Lendas da História Militar e Estratégia
Enviado: 08 Jan 2015 13:14
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mano, nao sei se tudo q vc postou é verdade, mas eu ri ao ponto de doer a barriga lendo esse trecho.Lucafs escreveu: Durante a guerra, o mais temido soldado inimigo dos alemães no Front ocidental, era "os brasileiros de cabeça chata", que quando acuados, sacavam uma faca enorme de dentro das roupas e saíam estripando quem estivesse pela frente até conseguirem fugir ou eliminar a oposição. Explica-se: ocorreram episódios, no front italiano, em que nordestinos entraram no corpo-a-corpo com soldados alemães, e buscaram equilibrar a desproporção física, com "peixeiradas" nos teutônicos...
Foda essa aí.Lucafs escreveu: Na época da Revolução Farroupilha, o ditador argentino Rosas ofereceu apoio logístico e militar aos revoltosos gaúchos na luta contra o Império Brasileiro. David Canabarro, um dos comandantes farroupilhas de imediato lhe respondeu: - "Senhor - o primeiro de seus soldados que atravessar a fronteira fornecerá o sangue com que assinaremos a paz com os imperiais e em seguida a guerra contra a Argentina. Acima de nosso amor à República está nosso brio de brasileiros. Quisemos, ontem, a separação de nossa pátria, hoje almejamos a sua integridade. Seus homens, se ousarem invadir nosso país, encontrarão, ombro a ombro os republicanos de Piratini e os monarquistas do senhor D. Pedro II".
Suriname não é melhor que aquí.terroso escreveu:Conta-se que na batalha dos Guararapes os portugueses e brasileiros estavam sendo derrotados e o corneteiro recebeu ordens de soar o toque de retirada. Em vez de dar o toque de retirada, ele se confundiu e deu o de cavalaria - avançar degolando. Os holandeses - que estavam de frente pro sol - se assustaram e bateram em retirada. As tropas avançaram e venceram a batalha.
Eu acredito que se fôssemos colonizados pelos holandeses, aqui poderia ser um pais um pouco melhor, então vou colocar a culpa no corneteiro !
"Conta-se que na batalha dos Guararapes os portugueses e brasileiros estavam sendo derrotados e o corneteiro recebeu ordens de soar o toque de retirada. Em vez de dar o toque de retirada, ele se confundiu e deu o de cavalaria - avançar degolando. Os holandeses - que estavam de frente pro sol - se assustaram e bateram em retirada. As tropas avançaram e venceram a batalha!"
"Outra confusão relacionada à FEB: conta-se que rolou uma briga generalizada entre brasileiros e americanos por causa de mulheres italianas. Quando a PE (polícia do exército) chegou, os brasileiros tinham sumido... e havia mais italianos (civis) no local que antes da briga... alguns inclusive, estranhamente nem sabiam falar italiano e eram dotados de um biotipo físico, um tanto quanto diferente, mais, digamos escuros... Só os americanos acabaram presos."
"Durante a guerra, o mais temido soldado inimigo dos alemães no Front ocidental, era "os brasileiros de cabeça chata", que quando acuados, sacavam uma faca enorme de dentro das roupas e saíam estripando quem estivesse pela frente até conseguirem fugir ou eliminar a oposição. Explica-se: ocorreram episódios, no front italiano, em que nordestinos entraram no corpo-a-corpo com soldados alemães, e buscaram equilibrar a desproporção física, com "peixeiradas" nos teutônicos..."
"Um soldado brasileiro da FEB capturou um alemão na Itália e fez questão de levá-lo pessoalmente até o coronel de seu destacamento. Quando o pracinha chegou no quartel, gritou bem alto:
- Coronel! Acabei de capturar um tedesco. E o safado ainda é vascaíno!"
"A 1ª Cia de Engenharia, ao abrir a estrada Canavaccia - Montese para a passagem dos carros de combate que iam participar do ataque, empregou seu tratorista destemidamente, pois além de a estrada estar minada, estava sujeita a violento bombardeio de artilharia. Sem se atemorizar, o tratorista continuou o seu trabalho, embora totalmente exposto, preocupando-se mais com este do que com as bombas inimigas. O General Mascarenhas, que assistia ao ataque de seu observatório em Sassomolare, exclamou entusiasmado: “Esses americanos são extraordinários!” O Coronel Machado Lopes, Comandante da Engenharia Divisionária, ao seu lado, atalhou: “Não são os americanos. É a sua Engenharia, meu General.”"
"O soldado Kramer da FEB (Força Expedicionária Brasileira - 2ª Guerra Mundial) conta que avançava com a 6ª Cia, e um alemão, que estava escondido na casa de um italiano, veio se render. O pracinha o rendeu e deu-lhe a sua carabina para que o tedesco carregasse. Ele disse chegando ao PC da companhia e apresentando-se ao Tenente:
- Pronto, seu Tenente. Este é um alemão que eu prendi.
- E onde está o seu fuzil? - perguntou-lhe o oficial.
- Está com ele. Eu estava cansado e o fuzil tava pesado, dei pro gringo carregar, ora!"
"Os soldados da FEB tiveram vários atritos com os americanos na Itália. Diversas ocorrências de munição, granadas e até comida desaparecendo. Após os soldados reclamarem com o comandante, este foi falar com o comandante americano. O americano rindo disse que na guerra era assim, e que os brasileiros deveriam ser mais cuidadosos. O oficial brasileiro voltou para seu barracão contrariado e passou algumas ordens à seus homens. No outro dia, o comandante americano pessoalmente o visitou e foi logo dizendo:
- Como lhe falei anteriormente, é normal os soldados extravasarem cometendo esses pequenos delitos. Não nos importamos com comida e munição, mas por favor, DEVOLVAM O NOSSO TANQUE!"
As histórias dos brasileiros na Segunda Guerra Mundial são fodas hahahahaha"Naquela babel de brasileiros, americanos, alemães, italianos etc, muita confusão havia de surgir. Com uma patrulha, comandada por um sargento gaúcho se deu o seguinte fato:
Numa volta do caminho, nossa patrulha dá com um bolo de alemães e o sargento imediatamente cercou todo mundo com seus homens, desarmando-os. A questão era que os alemães já vinham sendo tocados por dois ou três americanos, que os haviam aprisionado. Vendo nossos homens naquela atitude, os americanos gritaram:
-“Oh! Brazilian friends!”. O sargento, porém, que não sabia bem o inglês, não quis saber de conversa e foi dizendo:
- “Não tem disso, não! É tudo gringo, vai tudo preso!”
E só quando chegaram à Companhia é que se esclareceu quem era “gringo” e quem não era."

