Carros do presente e futuro: porque 12 Cgs e uma Evoque nem sempre é suficiente

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warrior
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Mensagem por warrior » 16 Mar 2018 09:43

https://www.flatout.com.br/governo-pode ... ur-e-mais/

Governo pode aumentar (ainda mais) mistura de etanol à gasolina, sucessor do McLaren F1 irá além dos 392 km/h, o possível fim de The Grand Tour e mais!

Governo federal estuda aumento de álcool na gasolina

O jornal Folha de S. Paulo publicou nesta segunda-feira (12) que o governo federal está preparando um decreto que poderá aumentar a mistura de álcool anidro na gasolina para até 40% nos próximos 12 anos. Segundo o jornal, a medida pode ser resultado da regulamentação do programa de biocombustíveis RenovaBio, sancionado no final de 2017, que prevê a redução de poluentes em derivados de petróleo e o aumento do uso de combustíveis “limpos” como o etanol. Caso seja aprovado, o decreto irá aumentar a mistura de álcool na gasolina para 30% em 2022 e 40% em 2030.

Os valores das misturas, contudo, ainda não foram definidos. A Petrobras já realizou testes com 30% de álcool adicionado à gasolina, mas a decisão final depende do Ministério da Fazenda (sim, depende de contabilistas e não de técnicos em combustíveis/engenheiros), que prevê uma queda de R$ 4 bilhões na arrecadação de tributos, uma vez que o álcool tem menor incidência de impostos que a gasolina. Já a Casa Civil e os produtores de álcool, defendem que as proporções sejam mantidas em 30% para 2022 e 40% para 2030.

Não é para menos: aumentando a proporção dos atuais 27% para 30%, a produção anual de cana passará de 668 milhões de toneladas para 820 milhões de toneladas em 2026, e a produção anual de álcool subirá de 18 bilhões para 31 bilhões de litros. Logicamente o aumento da demanda por álcool combustível deverá afetar a produção de açúcar — e também o contrário poderá acontecer caso o açúcar se torne mais vantajoso, como aconteceu há alguns anos quando a produção açucareira da Índia foi afetada pela falta de chuvas.

O decreto, coincidentemente, veio à tona depois que o Senado Federal voltou a divulgar o projeto de lei que prevê a proibição de veículos a gasolina e diesel a partir de 2040. Parece que nossa piada de primeiro de abril está se tornando realidade.


Fusca e CC deixam de ser vendidos no Brasil

Depois de retirar a possibilidade de configuração do Fusca e do CC no site brasileiro, de encerrar a produção do CC para dar espaço ao Arteon, e de anunciar que a atual geração do Fusca não terá um sucessor na Europa, a Volkswagen finalmente anunciou o fim das vendas dos modelos no Brasil durante a apresentação da linha 2018 do Passat.

Com o fim dos dois modelos, a linha premium da Volkswagen passa a ser composta apenas pelo Jetta, Passat, Tiguan e Touareg — quatro modelos dos quais três serão renovados nos próximos meses, começando pelo Jetta, que já pode ser encontrado em promoções para esgotar os estoques. Os demais modelos atualizados serão o Tiguan, que ganhará uma nova geração com sete lugares, e o Touareg. Lá fora o CC foi substituído pelo Arteon, mas ainda não há nenhuma palavra da Volkswagen sobre o modelo no Brasil, o que nos leva a crer que é pouco provável que ele seja trazido.


The Grand Tour pode acabar após a terceira temporada

Quando Jeremy Clarkson, Richard Hammond e James May assinaram com a Amazon para produzir The Grand Tour, o contrato previa a realização de três temporadas e 36 episódios. Com duas temporadas e 24 episódios lançados, resta apenas um terço do contrato para ser cumprido — a terceira temporada com 12 episódios, que deverá ser lançada no final deste ano e encerrada em fevereiro de 2019. Normalmente esperaríamos a renovação do contrato para mais algumas temporadas, mas aparentemente esta terceira temporada também será a última.

Segundo o jornal britânico The Daily Mail, Jeremy Clarkson já assinou um contrato para ser apresentador da nova versão de “Quem Quer Ser um Milionário”, quando seu atual contrato acabar. “Não há nada que sugira que haverá uma nova temporada. Ninguém assinou nada e os funcionários estão se perguntando para onde irão quando as filmagens forem encerradas”, disse uma fonte do jornal. Clarkson inicialmente se recusou a comentar os rumores e disse que eles são “imprecisos” e que é “hilário que alguém acredite no Mail Online” (o site do jornal). Seu amigo e produtor Andy Wilman disse que a equipe está “concentrada na terceira temporada no momento”.

Os boatos vêm ao encontro de uma declaração de James May, feita em dezembro de 2016. Na ocasião, May disse que The Grand Tour “não duraria muito mais que cinco anos” porque ele já estava perdendo a vontade de fazer palhaçadas por aí, e também porque ele e Clarkson estariam muito velhos para o trabalho. Desde então menos de dois anos se passaram, mas May já parece interessado em outros rumos, bem como Clarkson e Hammond, considerando suas atividades extra-automobilísticas nos últimos anos. Quando o contrato com a Amazon for encerrado, Clarkson terá 58 anos, May terá 56 anos e Hammond 49.


Macacão usado por Senna no GP de Mônaco de 1987 está a venda

Ayrton Senna foi o primeiro piloto — e até hoje único — a vencer o GP de Mônaco por seis vezes. A primeira delas foi em 1987, seu primeiro ano com um motor turbo Honda, ainda na Lotus. Pois agora o macacão usado por Senna naquele GP, que também foi a primeira vitória de um carro com suspensão ativa, está a venda pela RM Sotheby’s.

O macacão será leiloado no dia 12 de maio, e traz todos os patches usados por Senna naquela prova de 31 de maio de 1987, com um bônus para os colecionadores: o patch do Banco Nacional está autografado pelo próprio Ayrton. A RM Sotheby’s não divulgou valor estimado, tampouco estipulou um preço de reserva, o que significa que a casa de leilões espera uma boa disputa de lances pela preciosidade. Se serve como referência, em 2014 um macacão usado por Senna em 1991, sem identificação de uso em prova ou treinos ou ações promocionais, e também sem autógrafo, foi vendido por 55.000 euros. Não espere que este de Mônaco autografado saia por menos que isso.


McLaren BP23 será mais rápido que o F1

Aparentemente o sucessor do F1 não será apenas um sucessor no sentido de ser um grand tourer de três lugares, mas também promete ser mais rápido do que o lendário esportivo dos anos 1990. A McLaren revelou novos detalhes do carro nesta última semana e, segundo a fabricante, ele será o McLaren de rua mais rápido da história, superando os 391 km/h atingidos pelo protótipo XP5 do F1 em março de 1998, nas mãos do piloto Andy Wallace.

A McLaren também reforçou que ele terá três lugares com o motorista no posto central, avançado, e que ele chegará no final deste ano. Os 106 exemplares previstos já foram todos vendidos, e nos próximos meses os compradores poderão vê-lo pela primeira vez. Resta ainda divulgar o powertrain do carro, que certamente será baseado no atual 4.0 V8 biturbo da marca, capaz de ir além dos 800 cv, combinado a um motor elétrico para se aproximar dos 1.000 cv e superar o desempenho do F1.

O nome também permanece misterioso, dado que BP23 é apenas um código interno, e a McLaren já revelou anteriormente que seus próximos carros da Ultimate Series teriam nomes de verdade em vez de códigos alfanuméricos.

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Re: Carros do presente e futuro: porque 12 Cgs e uma Evoque nem sempre é suficiente

Mensagem por warrior » 16 Mar 2018 09:48

https://www.flatout.com.br/mundial-de-e ... am-e-mais/

Mundial de Endurance de volta ao Brasil, Mercedes-AMG diz que Project One pode quebrar recorde de Nürburgring, a volta da Brabham e mais!

WEC voltará ao Brasil em 2019

O Zero a 300 de hoje começa com uma notícia bastante inesperada: o Mundial de Endurance (WEC) irá voltar ao Brasil em 2019. Depois das provas de 2012, 2013 e 2014, a categoria passou quatro anos afastada do País, mas está voltando na temporada de 2019. O local, a data e a duração da prova não foram confirmados, mas espera-se que ela seja realizada em Interlagos em dezembro de 2019.

O retorno, na verdade, já vinha sendo cogitado desde o final do ano passado, mas foi confirmado nesta semana com o agendamento do anúncio oficial para o próximo dia 22 de março. O que se sabe até agora, é que o evento não será mais promovido por Emerson Fittipaldi, e sim pela empresa N.Duduch, e que o embaixador da prova será Bruno Senna, atual campeão do WEC na categoria LMP2. Mais detalhes serão revelados na próxima semana, após a apresentação da prova.


Mercedes diz ser capaz de quebrar recorde da Porsche em Nürburgring

Depois de colocar um motor de Fórmula 1 em um carro de rua, a Mercedes-AMG volta a apostar alto e surpreender o público com suas afirmações ousadas: segundo Tobias Moers, o chefe da divisão esportiva, o novo hipercarro Project One é capaz de quebrar o recorde da Porsche em Nürburgring Nordschleife. Mas não o atual recorde do Porsche 911 GT2, de 6:47,3, e sim os insanos 6:11 de Stefan Bellof em 1983, com o Porsche 956.

Em entrevista ao site da Autocar, Tobias Moers disse que é “razoável especular” que o Project One esteja mirando no recorde geral de Nürburgring estabelecido por Bellof durante os 1000 Km de 1983. Foram 6:11,13 cravados durante os treinos de classificação, com o flat-6 biturbo trabalhando sob pressão máxima, e 6:25 com o carro em acerto de corrida. Além da potência, estimada em mais de 800 cv, o Porsche 956 ainda se beneficiava de efeito solo e outros aprimoramentos aerodinâmicos desenvolvidos na Fórmula 1 — além, é claro, do talento de Bellof. O piloto alemão, aliás, disse que a volta poderia ter sido ainda mais rápida pois cometeu dois erros e perdeu tempo atrás de um Porsche 911.

É claro que, como engenheiro, Moers tem ciência do que está falando e sua declaração deve ter sido baseada nas simulações computadorizadas feitas pela Mercedes-AMG com os dados do carro como, por exemplo, 675 kg de downforce, praticamente metade do peso do Project One, bem como os mais de 1.000 cv produzidos pelo V6 turbo e suas assistências elétricas. Não seria arriscado apostar na queda do recorde do Porsche 991 GT2, mas o recorde geral é outra história.

Primeiro porque estamos falando de um carro de corridas de 800 kg com efeito solo, suspensão de corrida e pneus slick. Só os pneus podem dar uma vantagem de 20 a 30 segundos, como bem observou Jim Glickenhaus na época do polêmico recorde do Lamborghini Huracán Performante. O Mercedes também é mais pesado, e ainda que tenha relação peso/potência próxima de 1:1, estamos falando de momento polar de inércia: carros mais leves mudam de direção mais rapidamente — ainda que a downforce esteja presente, ela não é massa e não está sujeita à inércia. Além disso, os recordes hoje são “disputados” em um traçado 200 metros mais curto, o que impossibilita a comparação de tempos — a menos que eles sejam substancialmente mais baixos.

Por último, é bom lembrar que ao volante do Porsche 956 estava um dos maiores pilotos da história do automobilismo, com um dos melhores carros de sua época, em condições quase ideais, tentando baixar o tempo de 6:16 estabelecido por seu colega Jochen Mass, com quem dividiu o carro naquela prova. Não que estejamos duvidando da capacidade dos pilotos de testes da Mercedes, mas seria como ter um dos pilotos de F1 da marca no cockpit do carro, algo que as seguradoras e a própria cúpula da Mercedes certamente jamais permitiria, dados os riscos envolvidos.

No fim, talvez a Mercedes-AMG tenha exagerado na afirmação. Ou talvez eles tenham criado um carro de outro mundo que irá trazer o desempenho esportivo para o “Level Hard” junto de rivais como o Aston Valkyrie e o McLaren Senna. O que vocês acham?


Toyota Etios finalmente ganha controles de tração e estabilidade

A Toyota anunciou nesta semana o lançamento da linha 2019 (sim, 2019) do Etios. O modelo continua com aquele design racional, sem muita inspiração — embora o atual para-choques dianteiro tenha o deixado mais interessante —, mas agora oferece, de série, controle de estabilidade, controle de tração e assistente de partida em rampa. Além disso, a versão Hulk Hogan Cross deixou de ser oferecida devido à baixa demanda.

Os preços também acabaram reajustados, e o Etios agora parte de R$ 48.400 na versão X manual, equipada com o motor 1.3 de 98 cv. Acima está o X automático, que custa R$ 53.440 e é atualmente o automático mais barato do mercado. A versão X Plus, posicionada logo acima, troca o motor 1.3 pelo 1.5 de 107 cv e cobra R$ 54.920 com o câmbio manual de seis marchas, ou R$ 59.960 com o automático de quatro marchas. No topo estão as versões XLS e Platinum, ambas com o mesmo conjunto mecânico — motor 1.5 de 107 cv e câmbio automático —, que saem por R$ 64.440 e R$ 67.690.

O modelo sedã é oferecido nas mesmas versões, porém sempre com o motor 1.5 de 107 cv. Os preços partem de R$ 53.240 na versão X manual e chegam aos R$ 71.150 na versão Platinum com o câmbio automático.

Todos os Etios vêm de série com ar-condicionado, direção com assistência elétrica, vidros elétricos nas quatro portas, chave por telecomando, controles de tração e estabilidade e sistema Isofix para afixação de assentos infantis.


Brabham voltará com um novo carro em maio

A lendária Brabham está preparando seu retorno ao mundo automobilístico com a Brabham Automotive. Os herdeiros de Sir Jack Brabham, que estão por trás da empreitada, estão sendo discretos nos detalhes, mas já divulgaram o nome do primeiro modelo e alguns segundos do ronco do motor.

Batizado BT62, ele continua a série de nomes iniciada por Jack Brabham e Ron Tauranac nos anos 1960 com o BT1, e que foi interrompida nos anos 1990 com o BT61 (que acabou nunca chegando às pistas). David Brabham, filho de Sir Jack, disse estar “emocionado por anunciar o nome Brabham BT62 como o primeiro projeto da Brabham Automotive”. Só não sabemos exatamente que tipo de carro o BT62 será — um monoposto de corrida, um carro de rua, um GT de pista, um carro leve de track day etc. A pergunta será respondida no próximo dia 2 de maio, quando o carro finalmente for revelado.


Rimac cria dispositivo “anti-Hammond”

Depois de perder um de seus Concept_One durante as filmagens de The Grand Tour, a Rimac decidiu brincar com o ocorrido, escondendo um “easter egg” em seu mais novo modelo, o C_Two, apresentado no Salão de Genebra.

Quem enfiou a cara perto da janela traseira notou que ali, onde normalmente haveria um motor caso ele fosse um supercarro a combustão, havia um extintor de incêndio preso por uma tira de couro. E na tira estava estampada a frase “em caso de subida de montanha, apague o fogo” — uma mensagem direta a Richard Hammond, que foi o responsável pelo acidente que resultou em sua internação em um hospital suíço e levou o carro a ser consumido pelas chamas.

É claro que Hammond comentou a “homenagem”: “Estou lisonjeado. Sempre quis ter uma influência real no design dos carros. Agora eu tenho.”

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