São Paulo Futebol Clube
Re: São Paulo Futebol Clube
Gui sam pam pam!
Vc não tinha uma aposta com uma galinha??? Onde quem chegaria mais longe na libertadores???
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- adrenaline
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Re: São Paulo Futebol Clube
E amanhã que sai as datas das quartas??
Jogo bem complicado agora, tem que ganhar bem em casa.
Jogo bem complicado agora, tem que ganhar bem em casa.
São Paulo Futebol Clube
- Austin-Flint
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Re: São Paulo Futebol Clube
Sub-20 do São Paulo faz 6 a 1 no River Plate e encerra excursão na Argentina
http://globoesporte.globo.com/futebol/t ... ntina.html
River é freguês nosso.
Esse atacante Murilo é bom jogador? Mestre Osório subiu ele ano passado, mas nas principais competições do sub-20 ele ficou na reserva. David Neres parece que operou o ombro e por isso ficou de fora da excursão, ele já tinha operada esse ombro antes, tomara que não se torne um problema crônico.
http://globoesporte.globo.com/futebol/t ... ntina.html
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Esse atacante Murilo é bom jogador? Mestre Osório subiu ele ano passado, mas nas principais competições do sub-20 ele ficou na reserva. David Neres parece que operou o ombro e por isso ficou de fora da excursão, ele já tinha operada esse ombro antes, tomara que não se torne um problema crônico.
Re: São Paulo Futebol Clube
Jogo bem complicado esse contra o Atlético... acredito que mais difícil que se fosse Boca ou Rosário, pelo menos na teoria.
O jogo aqui tem que ser foco total, o Atlético contra-ataca rápido, contra o Racing tiveram inúmeras chances de terem ganho o jogo lá na Argentina, e como o São Paulo joga mal fora de casa esse jogo é chave, temos que ganhar e não tomar gol.
O jogo aqui tem que ser foco total, o Atlético contra-ataca rápido, contra o Racing tiveram inúmeras chances de terem ganho o jogo lá na Argentina, e como o São Paulo joga mal fora de casa esse jogo é chave, temos que ganhar e não tomar gol.
Re: São Paulo Futebol Clube
Muito bom o Murilo sim.... jogador muito rápido e tem habilidade. Mas a velocidade é sua principal característica.Austin-Flint escreveu:Sub-20 do São Paulo faz 6 a 1 no River Plate e encerra excursão na Argentina
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Esse atacante Murilo é bom jogador? Mestre Osório subiu ele ano passado, mas nas principais competições do sub-20 ele ficou na reserva. David Neres parece que operou o ombro e por isso ficou de fora da excursão, ele já tinha operada esse ombro antes, tomara que não se torne um problema crônico.
- Austin-Flint
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Re: São Paulo Futebol Clube
Deu no Seleção Sportv falou que o São Paulo vai atrás do Marcelo Larrondo, do Rosário Central, pro lugar do Calleri. Parece que tá se recuperando de uma lesão no joelho. Nunca vi jogar.
Re: São Paulo Futebol Clube
nao acho que o atletico seja o mesmo dos ultimos anos nao
claro que é dificil, mas é o atlético mais vencível de todos, principalmente pq nao tá 100% adaptado ao tecnico novo
claro que é dificil, mas é o atlético mais vencível de todos, principalmente pq nao tá 100% adaptado ao tecnico novo
Re: São Paulo Futebol Clube
Lúcio. Três anos. Lugano
Começo de outono de 2013, noite fria, jogo decisivo para os do Morumbi contra o futuro campeão Atlético-MG. Rogério Ceni veste azul celeste e bate firme a penalidade que coloca, na última chance, o São Paulo nos trilhos do mata-mata da Libertadores. Ironias da bola, cabe aos dois times outros confrontos, agora pelas oitavas da corrida continental.
E nas oitavas o São Paulo, combalido, detonado, sem fôlego, capenga, dá um cacete no Atlético. Trinta minutos de monólogo que imortalizam Ademílson, o atacante que perdeu doze, talvez trinta, chances de gol. Está 1×0 para o clube paulista, a tendência é virar passeio, mas Lúcio, o zagueirão, consegue a expulsão mais tola de sua carreira. O Tricolor está sabotado pelo seu xerife, e toma a virada, e apanha em Belo Horizonte, e ouve o primeiro desaforo do triênio que começava ali: “quando tá valendo, tá valendo”, diz, com ironia, Ronaldinho Gaúcho.
Lúcio era aquele nome carregado de experiência e malícia, amontoando as malas no CCT da Barra Funda com um discurso de pentacampeão. Na prática, o zagueiro não tinha mais nível para competições do porte da Libertadores. Poderia ajudar de outra forma, mas não foi capaz. Saiu mais cedo do estádio em Sarandí, se indispôs com o treinador, não foi diplomático nem político nem parceiro nem nada. Ele foi a mala sem alça de uma campanha mequetrefe que, pouco depois, com duas surras levadas do Corinthians na Recopa, abriu um período de três anos de pesadelos.
Três anos depois, São Paulo x Atlético-MG voltam a medir forças, “valendo valendo” do jeito que o Ronaldinho não gosta, mata-mata, e o São Paulo não tem Lúcio: tem Lugano.
Contratar ou não Lugano foi um embate honesto entre a razão e a emoção em um time de futebol com a autoestima pisoteada. No fim dos argumentos pra lá e pra cá, o São Paulo estava, pelo menos, humanizado. O cara chegou, e houve quem cravasse: o treinador não vai ter peito de sacar. Teve. Antes de estrear, houve quem bancasse a capacidade do veterano atuar como titular. Não atuou.
Entre Lúcio e Lugano estão três anos bizarros para o tricolor. Estraçalharam os dentes bem cuidados de seus cardeais, e não foram socos de Ataíde Gil Guerreiro. Carlos Miguel Aidar resgatou do esgoto o pior São Paulo possível, existente nos maldosos estereótipos dos rivais: arrogante, mesquinho, e, pior, ao que tudo indica, corrupto – certamente o mais cambalacheiro dos presidentes. Juvenal Juvêncio, condutor galopante de boa parte dos vícios políticos de um tricolor com cheiro de carpete nicotinado, era também, paradoxalmente, uma bandeira do São Paulo carismático, engraçado, cativante à sua maneira.
Pois Juvenal morreu na mesma semana em que Rogério Ceni saiu de cena, finalizando assim um ano pra lá de doloroso. O Corinthians meteu 6×1, o Palmeiras duas coberturas, o Santos passeou na Copa do Brasil, a roupa suja foi lavada em público, o Osorio ficou enojado, o Wesley causou nojo, o Luis Fabiano fez inferno por dentro, o Kaká fez por fora, o Doriva espiou e vazou, o Milton Cruz continuou, o Ceni ficou contundido um tempão, o Cruzeiro, outro mineiro, entrou de novo no caminho da Libertadores, os problemas com o sócio-torcedor minaram a paciência do torcedor, e, olhando assim, nem parece possível que veio a classificação para a Libertadores, por sinal com dois gols absurdos, um na penúltima e um na última rodadas.
Os limitados Thiago Mendes e Rogério, autores dos gols, colocaram um São Paulo impróprio e improvável na Libertadores. Um bom jogo do Galo no Horto derrete qualquer tese, mas hoje, agora, a silhueta de um São Paulo campeão é visível, por incrível que pareça, e que enredo interessante já é. Seria mesmo a mais surreal e redentora das conquistas no Morumbi.
Sim, surreal e redentora. O que aconteceu nestes três anos entre Lúcio e Lugano só o torcedor do São Paulo pode te contar.
fonte: http://www.central3.com.br/blog-type/lu ... os-lugano/
Começo de outono de 2013, noite fria, jogo decisivo para os do Morumbi contra o futuro campeão Atlético-MG. Rogério Ceni veste azul celeste e bate firme a penalidade que coloca, na última chance, o São Paulo nos trilhos do mata-mata da Libertadores. Ironias da bola, cabe aos dois times outros confrontos, agora pelas oitavas da corrida continental.
E nas oitavas o São Paulo, combalido, detonado, sem fôlego, capenga, dá um cacete no Atlético. Trinta minutos de monólogo que imortalizam Ademílson, o atacante que perdeu doze, talvez trinta, chances de gol. Está 1×0 para o clube paulista, a tendência é virar passeio, mas Lúcio, o zagueirão, consegue a expulsão mais tola de sua carreira. O Tricolor está sabotado pelo seu xerife, e toma a virada, e apanha em Belo Horizonte, e ouve o primeiro desaforo do triênio que começava ali: “quando tá valendo, tá valendo”, diz, com ironia, Ronaldinho Gaúcho.
Lúcio era aquele nome carregado de experiência e malícia, amontoando as malas no CCT da Barra Funda com um discurso de pentacampeão. Na prática, o zagueiro não tinha mais nível para competições do porte da Libertadores. Poderia ajudar de outra forma, mas não foi capaz. Saiu mais cedo do estádio em Sarandí, se indispôs com o treinador, não foi diplomático nem político nem parceiro nem nada. Ele foi a mala sem alça de uma campanha mequetrefe que, pouco depois, com duas surras levadas do Corinthians na Recopa, abriu um período de três anos de pesadelos.
Três anos depois, São Paulo x Atlético-MG voltam a medir forças, “valendo valendo” do jeito que o Ronaldinho não gosta, mata-mata, e o São Paulo não tem Lúcio: tem Lugano.
Contratar ou não Lugano foi um embate honesto entre a razão e a emoção em um time de futebol com a autoestima pisoteada. No fim dos argumentos pra lá e pra cá, o São Paulo estava, pelo menos, humanizado. O cara chegou, e houve quem cravasse: o treinador não vai ter peito de sacar. Teve. Antes de estrear, houve quem bancasse a capacidade do veterano atuar como titular. Não atuou.
Entre Lúcio e Lugano estão três anos bizarros para o tricolor. Estraçalharam os dentes bem cuidados de seus cardeais, e não foram socos de Ataíde Gil Guerreiro. Carlos Miguel Aidar resgatou do esgoto o pior São Paulo possível, existente nos maldosos estereótipos dos rivais: arrogante, mesquinho, e, pior, ao que tudo indica, corrupto – certamente o mais cambalacheiro dos presidentes. Juvenal Juvêncio, condutor galopante de boa parte dos vícios políticos de um tricolor com cheiro de carpete nicotinado, era também, paradoxalmente, uma bandeira do São Paulo carismático, engraçado, cativante à sua maneira.
Pois Juvenal morreu na mesma semana em que Rogério Ceni saiu de cena, finalizando assim um ano pra lá de doloroso. O Corinthians meteu 6×1, o Palmeiras duas coberturas, o Santos passeou na Copa do Brasil, a roupa suja foi lavada em público, o Osorio ficou enojado, o Wesley causou nojo, o Luis Fabiano fez inferno por dentro, o Kaká fez por fora, o Doriva espiou e vazou, o Milton Cruz continuou, o Ceni ficou contundido um tempão, o Cruzeiro, outro mineiro, entrou de novo no caminho da Libertadores, os problemas com o sócio-torcedor minaram a paciência do torcedor, e, olhando assim, nem parece possível que veio a classificação para a Libertadores, por sinal com dois gols absurdos, um na penúltima e um na última rodadas.
Os limitados Thiago Mendes e Rogério, autores dos gols, colocaram um São Paulo impróprio e improvável na Libertadores. Um bom jogo do Galo no Horto derrete qualquer tese, mas hoje, agora, a silhueta de um São Paulo campeão é visível, por incrível que pareça, e que enredo interessante já é. Seria mesmo a mais surreal e redentora das conquistas no Morumbi.
Sim, surreal e redentora. O que aconteceu nestes três anos entre Lúcio e Lugano só o torcedor do São Paulo pode te contar.
fonte: http://www.central3.com.br/blog-type/lu ... os-lugano/
Re: São Paulo Futebol Clube
belo texto
Re: São Paulo Futebol Clube
Vejam que merda.
"Denis começa a criar problemas no grupo por perder braçadeira e por temer perder titularidade."

Se não bastasse o goleiro estar em fase abaixo do aceitável para qualquer goleiro que não seja varzeano, não aceitar críticas, não reconhecer erros, entregar colegas do time em declarações e nunca assumir nada, Denis agora se rebelou.
Segundo informações de bastidores, após perder a braçadeira de capitão, o goleiro começou a criar mal estar no grupo logo que soube que não seria mais o capitão. Logo ao entrar em campo, em todas as bolas que chegavam à zaga, o goleiro começou a gesticular, bater as mãos andando em direção à área e gritar com todo mundo com fortes movimentos.
Os companheiros de time começaram a comentar que o goleiro era o último que poderia apontar algum tipo de erro de colegas e deixou muita gente irritada no grupo com a postura. Se não bastasse, o goleiro falhou no jogo. O comentário geral em torno de Denis é a insegurança que gera em todos de não poder recuar uma bola, na saída do gol etc. E se não bastasse tudo isso, agora essa postura “jogar para a galera”. Em um grupo, até a chacota “chama gol” pegou.
É notório que ele não dá conta do gol do São Paulo e a situação começa a ficar cada vez pior. Até quando persistirá essa situação?
https://zanquetta.wordpress.com/2016/05 ... ularidade/
"Denis começa a criar problemas no grupo por perder braçadeira e por temer perder titularidade."

Se não bastasse o goleiro estar em fase abaixo do aceitável para qualquer goleiro que não seja varzeano, não aceitar críticas, não reconhecer erros, entregar colegas do time em declarações e nunca assumir nada, Denis agora se rebelou.
Segundo informações de bastidores, após perder a braçadeira de capitão, o goleiro começou a criar mal estar no grupo logo que soube que não seria mais o capitão. Logo ao entrar em campo, em todas as bolas que chegavam à zaga, o goleiro começou a gesticular, bater as mãos andando em direção à área e gritar com todo mundo com fortes movimentos.
Os companheiros de time começaram a comentar que o goleiro era o último que poderia apontar algum tipo de erro de colegas e deixou muita gente irritada no grupo com a postura. Se não bastasse, o goleiro falhou no jogo. O comentário geral em torno de Denis é a insegurança que gera em todos de não poder recuar uma bola, na saída do gol etc. E se não bastasse tudo isso, agora essa postura “jogar para a galera”. Em um grupo, até a chacota “chama gol” pegou.
É notório que ele não dá conta do gol do São Paulo e a situação começa a ficar cada vez pior. Até quando persistirá essa situação?
https://zanquetta.wordpress.com/2016/05 ... ularidade/
★ 2005
★ 1992 ★ 1993
[img]http://lh6.ggpht.com/_x1GPKh6GqV8/S1eHQGUSasI/AAAAAAAAAVQ/BWDmuBiZN34/s400/6411.png[/img]
★ 1992 ★ 1993
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Re: São Paulo Futebol Clube
Técnico do Tottenham relembra Libertadores-92: 'Aprendi com melhor São Paulo da história'
No dia 17 de junho de 1992, o São Paulo comemorava pela primeira vez em sua história o título da Libertadores da América. Na equipe do Newell's Old Boys-ARG, rival tricolor na decisão, lá estava o jovem Mauricio Pochettino, ainda aos 19 anos. Hoje técnico do Tottenham, segundo colocado do Campeonato Inglês, o argentino se lembra bem daquela final.
"Tivemos o azar de encontrar o melhor São Paulo da história. Com jogadores muito bons, com um grande treinador que foi o Telê Santana, mas acho que demos trabalho. Vencemos em Rosário por 1 a 0, depois perdemos e fomos para a prorrogação e perdemos nos pênaltis a Libertadores. Mas, com o passar do tempo, guardo boas recordações", contou, em entrevista exclusiva à ESPN.
O Newell's teve de encarar um verdadeiro "inferno" em São Paulo, quando mais de 100 mil torcedores foram ao Morumbi para comemorarem o título sofrido são-paulino. Contra o time tricolor, Pochettino afirma ter aprendido muito.
"Foi uma grande experiência a nível pessoal e logicamente com a tristeza de não ter ganhado, mas com a satisfação de ter estado em uma final de Libertadores, diante de 100 mil pessoas, em um estádio incrível como é o Morumbi. Acho que foi um aprendizado que serve para eu ser melhor no presente", comentou o treinador dos "Spurs".
O Tottenham de Mauricio Pocchetino agora volta a campo no domingo, às 8h45 (de Brasília), pela penúltima rodada do Campeonato Inglês. Se vencer e o Arsenal tropeçar no Manchester City mais tarde, garante o vice-campeonato com antecedência.
fonte: http://espn.uol.com.br/noticia/596998_t ... a-historia
No dia 17 de junho de 1992, o São Paulo comemorava pela primeira vez em sua história o título da Libertadores da América. Na equipe do Newell's Old Boys-ARG, rival tricolor na decisão, lá estava o jovem Mauricio Pochettino, ainda aos 19 anos. Hoje técnico do Tottenham, segundo colocado do Campeonato Inglês, o argentino se lembra bem daquela final.
"Tivemos o azar de encontrar o melhor São Paulo da história. Com jogadores muito bons, com um grande treinador que foi o Telê Santana, mas acho que demos trabalho. Vencemos em Rosário por 1 a 0, depois perdemos e fomos para a prorrogação e perdemos nos pênaltis a Libertadores. Mas, com o passar do tempo, guardo boas recordações", contou, em entrevista exclusiva à ESPN.
O Newell's teve de encarar um verdadeiro "inferno" em São Paulo, quando mais de 100 mil torcedores foram ao Morumbi para comemorarem o título sofrido são-paulino. Contra o time tricolor, Pochettino afirma ter aprendido muito.
"Foi uma grande experiência a nível pessoal e logicamente com a tristeza de não ter ganhado, mas com a satisfação de ter estado em uma final de Libertadores, diante de 100 mil pessoas, em um estádio incrível como é o Morumbi. Acho que foi um aprendizado que serve para eu ser melhor no presente", comentou o treinador dos "Spurs".
O Tottenham de Mauricio Pocchetino agora volta a campo no domingo, às 8h45 (de Brasília), pela penúltima rodada do Campeonato Inglês. Se vencer e o Arsenal tropeçar no Manchester City mais tarde, garante o vice-campeonato com antecedência.
fonte: http://espn.uol.com.br/noticia/596998_t ... a-historia
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Re: São Paulo Futebol Clube
Osso..Mas não tira a vaga do BlacKelvin nem do Migue e Mena hj em dia..R.SEFO escreveu:Carlinhos treinando...agora sim eu fiquei preocupado!!
Longboard Crew\\Boxe Mt.A: O mundo é diferente da ponte pra cá.Reverb&Destroy
Re: São Paulo Futebol Clube
Galinhada fora agora é sempre quarta as 21h45adrenaline escreveu:E amanhã que sai as datas das quartas??
Jogo bem complicado agora, tem que ganhar bem em casa.
QUA 11/05/2016 MORUMBI 21:45
QUA 18/05/2016 INDEPENDÊNCIA 21:45
Re: São Paulo Futebol Clube
ZecaUrubu escreveu:Vejam que merda.
"Denis começa a criar problemas no grupo por perder braçadeira e por temer perder titularidade."
Se não bastasse o goleiro estar em fase abaixo do aceitável para qualquer goleiro que não seja varzeano, não aceitar críticas, não reconhecer erros, entregar colegas do time em declarações e nunca assumir nada, Denis agora se rebelou.
Segundo informações de bastidores, após perder a braçadeira de capitão, o goleiro começou a criar mal estar no grupo logo que soube que não seria mais o capitão. Logo ao entrar em campo, em todas as bolas que chegavam à zaga, o goleiro começou a gesticular, bater as mãos andando em direção à área e gritar com todo mundo com fortes movimentos.
Os companheiros de time começaram a comentar que o goleiro era o último que poderia apontar algum tipo de erro de colegas e deixou muita gente irritada no grupo com a postura. Se não bastasse, o goleiro falhou no jogo. O comentário geral em torno de Denis é a insegurança que gera em todos de não poder recuar uma bola, na saída do gol etc. E se não bastasse tudo isso, agora essa postura “jogar para a galera”. Em um grupo, até a chacota “chama gol” pegou.
É notório que ele não dá conta do gol do São Paulo e a situação começa a ficar cada vez pior. Até quando persistirá essa situação?
https://zanquetta.wordpress.com/2016/05 ... ularidade/
Valeu Denis pela forcinha!!!
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