
http://blogs.oglobo.globo.com/ancelmo/p ... Piano=true
Então Mestre,Mestre 2.0 escreveu: ↑09 Jul 2017 15:28Não, não, é assim que a banda toca, sim. Eu nasci paupérrimo, ascendi, mas sou a exceção da exceção da exceção e sei que exemplos como eu não servem pra nada, porque argumento pela exceção é falacioso.
E eu passei fome, literalmente, no meio da metrópole de São Paulo. E não era o único. Ia pra escola para merendar. O que o foristas relatou é plenamente factível.
Edit: a meritocracia fica onde quando o nascimento numa família abastada é o principal fator de sucesso?

Destrinche um pouco melhor os seus posts... se o desempenho dos cotistas nas Universidades é até melhor do que os não-cotistas (conforme suas próprias fontes), então por que eles precisam cotas nos concursos (em especial aqui para os concursos públicos que exijam uma área específica de formação)?AEGIS escreveu: ↑09 Jul 2017 20:13Há poucas semanas também foram feitos grandes avanços, com o incremento de cotas nos mais diversos setores, como concursos públicos em geral. Mais recentemente para magistratura e Ministério Público.
Enquanto não criamos a tal sociedade perfeita meritocrática onde realmente só se necessita o "esforço", as cotas ao menos garantem uma maior diversidade e democracia na malha social.
Excepcional!
Enquanto as pessoas não entenderem que a sociedade é desigual e que as cotas são uma política afirmativa de equilíbrio social, só ira haver frustração. Ser cotista ou não cotista não torna ninguém melhor ou pior que ninguém. Não se está passando mão na cabeça das pessoas. Cotista não é coitado. É uma pessoa a quem foi dado uma opção de ingresso em determinada instituição devido a uma política afirmativa e que a aceitou, só isso. Não é uma competição entre classes, raças, etnias, que seja. É apenas uma adequação para melhor equilíbrio de representatividade e inclusão. Tente entender isso.Michael Scofield escreveu: ↑09 Jul 2017 21:45Destrinche um pouco melhor os seus posts... se o desempenho dos cotistas nas Universidades é até melhor do que os não-cotistas (conforme suas próprias fontes), então por que eles precisam cotas nos concursos (em especial aqui para os concursos públicos que exijam uma área específica de formação)?
Mas não é uma contradição esses dados que vc diz existir com a cota pra concurso público?AEGIS escreveu: ↑09 Jul 2017 22:22Enquanto as pessoas não entenderem que a sociedade é desigual e que as cotas são uma política afirmativa de equilíbrio social, só ira haver frustração. Ser cotista ou não cotista não torna ninguém melhor ou pior que ninguém. Não se está passando mão na cabeça das pessoas. Cotista não é coitado. É uma pessoa a quem foi dado uma opção de ingresso em determinada instituição devido a uma política afirmativa e que a aceitou, só isso. Não é uma competição entre classes, raças, etnias, que seja. É apenas uma adequação para melhor equilíbrio de representatividade e inclusão. Tente entender isso.
Quanto aos dados etc, hoje existe muita informação na internet (aliás recomendo que você releia com atenção o tópico tem bastantes links em site gabaritados já postados aqui), basta uma pesquisa e você terá muita informação, muita coisa, inclusive, baterá com o que eu disse em posts atrás.

Exatamente. O mano Aegis deve achar que a gente tá perseguindo ele ao ficar com esses questionamentos... mas pensem um pouco e vejam o contraditório em torno de algumas dessas cotas.
Pois é, tb quero entender...

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