Padeiro escreveu:
Realmente eu não sei, precisamos de algumas especificações ... e não generalização (novamente). O islamismo é mais profundo do que parece.
Algumas perguntas? Ele seria sunita ou xiita? Independente disso, qual vertente ele segue?
É sabido que Al Qaeda e o ISIS, por exemplo, seguem uma versão deturpada do islamismo sunita.
No Brasil, em Foz, existe a maior comunidade mulçumana do Brasil, eles querem a aplicação da sharia. As mulheres, sequer, querem tirar o véu para carteira de identidade.
A França, se não tomar atitudes, será em poucas décadas islâmica.
O corão tende sim ao radicalismo e isso
é um fato incontestável, é por isso que se pode existir vários viés, moderados ou não, mas tendem ao radicalismo em maior ou menor grau.
Maomé pregou a conversão pela espada, e coloca mulheres e os prazeres da carne como recompensa. Por isso a mulher não passa do objeto.
Quando se fala em converter o mundo, a essência do corão é muiiiiiiiittttttttoooooo diferente da Bíblia. Infelizmente o preconceito junto com a ignorancia não permite alguns verem isso. Não estou falando de você, e sim os querem comparar cristianismo, Bíblia, com eles. Esses sequer deve ter a Bíblia em casa e vem aqui vomitar.
Ao ver o contexto do povo de Israel em toda Bíblia é claríssimo que a questão de guerra/violência se dá dentro de contexto vingativo, da ira Deus para quem mexe com Israel. O povo judeu sempre foi um povo fechado e não tinha interesse em converter ninguém, pelo contrário,
para eles, eles teriam o monopólio de Deus, da salvação. Não existia proselitismo. Foi com Jesus Cristo que veio o "ide e ensinai", foi no novo testamento que foi revelado ao apóstolo (esquecei a passagem agora) que a salvação se estende a todos, aos pagãos. Colocar o cristianismo convertendo pela espada é uma piada, e só mostra ignorância. Cruzadas, inquisição, tem relação com heresias e não com conversão. Pagão nem eram condenados.
Eu vou colar um texto aqui, de São Tomás de Aquino, depois procure saber a data que foi escrita, mas deve ser algo de uns 900 anos atrás. O entendimento que eles são moderados, que são de paz, é muito mais forçoso que a realidade do fatos, que a razão que eles seguem. Para eles serem da paz,
eles tem que deturpar o alcorão. Enquanto que, por exemplo, para o Cristão ser violento, tem que deturpar a Bíblia.
São sim tentendes, e muito, a violÊncia. E isso, absolutamente ninguém pode mudar, pois está no fundamento da religião deles. E a história vem e corrobora até a data a hoje, até 09/01/2015 às 08:33.
