Perfeito, saudades da CBT, FNM...
Super Tucano: O melhor avião de ataque do mundo é brasileiro
Re: Super Tucano: O melhor avião de ataque do mundo é brasileiro
Painho nos enganou..
Re: Super Tucano: O melhor avião de ataque do mundo é brasileiro
Foi muita burrice do governo brasileiro não abraçar o projeto do Osório
ENGESA teve vários projetos excelentes
Fogo em naziliberal
Re: Super Tucano: O melhor avião de ataque do mundo é brasileiro
Não é teoria da conspiração não, os americanos boicotaram o projeto do Osório, que foi desenvolvido para participar da concorrência na Arábia Saudita, os americanos pressionaram de toda forma os sauditas para comprarem o Abrams e o governo brasileiro ficou com cara de paisagem vendo a fabricante do melhor tanque do mundo falir. Isso sem contar nos embargos à Líbia e ao Iraque também.SUICIDAL escreveu: ↑03 Mar 2018 23:27Cara,
Tem uma teoria da conspiração que nos anos 80 o Brasil estava entre os 10 maiores exportadores de armas do mundo, principalmente para o OM com mais de 100 pessoas no Iraque e desenvolvendo muita tecnologia, e os EUA começaram a boicotar e melar vários negócios nossos , inclusive o Osório que seria para exportação em sua totalidade e nunca para o mercado interno.
Inclusive o sistema Astros, hoje atualizado como Astros 2020, ainda existe no Iraque ( não sei após invasão).
Abraço.
Re: Super Tucano: O melhor avião de ataque do mundo é brasileiro
O avião de ataque A-29 Super Tucano, da Embraer Defesa e Segurança (EDS), será avaliado em julho pela Força Aérea dos Estados Unidos (USAF), para substituição do jato A-10 Javali na frota de ações contra alvos no solo. Os ensaios serão conduzidos no complexo de Holloman, no Novo México.
SAIBA MAIS
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A observação ainda não é um programa, todavia, especialistas militares americanos estimam que um futuro pacote, a ser definido nos próximos anos, possa abranger mais de 120 unidades, valendo acima de US$ 1,2 bilhão. O convite é importante para a Embraer. A demanda por aeronaves da classe do Super Tucano está em crescimento na Ásia, África, Oriente Médio e América Latina.
O convite do Pentágono é fator de prestígio, e eventualmente um bom argumento comercial, em um segmento avaliado em US$ 3,5 bilhões, envolvendo encomendas potenciais de 300 aeronaves. O principal produto militar da companhia já atua regularmente na aviação do Afeganistão, Angola, Brasil, Burkina-Fasso, Chile, Colômbia, Equador, Indonésia, EUA, Líbano, Mauritânia, Mali e Republica Dominicana.
O viés do estudo OA-X (Conceito de Observação e ataque na sigla em inglês) é definir os benefícios do uso de um modelo novo, de baix0 custo, e que não requeira desenvolvimentos para fornecer o apoio tático à tropa, em missões em ambiente de baixo risco - por exemplo, onde as defesas antiaéreas estiverem limitadas a metralhadoras ou mísseis disparados do ombro de um soldado.
O modelo examinado deverá ter, ainda, capacidade para receber acessórios que permitam realizar voos de coleta de informações de inteligência. A análise considera uma solução em dois vieses: a compra de uma aeronave para fazer esse trabalho mais leve, associada à modernização de uma parte da frota do A-10, providência capaz de estender a vida útil do pesado e caro Javali até ao menos 2035.
O ágil turboélice A-29 não está sozinho na OA-X. A USAF convidou também as empresas Beechcraft, com o AT-6 Wolverine - muito parecido com o Super Tucano -, e a Textron Airland, por meio do Scorpion, o único jato do grupo. A preocupação das autoridades americanas com o gasto operacional é grande. Uma hora de voo do A-10 não sai por menos de US$ 17 mil. O novo F-35 Lightning exige entre US$ 35 mil e US$ 42 mil. A despesa com o Super Tucano, pelo mesmo tempo de emprego, fica na faixa entre US$ 1 mil e US$ 1,5 mil. "O nosso produto é a solução ideal para a USAF porque é especialmente adequado para o tipo de missão pretendido", disse Jackson Schneider, presidente da EDS.
Com uma vasta lista de admiradores e volumosa ficha de sucesso em combate, o Javali, entrou em operação há 40 anos - ainda é eficiente, mas ficou velho. A rigor, o A-10 foi desenhado em torno do maior canhão embarcado de sua classe: o GAU-8 Vingador, um gigante de 300 kg, 6 metros de comprimento e 7 canos rotativos de 30 mm. A arma é um metro mais comprida que o Mercedes Benz S/500L, um dos maiores sedãs do catálogo da fabricante alemã.
Sucessão
A Comissão das Forças Armadas do Senado dos EUA quer que a desmobilização comece já em 2017 no âmbito de um corte proposto de despesas da aviação militar da ordem de US$ 4 bilhões. Não é tão simples. "O A-10 é muito bom no que faz", diz o ex-piloto Bock Martin, lembrando que nas duas guerras do Iraque, em 1991 e 2003, "foram cumpridos mais de 4 mil ataques com os Javalis - o índice de êxitos foi superior a 94%, um recorde - fica difícil tirar do ar um recurso eficiente assim".
O problema é que o A-10 não tem sucessor claro. A solução mais prática para o problema, de acordo com os consultores do Pentágono, é submeter a um amplo programa de modernização de 173 exemplares extraídos da atual frota pronta para uso, cerca de 290 unidades - 160 delas compondo esquadrões em permanente mobilização. Esse conjunto permaneceria engajado nas tarefas mais pesadas. As missões mais leves caberiam a uma outra aeronave, entre as avaliadas na OA-X. Leve vantagem para o A-29 Super Tucano, da EDS.
Considerado o melhor de sua classe em produção no mundo, com 200 aviões produzidos, e uso regular em 13 países contra insurgentes, no trabalho de apoio aproximado da tropa em terra, o A-29 leva a vantagem de já ter sido escolhido uma vez pelo Departamento de Defesa dos EUA e de já estar sendo fabricado em território americano.
Mais do que isso: o avião brasileiro é citado nos EUA em todos os principais estudos a respeito da troca do A-10 como opção para atender ao segundo viés do empreendimento: "ataque leve em território hostil de baixo risco". O Super Tucano foi selecionado pela Força Aérea dos EUA para ser comprado e repassado para a aviação do Afeganistão. O contrato, de US$ 428 milhões, cobre 20 aviões.
Parte desse lote, 8 aeronaves, permanecerá em território americano servindo ao treinamento de pilotos na base de Moodys. Os 12 restantes já foram entregues estão sendo empregados para atingir alvos do Taleban, da Al-Qaeda e do Estado Islâmico. Entre janeiro e março de 2016 - único balanço oficial divulgado - foram realizados 260 ataques. Em apenas um deles 42 líderes radicais teriam sido eliminados, de acordo com o comando afegão de operações aéreas.
A linha de produção americana fica em Jacksonville, na Flórida. É dessa facilidade industrial, mantida em associação com o grupo Sierra Nevada Company, que saem outras encomendas intermediadas em Washington, como os seis Super Tucanos comprados em novembro de 2015 pelo Líbano.
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AVIAÇÃO EMBRAER ESTADOS UNIDOS
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O convite do Pentágono é fator de prestígio, e eventualmente um bom argumento comercial, em um segmento avaliado em US$ 3,5 bilhões, envolvendo encomendas potenciais de 300 aeronaves. O principal produto militar da companhia já atua regularmente na aviação do Afeganistão, Angola, Brasil, Burkina-Fasso, Chile, Colômbia, Equador, Indonésia, EUA, Líbano, Mauritânia, Mali e Republica Dominicana.
O viés do estudo OA-X (Conceito de Observação e ataque na sigla em inglês) é definir os benefícios do uso de um modelo novo, de baix0 custo, e que não requeira desenvolvimentos para fornecer o apoio tático à tropa, em missões em ambiente de baixo risco - por exemplo, onde as defesas antiaéreas estiverem limitadas a metralhadoras ou mísseis disparados do ombro de um soldado.
O modelo examinado deverá ter, ainda, capacidade para receber acessórios que permitam realizar voos de coleta de informações de inteligência. A análise considera uma solução em dois vieses: a compra de uma aeronave para fazer esse trabalho mais leve, associada à modernização de uma parte da frota do A-10, providência capaz de estender a vida útil do pesado e caro Javali até ao menos 2035.
O ágil turboélice A-29 não está sozinho na OA-X. A USAF convidou também as empresas Beechcraft, com o AT-6 Wolverine - muito parecido com o Super Tucano -, e a Textron Airland, por meio do Scorpion, o único jato do grupo. A preocupação das autoridades americanas com o gasto operacional é grande. Uma hora de voo do A-10 não sai por menos de US$ 17 mil. O novo F-35 Lightning exige entre US$ 35 mil e US$ 42 mil. A despesa com o Super Tucano, pelo mesmo tempo de emprego, fica na faixa entre US$ 1 mil e US$ 1,5 mil. "O nosso produto é a solução ideal para a USAF porque é especialmente adequado para o tipo de missão pretendido", disse Jackson Schneider, presidente da EDS.
Com uma vasta lista de admiradores e volumosa ficha de sucesso em combate, o Javali, entrou em operação há 40 anos - ainda é eficiente, mas ficou velho. A rigor, o A-10 foi desenhado em torno do maior canhão embarcado de sua classe: o GAU-8 Vingador, um gigante de 300 kg, 6 metros de comprimento e 7 canos rotativos de 30 mm. A arma é um metro mais comprida que o Mercedes Benz S/500L, um dos maiores sedãs do catálogo da fabricante alemã.
Sucessão
A Comissão das Forças Armadas do Senado dos EUA quer que a desmobilização comece já em 2017 no âmbito de um corte proposto de despesas da aviação militar da ordem de US$ 4 bilhões. Não é tão simples. "O A-10 é muito bom no que faz", diz o ex-piloto Bock Martin, lembrando que nas duas guerras do Iraque, em 1991 e 2003, "foram cumpridos mais de 4 mil ataques com os Javalis - o índice de êxitos foi superior a 94%, um recorde - fica difícil tirar do ar um recurso eficiente assim".
O problema é que o A-10 não tem sucessor claro. A solução mais prática para o problema, de acordo com os consultores do Pentágono, é submeter a um amplo programa de modernização de 173 exemplares extraídos da atual frota pronta para uso, cerca de 290 unidades - 160 delas compondo esquadrões em permanente mobilização. Esse conjunto permaneceria engajado nas tarefas mais pesadas. As missões mais leves caberiam a uma outra aeronave, entre as avaliadas na OA-X. Leve vantagem para o A-29 Super Tucano, da EDS.
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Mais do que isso: o avião brasileiro é citado nos EUA em todos os principais estudos a respeito da troca do A-10 como opção para atender ao segundo viés do empreendimento: "ataque leve em território hostil de baixo risco". O Super Tucano foi selecionado pela Força Aérea dos EUA para ser comprado e repassado para a aviação do Afeganistão. O contrato, de US$ 428 milhões, cobre 20 aviões.
Parte desse lote, 8 aeronaves, permanecerá em território americano servindo ao treinamento de pilotos na base de Moodys. Os 12 restantes já foram entregues estão sendo empregados para atingir alvos do Taleban, da Al-Qaeda e do Estado Islâmico. Entre janeiro e março de 2016 - único balanço oficial divulgado - foram realizados 260 ataques. Em apenas um deles 42 líderes radicais teriam sido eliminados, de acordo com o comando afegão de operações aéreas.
A linha de produção americana fica em Jacksonville, na Flórida. É dessa facilidade industrial, mantida em associação com o grupo Sierra Nevada Company, que saem outras encomendas intermediadas em Washington, como os seis Super Tucanos comprados em novembro de 2015 pelo Líbano.
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AVIAÇÃO EMBRAER ESTADOS UNIDOS
- rafaelratão
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Re: Super Tucano: O melhor avião de ataque do mundo é brasileiro
O wolverine é muito parecido com o Tucano


Flamengo
- rafaelratão
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Re: Super Tucano: O melhor avião de ataque do mundo é brasileiro
Em todos os locais que eu lí, dizem que o Wolverine é praticamente o mesmo avião que o ST...
Especialistas dizem que o avião da Embraer é mais confiável (mas possui muitos componentes estadonidenses, o que poderia dificultar a venda do mesmo, já que para vende-lo precisam de "autorização")...
No mais infelizmente sempre a mesma coisa...
Osório baita tanque que venceu todos os concorrentes foi boicotado, ST idem (espero estar errado)....
E quando a Embraer faz um projeto próprio (vide os jatos comerciais e o KC 390), a Boeing já viu a real ameaça e tentou fazer a fusão...
Se a privatização da Embraer tivesse acontecido antes estaríamos muito melhor nessa área hoje em dia...
Poderiam tentar reativar a Engesa... Brasil baita país "digasse di passagi" e fica vendendo matérias primas pra geral... tem q meter o pau pra fora e fazer a porra toda!
Especialistas dizem que o avião da Embraer é mais confiável (mas possui muitos componentes estadonidenses, o que poderia dificultar a venda do mesmo, já que para vende-lo precisam de "autorização")...
No mais infelizmente sempre a mesma coisa...
Osório baita tanque que venceu todos os concorrentes foi boicotado, ST idem (espero estar errado)....
E quando a Embraer faz um projeto próprio (vide os jatos comerciais e o KC 390), a Boeing já viu a real ameaça e tentou fazer a fusão...
Se a privatização da Embraer tivesse acontecido antes estaríamos muito melhor nessa área hoje em dia...
Poderiam tentar reativar a Engesa... Brasil baita país "digasse di passagi" e fica vendendo matérias primas pra geral... tem q meter o pau pra fora e fazer a porra toda!
- RicardoBJJ
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Re: Super Tucano: O melhor avião de ataque do mundo é brasileiro
Pelo que me recordo, foi a Alemanha. Pois a parte eletrônica do Astros era fabricado lá...SUICIDAL escreveu: ↑03 Mar 2018 23:27Cara,
Tem uma teoria da conspiração que nos anos 80 o Brasil estava entre os 10 maiores exportadores de armas do mundo, principalmente para o OM com mais de 100 pessoas no Iraque e desenvolvendo muita tecnologia, e os EUA começaram a boicotar e melar vários negócios nossos , inclusive o Osório que seria para exportação em sua totalidade e nunca para o mercado interno.
Inclusive o sistema Astros, hoje atualizado como Astros 2020, ainda existe no Iraque ( não sei após invasão).
Abraço.
O que fez com q a Engesa não cumprisse alguns contratos e foi queimando no mercado.
PS: Brasil tem um monte de engenheiro bom (incluindo nos projetos militares da China)
Se a política no Brasil é vista como uma disputa de jogo de futebol, seria o PSL a Holanda dos anos 70?
- rafaelratão
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Re: Super Tucano: O melhor avião de ataque do mundo é brasileiro
Max é EXATAMENTE isso que estou tentando dizer, a "ameaça" a que me refiro é pelo mercado (talvez tenha soado estranho em razão de eu ter descrito os produtos...)SUICIDAL escreveu: ↑05 Mar 2018 11:27Bom dia.
Qual a ameaça que o KC 390 faz a Boing? Na verdade a compra da Embraer pela Boeing, é puramente de olho no mercado privado de aviões de médio porte (regionais), onde a EMBRAER lidera, foi puramente uma resposta a compra da BOMBARDIER pela AIRBUS.
ABraço.
AIRBUS é a concorrente direta da BOEING e a BOMBARDIER era concorrente direta da EMBRAER...
Re: Super Tucano: O melhor avião de ataque do mundo é brasileiro
Dizem que o acidente com o VLS, que além da perda material matou diversos engenheiros, tem o dedo dos EUA. O foguete, com algumas modificações, seria capaz de transportar ogivas nucleares.
https://super.abril.com.br/ciencia/sabo ... o-tio-sam/
https://super.abril.com.br/ciencia/sabo ... o-tio-sam/
Editado pela última vez por Diogo_Cwb em 05 Mar 2018 16:28, em um total de 1 vez.
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