Página 2 de 3

Re: Brasil amanhã news - Na Venezuala camisinha custa R$ 2.0

Enviado: 05 Fev 2015 07:22
por Aquaman
Vai ter nego reutilizando a camisinha...
Se não estorou... é só lavar e tá nova

Re: Brasil amanhã news - Na Venezuala camisinha custa R$ 2.0

Enviado: 05 Fev 2015 07:59
por frankshamrock
ue, compra do paraguai ? compra do Brhue ? da china ?

Re: Brasil amanhã news - Na Venezuala camisinha custa R$ 2.0

Enviado: 05 Fev 2015 08:27
por Shin
O Maduro fudeu até o cruzo dos venezuelanos.

Tudo culpa dos EUA.

Re: Brasil amanhã news - Na Venezuala camisinha custa R$ 2.0

Enviado: 05 Fev 2015 08:49
por Galinoia
Só comer o caneco, aí não tem problema.

Re: Brasil amanhã news - Na Venezuala camisinha custa R$ 2.0

Enviado: 05 Fev 2015 21:05
por RAINMAKER
A galera do PSOL, se entrasse no poder aumentava o salario minimo pra 2000 no Brasil. No conto de fadas deles injetar tanto dinheiro na economia assim de uma vez não gera inflação, são os capitalistas malvados que sobem o preço pra fuder com o socialismo.

Re: Brasil amanhã news - Na Venezuala camisinha custa R$ 2.0

Enviado: 05 Fev 2015 21:15
por federer
Galinoia escreveu:Só comer o caneco, aí não tem problema.
Aii é pior ainda né man, comer cú é muito mais arriscado que buceta.
No mais com essa crise as venezuelanas vão melhorar muito suas habilidades no boquete :vampire:

Re: Brasil amanhã news - Na Venezuala camisinha custa R$ 2.0

Enviado: 06 Fev 2015 11:10
por Galinoia
federer escreveu: Aii é pior ainda né man, comer cú é muito mais arriscado que buceta.
No mais com essa crise as venezuelanas vão melhorar muito suas habilidades no boquete :vampire:
Caneco feminino, claro.
Camisinha é só pra não engravidar já que Aids só viado pega. [emoji23]


Enviado do meu iPhone usando Tapatalk

Re: Brasil amanhã news - Na Venezuala camisinha custa R$ 2.0

Enviado: 06 Fev 2015 11:23
por Raphael Shaka
E tem retardado que defende esse sistema.

Enviado de meu LG-D690n usando Tapatalk

Re: Brasil amanhã news - Na Venezuala camisinha custa R$ 2.0

Enviado: 06 Fev 2015 11:24
por Mark Twain
Esta ocorrendo mais assassinatos na Venezuela do que no oriente médio...isso desde 2012.

Agora 1 policial é assasinado na Venezuela por dia, essa tem sido a média em 2015.
Principal motivo: Roubar a arma do policial
Segundo motivo: Quantidade de roubos ja triplicou comparado aos meses de janeiro/fev 2014.

http://www.reuters.com/article/2015/01/ ... DH20150129" onclick="window.open(this.href);return false;
http://caracaschronicles.com/2015/02/05 ... venezuela/" onclick="window.open(this.href);return false;
http://article.wn.com/view/2015/01/29/I ... one_a_d_b/" onclick="window.open(this.href);return false;

Imagem

Re: Brasil amanhã news - Na Venezuala camisinha custa R$ 2.0

Enviado: 06 Fev 2015 12:37
por JackmAtAll
Eles merecem nada menos do que uma intervenção militar com os EUA implantando um novo governo democrático com os dissidentes que hoje moram nos EUA.

Ai o mal seria corado pela raiz e enfraquecido a liderança bolivariana que a dentuça segue.

Re: Brasil amanhã news - Na Venezuala camisinha custa R$ 2.0

Enviado: 06 Fev 2015 12:39
por Raphael Shaka
Toda vez que vejo a cara da Dilma, vejo que sou capaz de torturar. Como eu odeio essa desgracada, pqp.


Enviado do meu iPad usando Tapatalk

Re: Brasil amanhã news - Na Venezuala camisinha custa R$ 2.0

Enviado: 06 Fev 2015 12:49
por Old Logan
ai é foda.
coca cola deve ter aumentado seu volume de vendas

Re: Brasil amanhã news - Na Venezuala camisinha custa R$ 2.0

Enviado: 06 Fev 2015 16:48
por bicolor
peudoria escreveu:Só pega aids quem faz exame...Chapa nessas puta



Ps. Mestre Monson e seus amigos estariam protegidos lá já que ele tem condições de comprar refrigerante pros brother :D

aushdhuaudshaushd

Lembrei de um tópico sobre exame de AIDS no finado...

Re: Brasil amanhã news - Na Venezuala camisinha custa R$ 2.0

Enviado: 08 Fev 2015 19:00
por Shin
“Todos os líderes populistas são grandes mentirosos”
Edição Brasil no EL PAÍS / by Javier Lafuente / 27min ago

Miguel Henrique Otero, filho e neto de jornalistas, dirige o El Nacional, o único jornal independente de circulação nacional que resta na Venezuela. Fundado em 1943, consegue suplantar o controle e a pressão que, durante os últimos anos, o Governo chavista vem exercendo sobre os meios de comunicação. Em visita à Espanha, Otero alerta sobre a situação vivida por seu país, mergulhado em crise econômica, e sobre a necessidade de mudança de modelo, que passa pela saída do Executivo de Maduro e do chavismo, aos quais Otero, durante a conversa, refere-se constantemente como “eles”.

Pergunta. Qual é o maior risco que corre o El Nacional?

Resposta. Que fiquemos sem papel. Para este ano está resolvido, graças à solidariedade internacional. É claro que tivemos que reduzir o número de páginas, fazer ajustes importantes, mas conseguimos sobreviver. Sabemos que o Governo, em sua linha de estatizar e controlar as empresas, pode agir contra nós, ou criminalizar nossos trabalhadores, a quem já ameaçou tantas vezes, e começar a prender jornalistas.

P. Como viveu nestes anos a perseguição à imprensa?

R. Atacaram-nos, disseram que foi o povo de forma espontânea, mas vinham em ônibus da prefeitura; há uns 10 anos nos jogaram uma bomba, prenderam o sujeito e o soltaram em uma hora. É o terrorista pego com a mão na massa que menos tempo passou preso. Se uma instituição publica um anúncio no El Nacional imediatamente a chamam, reprimem-na e a ameaçam no Governo. Além disso, somos vítimas da desqualificação permanente pelos meios estatais, que se dedicam a nos difamar constantemente.

P. A sociedade venezuelana está bem informada?

R. Quarenta por cento do território nacional só é coberto pelos meios oficiais. As filas [nos supermercados, em razão do desabastecimento de produtos] não aparecem na televisão, não podem ser transmitidas. Os jornais, salvo exceções regionais ou a nossa, só publicam notas do Governo. Na rede há acesso a muita informação, existem muitos portais, embora eles bloqueiem alguns. Mesmo assim, sempre há modos de vê-lo, porque se pode mudar o IP, mas nem todo mundo sabe fazer isso. Com o telefone, por exemplo, não é possível.

P. O senhor e seu jornal apoiaram a chegada de Chávez ao poder, em 1998. Arrepende-se disso?

R. A prova de que nos arrependemos é o que estamos fazendo. O problema de todos estes líderes carismáticos, populistas, é que caem de paraquedas, existem porque o que há não é bom. Depois, as promessas que fazem estão muito distantes da realidade, são grandes mentirosos. Chávez chega ao poder com a ideia de implantar a terceira via de Blair, e quando se consolida, torna-se cubano. Ninguém podia imaginar.

P. O que deu errado no chavismo?

R. O modelo. É completamente anacrônico. Só existe na Coreia do Norte e em Cuba, que agora está vendo como faz para mudar. Há 50 anos, metade do mundo vivia assim, mas isso ruiu estrondosamente.

P. Qual futuro espera a Venezuela em curto prazo?

R. A situação é insustentável. Estamos diante de uma crise econômica de enorme profundidade, que com a queda do preço do petróleo é multiplicada por 20. A maneira de revertê-la passa por uma mudança de modelo, da percepção ideológica do país. É preciso buscar o apoio do setor privado. Com medidas parciais não se vai sair. São necessárias mudanças profundas, e eles não vão fazer isso, porque são reféns de sua ideologia.

P. Que papel é desempenhado por Maduro, e qual por Diosdado Cabello, seu número dois?

R. As pessoas têm em seu imaginário que são diferentes, e que Cabello pode substituir Maduro. Não creio. Eles são o regime, um regime que está nas últimas. Têm que ficar unidos. Se um agir contra o outro, cai o regime todo. Eles sabem disso, precisam um do outro.

P. Maduro vai cair?

R. A probabilidade é muito alta. Pode acontecer qualquer coisa, uma explosão social, uma grande revolta. À insegurança, à falta de democracia se junta agora essa incrível crise econômica. E não há resposta. Na última mensagem de Maduro ao Congresso, a questão da insegurança não apareceu em parte alguma. Terminou dizendo que, no que se refere à recuperação, “Deus proverá”.

P. A que se deve o aumento da pobreza, para o qual vários órgãos alertam?

R. Está vinculado ao fracasso do modelo, que se baseia na dádiva, no crescimento das receitas externas pelo preço do barril, não por haver maior produtividade. Esse único produto foi crescendo ano após ano, até que deixou de fazê-lo. Agora baixou. Não podem manter o nível de consumo nem a renda de uma população que não é produtiva. Por isso a pobreza se multiplica. As coisas afetam todo mundo, pobres e ricos. É preciso ir a vários lugares para conseguir um produto ou outro. Se você tem filhos pequenos e precisa de leite, é um drama. Quando você viaja, as pessoas te encomendam xampu, pasta de dentes, sabão para lavar a roupa...

P. Por que a oposição não está unida?

R. A oposição não tem diferenças fundamentais. Estão unidos no programa, no objetivo, nas coisas importantes. Há um problema de protagonismo. Esse é o drama da oposição venezuelana: a falta de unidade pelo protagonismo de seus líderes. Eu me refiro a [Henrique] Capriles, a Leopoldo López, a María Corina [Machado], a Antonio Ledesma, a Henry Ramos, a Julio Borges, a todos. Cada um individualmente é um grande líder, poderia ser o líder. Não é que haja uns bons e outros maus. Mas têm um problema de protagonismo entre si, que cria fricções pessoais que os impedem de criar uma plataforma unificada diante dessa crise. Quando [Marcos] Pérez Jiménez caiu, em 1957, havia uma junta patriótica onde estava todo mundo; no Chile, com a Concertação, estava a direita democrática e o Partido Comunista. Na Espanha, não é preciso ir tão longe, todos se uniram...

P. É possível uma mudança se não conseguirem a união?

R. Há uma unidade eleitoral. Em assuntos que têm a ver com a crise, com as mobilizações, não há um enfoque conjunto. No dia a dia da política, que é importante quando há uma crise como esta, estão desarticulados.

P. Leopoldo López está preso há quase um ano à espera da sentença. Até quando acredita que essa situação vá durar?

R. O quanto o Governo quiser que dure, porque esse não é um julgamento. Quando decidirem que deve haver uma sentença, será a de que é inocente, e o soltarão porque não têm provas.

P. Que semelhanças vê entre o Podemos e a Venezuela?

R. Muitas. Esses movimentos de supostamente gente nova que está contra as cúpulas apodrecidas, uma frase chavista, que dizem que é preciso mudar tudo, são movimentos que nascem dentro de um sistema onde a elite que governa tem falhas muito grandes. Mas desencadeiam entre as pessoas uma expectativa que não resulta em propostas concretas. Esse pessoal do Podemos participou do Governo de Chávez, eram seus assessores. Monedero tinha gabinetes no palácio do Governo e recebeu pagamentos como assessor. Nunca disse que não estava de acordo nem fez nenhuma crítica. Tenta distanciar-se um pouco porque sabe que isso o prejudica, mas esteve comprometido, e há pessoas que o chamavam de guru espanhol.

P. Diosdado Cabello equiparou o chavismo com o Podemos e o Syriza, na Grécia.

R. Eles acreditam que o processo se reproduz em outros países. Consideram que o movimento bolivariano se estende à Europa. Aqui na Espanha se distanciam, mas não negam, porque sabem os compromissos históricos que os unem.

http://elpais.com/brasil/2015/02/06/int ... 08506.html" onclick="window.open(this.href);return false;

Re: Brasil amanhã news - Na Venezuala camisinha custa R$ 2.0

Enviado: 08 Fev 2015 19:02
por Shin
É esse o tipo de "democratização", "controle social" ou "regulamentação" da mídia que o PT quer.