Re: O plano cobre [artigo polêmico news]
Enviado: 15 Jan 2015 14:46
texto escroto e mau escrito
Se não curtiu a opinião das pessoas sobre o texto, pare de ler.Dogstyle escreveu:eu ri de algumas partes. Claro que não tem o brilho do personagem Caco Antibes, mas enfim, pra que fazer guerra por isso, não tá curtindo o texto pare de ler. Depois que ocorreu a migração em massa pra esse fórum o nível caiu muito...
No finado eu lembro de um causo contado, a família pobre com "prano de saúde" chegando ao hospital para atendimento, com ar de superiores olham aquelas pessoas sentadas na sala de espera para consulta, sala cheia, meio que esnobam as pessoas. No balcão abrem a boca para dizer que é pelo "prano de saúde", "particular", "não é SUS moça". A atendende manda esperar naquela sala juntos com os outros, a família faz cara de que não gosta, a atendente já emenda que ali é a sala de espera para quem usa plano e ela é a vigésima quinta da fila kkkkkkkk......Filho_da_D.Florinda escreveu:Achei o texto muito bom, não pela escrita, mas pela constatação da autora.
O que ela descreveu nada mais é do que a teoria do risco moral. Amplamente estudada no setor de seguro de plano de saúde. Uma bobagem imensa falar em preconceito ou briga de classes. Aliás, bobagem não, hipocrisia.
Logicamente, pobre não gosta de ficar doente (isso foi apenas um humor), na verdade, morre de medo. O que ocorre é que estar coberto por um plano faz o comportamento do segurado (principalmente dos pobres) mudar. Adotam um estilo de vida mais periogoso (sal, churrasco, comida gordurosa) pela sensação de estarem segurados. Mesm muitas vzes sem necessidade de realizar uma consulta ou exame, o fazem para não terem a sensação de que estão pagando um seguro em vão.
Fez-me lembrar até um caso que presenciei no laboratório Fleury. Uma familia, aparentemente, bem pobre estava lá aguardando a filha sair do exame. Estavam sentados de frente pra mim. Nessa, uma outra filha chegou no ouvido da mãe e falou: "mãe, vamos lanchar lá na lanchonete", e a mae disse que parecia muito caro. Então a menina retrucou dizendo que era de grátis. Nessa todos se levantaram e rumaram em direção da lanchonete. Na volta eu escuto a mãe deles falando no telefone: ow fulano, aquilo é um luxo. Fomos super bem atendidos, o manobrista estacionou nosso carro de grátis e ainda ganhamos um café e lanche. Dá até vontade de voltar mais vezes.
Foi o que reparei primeiro...minha esposa é corretora e vez ou outra ela me fala esse tipo de coisa quando rola reunião com seguradoras.Filho_da_D.Florinda escreveu:Achei o texto muito bom, não pela escrita, mas pela constatação da autora.
O que ela descreveu nada mais é do que a teoria do risco moral.Amplamente estudada no setor de seguro de plano de saúde. Uma bobagem imensa falar em preconceito ou briga de classes. Aliás, bobagem não, hipocrisia.
Logicamente, pobre não gosta de ficar doente (isso foi apenas um humor), na verdade, morre de medo. O que ocorre é que estar coberto por um plano faz o comportamento do segurado (principalmente dos pobres) mudar. Adotam um estilo de vida mais periogoso (sal, churrasco, comida gordurosa) pela sensação de estarem segurados. Mesm muitas vzes sem necessidade de realizar uma consulta ou exame, o fazem para não terem a sensação de que estão pagando um seguro em vão.
Fez-me lembrar até um caso que presenciei no laboratório Fleury. Uma familia, aparentemente, bem pobre estava lá aguardando a filha sair do exame. Estavam sentados de frente pra mim. Nessa, uma outra filha chegou no ouvido da mãe e falou: "mãe, vamos lanchar lá na lanchonete", e a mae disse que parecia muito caro. Então a menina retrucou dizendo que era de grátis. Nessa todos se levantaram e rumaram em direção da lanchonete. Na volta eu escuto a mãe deles falando no telefone: ow fulano, aquilo é um luxo. Fomos super bem atendidos, o manobrista estacionou nosso carro de grátis e ainda ganhamos um café e lanche. Dá até vontade de voltar mais vezes.
Imagine um hospital público onde todo mundo "está pagando" e tem convicção de que seu atendimento é sempre mais urgente que o do seu concidadão.Noob escreveu:
No finado eu lembro de um causo contado, a família pobre com "prano de saúde" chegando ao hospital para atendimento, com ar de superiores olham aquelas pessoas sentadas na sala de espera para consulta, sala cheia, meio que esnobam as pessoas. No balcão abrem a boca para dizer que é pelo "prano de saúde", "particular", "não é SUS moça". A atendende manda esperar naquela sala juntos com os outros, a família faz cara de que não gosta, a atendente já emenda que ali é a sala de espera para quem usa plano e ela é a vigésima quinta da fila kkkkkkkk......
O texto da autora é engraçada, pois não deixa de ter um fundo de verdade.
Ainda bem que tem gosto pra tudo.....café c/ leite escreveu:
Aí é questão de opinião, eu já acho esse tipo de humor que você se refere de extremo mal gosto.
Discordo. Creio que nesse caso o risco moral está associado à condição social do agente. Ficar doente não é escolha e é inegável que o pobre fica mais doente justamente por essa condição, por ter menos acesso à adequadas condições higiênicas, habitacionais, sanitarismo, dentre outros. Talvez esse seja o "estilo de vida mais perigoso" a que você se refira.Filho_da_D.Florinda escreveu:Achei o texto muito bom, não pela escrita, mas pela constatação da autora.
O que ela descreveu nada mais é do que a teoria do risco moral. Amplamente estudada no setor de seguro de plano de saúde. Uma bobagem imensa falar em preconceito ou briga de classes. Aliás, bobagem não, hipocrisia.
Logicamente, pobre não gosta de ficar doente (isso foi apenas um humor), na verdade, morre de medo. O que ocorre é que estar coberto por um plano faz o comportamento do segurado (principalmente dos pobres) mudar. Adotam um estilo de vida mais periogoso (sal, churrasco, comida gordurosa) pela sensação de estarem segurados. Mesm muitas vzes sem necessidade de realizar uma consulta ou exame, o fazem para não terem a sensação de que estão pagando um seguro em vão.
Fez-me lembrar até um caso que presenciei no laboratório Fleury. Uma familia, aparentemente, bem pobre estava lá aguardando a filha sair do exame. Estavam sentados de frente pra mim. Nessa, uma outra filha chegou no ouvido da mãe e falou: "mãe, vamos lanchar lá na lanchonete", e a mae disse que parecia muito caro. Então a menina retrucou dizendo que era de grátis. Nessa todos se levantaram e rumaram em direção da lanchonete. Na volta eu escuto a mãe deles falando no telefone: ow fulano, aquilo é um luxo. Fomos super bem atendidos, o manobrista estacionou nosso carro de grátis e ainda ganhamos um café e lanche. Dá até vontade de voltar mais vezes.
Texto escroto e MAL escritologan escreveu:texto escroto e mau escrito
Família aparentemente bem pobre com carro?Filho_da_D.Florinda escreveu: Fez-me lembrar até um caso que presenciei no laboratório Fleury. Uma familia, aparentemente, bem pobre estava lá aguardando a filha sair do exame. Estavam sentados de frente pra mim. Nessa, uma outra filha chegou no ouvido da mãe e falou: "mãe, vamos lanchar lá na lanchonete", e a mae disse que parecia muito caro. Então a menina retrucou dizendo que era de grátis. Nessa todos se levantaram e rumaram em direção da lanchonete. Na volta eu escuto a mãe deles falando no telefone: ow fulano, aquilo é um luxo. Fomos super bem atendidos, o manobrista estacionou nosso carro de grátis e ainda ganhamos um café e lanche. Dá até vontade de voltar mais vezes.