendo analisadas para confirmação ou descarte da doença.
Com o aumento do número de infectados, o Ministério da Saúde adotou, na semana passada, o critério clínico-epidemiológico para a confirmação da febre chikungunya nas localidades onde está havendo transmissão. Isso significa que o sistema de saúde vai considerar os sintomas apresentados e a proximidade do paciente com pessoas que já contraíram a doença, sem que haja a necessidade de confirmação do exame. Onde não há os primeiros casos originários de Chikungunya, a comprovação continua sendo por meio do exame de laboratório.
A febre chikungunya é causada por um vírus do gênero Alphavirus e transmitida por mosquitos do gênero Aedes, sendo o Aedes aegypti e o Aedes albopictus, os mesmos transmissores da dengue. Passados os sintomas, o paciente deixa de transmitir a doença.
Febre, dores nas articulações, mal-estar, são sintomas comuns entre a dengue e a chikungunya. A diferença é que, na chikungunya, as dores nas articulações podem ser mais fortes. Os sintomas devem ser cuidados com medicação para conter a febre - paracetamol - e para dores articulares, geralmente antiinflamatórios. Além disso, é recomendado repouso absoluto ao paciente, que deve beber água constantemente.
Segundo a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), é raro um paciente morrer em decorrência da doença. A mortalidade é menos frequente que nos casos de dengue. Além dos casos transmitidos dentro do Brasil, ocorreram 38 casos de pessoas que foram contaminadas fora do país.
Fonte:
http://www.diariodepernambuco.com.br/ap ... unya.shtml" onclick="window.open(this.href);return false;
15/10/2014 17h10 - Atualizado em 15/10/2014 17h29
PE confirma 1º caso de chikungunya; outros cinco são investigados. Informação foi divulgada pela Secretaria Estadual de Saúde nesta quarta. Ministério da Saúde confirmou 173 casos da doença em todo o país.
Do G1 PE
A Secretaria Estadual de Saúde (SES) informou que um caso de infecção pelo vírus chikungunya foi confirmado em Pernambuco. Outros cinco casos estão sendo investigados. Segundo o órgão, nenhuma transmissão ocorreu dentro do próprio estado (casos autóctones). Os pacientes foram infectados na Bahia, República Dominicana e África. A SES ainda não sabe em qual país africano o doente teria contraído a doença. As informações foram divulgadas nesta quarta-feira (15).
“A gente não tem o vírus no estado, mas estamos fazendo o alerta porque temos a circulação do mosquito. Então, é real a probabilidade da gente ter pessoas que cheguem ao estado, estejam infectadas, e o mosquito pique essa pessoa infectada e passe para outras”, afirmou a diretora-geral de Controle de Doenças e Agravos da SES, Roselene Hans.
A infecção pelo vírus chikungunya provoca sintomas parecidos com os da dengue, porém mais dolorosos. O vírus pode ser transmitido pelo mesmo vetor da dengue, o mosquito Aedes aegypti, e também pelo mosquito Aedes albopictus. “A chikungunya é diferenciada [da dengue] através de exames laboratoriais de sangue. As dores articulares são bem mais intensas. Dores articulares que não passam e causam inchaço. A pessoa deve procurar o posto de saúde mais próximo”, explicou Hans.
Ela acrescentou que a doença pode passar da fase aguda para fase crônica. Pacientes que tenham comorbidades, como doenças vasculares e acidentes anteriores com trauma, correm mais risco de ter a forma crônica da doença. “Aí pode ser que várias articulações do corpo fiquem enrijecidas e [essas pessoas] passem um tempo sem conseguir andar”
Mobilização nos municípios
Apesar de ainda não ter registrado casos autóctones, a Secretaria de Saúde começou a preparar profissionais para uma provável presença do vírus no estado. Representantes das vigilâncias epidemiológicas e ambientais dos municípios do Grande Recife, Zona da Mata e Agreste, além das 12 regionais de saúde, participaram de encontro para discutir as ações de combate à febre chikungunya. O encontro ocorreu na sede da SES, no Bongi, Zona Oeste da capital.
“Pernambuco começou a realizar ações de alerta em todos os municípios. São ações de levantamento de índice de infestação, que seriam realizadas em novembro, e vão ser antecipadas, a partir da próxima semana. A partir daí, a gente vai intensificar ações de campo, nos locais onde o índice de infestação aparecer com uma positividade maior, e ações de mobilização social para a gente informar a população que, nesse fim de ano, a gente pode ter casos de dengue e de chikungunya”, argumentou a diretora de Controle de Doenças e Agravos da SES.
Para se proteger, a população deve evitar a formação de focos do mosquito. “São todas aquelas atividades que a gente já incentiva, durante todo o período de verão, principalmente, que é onde o mosquito tem uma condição climática mais favorável para se proliferar. É preciso evitar ter focos de mosquito dentro de casa, no entorno, 90% dos focos que encontramos estão dentro de casa ou no entorno”, ensinou Roselene Hans.
A doença
O vírus chikungunya foi identificado pela primeira vez entre 1952 e 1953, durante uma epidemia na Tanzânia. Mas casos parecidos com essa infecção – com febres e dores nas articulações – já haviam sido relatados em 1770. O agente transmissor é o mosquito Aedes aegypti, mesmo causador da dengue, e Aedes albopictus.
Quais são os sintomas?
Entre quatro e oito dias após a picada do mosquito infectado, o paciente apresenta febre repentina acompanhada de dores nas articulações. Outros sintomas, como dor de cabeça, dor muscular, náusea e manchas avermelhadas na pele, fazem com que o quadro seja parecido com o da dengue. A principal diferença são as intensas dores articulares.
Tem tratamento?
Não há um tratamento capaz de curar a infecção, nem vacinas voltadas para preveni-la. O tratamento é paliativo, com uso de antipiréticos e analgésicos para aliviar os sintomas. Se as dores articulares permanecerem por muito tempo e forem dolorosas demais, uma opção terapêutica é o uso de corticoides.
Fonte:
http://g1.globo.com/pernambuco/noticia/ ... gados.html" onclick="window.open(this.href);return false;
Nunca peguei dengue, mas quem já teve diz que o negócio é tenso. Imagina se essa moda de chikungunya pegar mesmo por aqui...