Aff não acredito já começou essa palhaçada de novo esse cara e o irmão dele sempre roubaram para os de preto descaradamente,aquele penaltie que a bola tocou na mão do Antônio Carlos pqp filho da puta do caralho e no 2 tempo expulsou o Alvaro,SP tinha que fazer pressão pra essse cara nunca apitar clássico nosso contra os de preto.ViolentFunky escreveu:Velho,sem querer ficar pagando de chorão ou de conspirador. Sabemos q o futebol é corrupto em seus bastidores mas todo jogo lá cai esse maluco. Toda vez ele faz cagada contra a gente..só levantar. Não é possível q o SP não se toca disso e não exija outro..
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Tricolorzinho semi liberta sub20 ao vivo na Fox
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Pelo o que eu li, não é o Paolo Goltz, não é o Kanneman e não é o Gentilleti tbm... O nome do cara está sendo muito bem guardado e só quem da dicas é o próprio Paton...
Re: São Paulo Futebol Clube
Belo gol 2-1
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Que bola metida pelo Lucas Fernandes , golaco
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Re: São Paulo Futebol Clube
Cara, eu acho que compensa trazer um volante sim. Rodrigo Caio provavelmente vai jogar as Olímpiadas e vai acabar perdendo alguns jogos em amistosos pré-olímpiadas também. Além de que eu acho o Rodrigo Caio muito melhor zagueiro do que volante. A saída de bola dele é mais ou menos, além de que ele fazia muita falta e recebia muitos cartões, até expulsões por causa disso. Pode ser que ele tenha amadurecido nesse aspecto. Gosto mais do Breno de volante, ocupa muito bem o setor e saia jogando bem até. Mas o Bauza já disse que não vê o Breno jogando de volante (ele podia ao menos testar...), além de que o Breno vive machucado. Mas se for pra trazer qualquer um ou trazer um burucutu, prefiro o Rodrigo Caio ou Hudson mesmo.PedroSP13 escreveu:Se vier um bom zagueiro acho que supri a carência de primeiro volante também, porque aí dá pra jogar o Rodrigo Caio pra cabeça de área e na zaga sobra Lugano, Breno e esse novo zagueiro.
Ps: o Hudson fez uma ótima partida ontem mas acho que nas partidas decisivas ele não é tão confiável.
Desses zagueiros argentinos aí não conheço nenhum. O que vier tá bom, jogadores argentinos são raçudos e tem gana de vencer.
Re: São Paulo Futebol Clube
3-2 viramos e estamos melhor na parada.
Re: São Paulo Futebol Clube
3-2 viramos e estamos melhor na parada.
Re: São Paulo Futebol Clube
Depois de Donatti, Gentiletti, entre outros, surge um novo boato sobre o novo zagueiro do São Paulo, o nome da vez é Marco Torsiglieri
Re: São Paulo Futebol Clube
Opaaa.... valeu pelo video Aquatico!!!
Re: São Paulo Futebol Clube
Pedro fez o gol da virada e mandou duas doses de tequila de manga pro Kiko

Re: São Paulo Futebol Clube
Michel Bastos não é o líder que o São Paulo precisa
Michel Bastos é, acima de tudo, um bom jogador de futebol. É inegável. Teve boas passagens pelo futebol europeu e foi titular da seleção brasileira em Copa do Mundo. Não é para qualquer um, sejamos justos.
Quando chegou ao São Paulo, em meados de 2014, foi tratado pela diretoria como craque. Mesmo ofuscado pela volta de Kaká ao tricolor, se tornou um reserva de luxo, fazendo boas atuações e rendendo um papel de destaque quando o então camisa 8 deixou o Morumbi para jogar nos Estados Unidos.
Quando 2015 começou, conquistou seu espaço como titular e foi disparado o melhor jogador do time que pouco brilhava no Campeonato Paulista e na primeira fase da Copa Libertadores. Até que...
Em maio, Michel Bastos foi diagnosticado com dengue. Por pura ironia do destino, nunca mais foi o mesmo jogador com a camisa do São Paulo. Uniu fracas atuações com polêmicas, passou o resto de 2015 jogando inegavelmente mais com nome do que com a bola que tinha e passou a ser perseguido por parte da torcida. Um atleta completamente diferente dos primeiros meses atuando no Morumbi.
Mesmo assim, ganhou a confiança de Patón Bauza. Para 2016, com a saída de Rogério Ceni, foi escolhido como capitão da equipe - mesmo que interinamente, até a volta de Lugano. E assim foi nos primeiros jogos da temporada, inclusive nos dois pela Libertadores, garantindo a classificação para a fase de grupos do nosso torneio favorito.
A grande questão é: Michel tem perfil para capitanear o São Paulo? É experiente e tem cancha, mas será que se encaixa no que precisamos?

Deixemos a parte técnica um pouco de lado. O camisa sete está longe de ser um jogador com condições de ser capitão de uma equipe grande - e turbulenta - como o São Paulo. Apenas para relembrar, Michel coleciona polêmicas desde que chegou ao time. Em seu início, teve uma série de expulsões. Depois, ao renovar o contrato (o inicial era de apenas um ano e meio), teve queda brusca de rendimento. Em junho, ironizou o atraso nos salários. Dias depois, xingou Osorio ao ser substituido em uma partida. "Eu? Porra, filho da puta do caralho", denuciaram as câmeras da televisão.
Nada perto do final de outubro, quando, criticado por parte da torcida, marcou um gol contra o Sport e fez sinal para se calarem. Vítima de racismo na internet, ainda tentou se defender com um "tenho que ficar quieto ainda?", mas sabemos que são coisas diferentes. Racismo é coisa séria e precisa ser tratada assim; xingar torcedores que estão em seu direito de criticarem é bem longe disso.
Não são novidades. Ao chegar ao Atlético Paranaense, vindo do Feyenoord em 2003, deu uma entrevista dizendo que queria voltar ao futebol europeu "o quanto antes" - se defendeu dizendo que foi mal interpretado, o que, convenhamos, faz muito sentido. No ano seguinte, pelo Grêmio, foi afastado do elenco principal após ter sido flagrado com bebida alcoólica na concentração de um jogo. Pela Roma, foi apresentado levantando uma faixa com os escritos de "Lazio merda", provocando o maior rival. Não custa lembrar: mesmo em sua longa carreira, só conquistou dois títulos: uma Copa e uma Supercopa da França, com o Lyon.
Se tem um temperamento explosivo, faz questão de mostrar. Quando é criticado na internet, como em suas redes sociais, se defende e critica. Mas chegou ao ponto de ir no perfil de torcedores e criticá-los de volta. Que me desculpe o profissional, mas falta muito para ser um capitão.

Como dito, Michel é bom jogador. Sempre foi e tem potencial para ser um dos melhores meio-campistas do país. Mas está longe de ser o que parece pensar. Em primeiro lugar, é preciso reconhecer que caiu muito de produção, seja lá qual foi o motivo. Não joga mais como jogou quando chegou e suas boas atuações são cada vez mais raras. Depois, precisa manter a humildade e saber que ele carrega uma faixa que representa o amor de milhões de pessoas. Para isso, além de caráter, precisa de um controle emocional acima da média.
A torcida precisa e vai abraçar o time, como aconteceu contra o Cesar Vallejo. Seja com Centurión, Wesley, Lucão ou com Calleri, Thiago Mendes ou Lugano, dentro de campo todos precisam ser apoiados. Mas, por favor, que façam por onde e mostrem respeito por quem ama, torce e gasta o dinheiro com este clube. Se há clima para Michel Bastos continuar no São Paulo, não sei. Para ser capitão, com certeza não. Um banco de reservas e principalmente o fim da posse da faixa não fariam mal nenhum.
http://espnfc.espn.uol.com.br/sao-paulo ... lo-precisa
Michel Bastos é, acima de tudo, um bom jogador de futebol. É inegável. Teve boas passagens pelo futebol europeu e foi titular da seleção brasileira em Copa do Mundo. Não é para qualquer um, sejamos justos.
Quando chegou ao São Paulo, em meados de 2014, foi tratado pela diretoria como craque. Mesmo ofuscado pela volta de Kaká ao tricolor, se tornou um reserva de luxo, fazendo boas atuações e rendendo um papel de destaque quando o então camisa 8 deixou o Morumbi para jogar nos Estados Unidos.
Quando 2015 começou, conquistou seu espaço como titular e foi disparado o melhor jogador do time que pouco brilhava no Campeonato Paulista e na primeira fase da Copa Libertadores. Até que...
Em maio, Michel Bastos foi diagnosticado com dengue. Por pura ironia do destino, nunca mais foi o mesmo jogador com a camisa do São Paulo. Uniu fracas atuações com polêmicas, passou o resto de 2015 jogando inegavelmente mais com nome do que com a bola que tinha e passou a ser perseguido por parte da torcida. Um atleta completamente diferente dos primeiros meses atuando no Morumbi.
Mesmo assim, ganhou a confiança de Patón Bauza. Para 2016, com a saída de Rogério Ceni, foi escolhido como capitão da equipe - mesmo que interinamente, até a volta de Lugano. E assim foi nos primeiros jogos da temporada, inclusive nos dois pela Libertadores, garantindo a classificação para a fase de grupos do nosso torneio favorito.
A grande questão é: Michel tem perfil para capitanear o São Paulo? É experiente e tem cancha, mas será que se encaixa no que precisamos?
Deixemos a parte técnica um pouco de lado. O camisa sete está longe de ser um jogador com condições de ser capitão de uma equipe grande - e turbulenta - como o São Paulo. Apenas para relembrar, Michel coleciona polêmicas desde que chegou ao time. Em seu início, teve uma série de expulsões. Depois, ao renovar o contrato (o inicial era de apenas um ano e meio), teve queda brusca de rendimento. Em junho, ironizou o atraso nos salários. Dias depois, xingou Osorio ao ser substituido em uma partida. "Eu? Porra, filho da puta do caralho", denuciaram as câmeras da televisão.
Nada perto do final de outubro, quando, criticado por parte da torcida, marcou um gol contra o Sport e fez sinal para se calarem. Vítima de racismo na internet, ainda tentou se defender com um "tenho que ficar quieto ainda?", mas sabemos que são coisas diferentes. Racismo é coisa séria e precisa ser tratada assim; xingar torcedores que estão em seu direito de criticarem é bem longe disso.
Não são novidades. Ao chegar ao Atlético Paranaense, vindo do Feyenoord em 2003, deu uma entrevista dizendo que queria voltar ao futebol europeu "o quanto antes" - se defendeu dizendo que foi mal interpretado, o que, convenhamos, faz muito sentido. No ano seguinte, pelo Grêmio, foi afastado do elenco principal após ter sido flagrado com bebida alcoólica na concentração de um jogo. Pela Roma, foi apresentado levantando uma faixa com os escritos de "Lazio merda", provocando o maior rival. Não custa lembrar: mesmo em sua longa carreira, só conquistou dois títulos: uma Copa e uma Supercopa da França, com o Lyon.
Se tem um temperamento explosivo, faz questão de mostrar. Quando é criticado na internet, como em suas redes sociais, se defende e critica. Mas chegou ao ponto de ir no perfil de torcedores e criticá-los de volta. Que me desculpe o profissional, mas falta muito para ser um capitão.
Como dito, Michel é bom jogador. Sempre foi e tem potencial para ser um dos melhores meio-campistas do país. Mas está longe de ser o que parece pensar. Em primeiro lugar, é preciso reconhecer que caiu muito de produção, seja lá qual foi o motivo. Não joga mais como jogou quando chegou e suas boas atuações são cada vez mais raras. Depois, precisa manter a humildade e saber que ele carrega uma faixa que representa o amor de milhões de pessoas. Para isso, além de caráter, precisa de um controle emocional acima da média.
A torcida precisa e vai abraçar o time, como aconteceu contra o Cesar Vallejo. Seja com Centurión, Wesley, Lucão ou com Calleri, Thiago Mendes ou Lugano, dentro de campo todos precisam ser apoiados. Mas, por favor, que façam por onde e mostrem respeito por quem ama, torce e gasta o dinheiro com este clube. Se há clima para Michel Bastos continuar no São Paulo, não sei. Para ser capitão, com certeza não. Um banco de reservas e principalmente o fim da posse da faixa não fariam mal nenhum.
http://espnfc.espn.uol.com.br/sao-paulo ... lo-precisa
Re: São Paulo Futebol Clube
x_______________________aquatico escreveu:Michel Bastos não é o líder que o São Paulo precisa
Chupa essa migué 2 titulo
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Re: São Paulo Futebol Clube
Quem não lembra na copa de 2010 o migué mandou a assessora dele pra coletiva perguntar pq não era titular pro dunga..
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Damiam moreno e o cristian ramirez do Lanus precisam ser comprados.
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