Sou uma pré evolução humana (neanderthal)
Re: Sou uma pré evolução humana (neanderthal)
Eu não compactuo com estudos desse tipo, estudando mandarim na China os niggas eram destaques em 80% das turmas com o melhor desempenho. Só perdiam pra algum cambodjano (que por sinal são excepcionais).
Re: Sou uma pré evolução humana (neanderthal)
O homem surgiu na África e depois se espalhou para os outros continentes. Nesse percurso, ao passar pela Europa e pela Ásia acabou por ter contato com os Neandertais, miscigenando-se um pouco com eles. Dessa maneira, todas as populações do mundo possuem DNA de Neandertais, exceto as populações Africanas, que não tiveram contato com os mesmos.
Se lembrarmos da história do nazismo e das teorias eugenistas, essa informação chega a ser irônica: os africanos que sempre foram considerados inferiores pelos racistas e eugenistas são na verdade o mais próximo que existe de um homo sapiens puro, pois não se miscigenaram com os Neandertais, que eram efetivamente uma espécie distinta.
Se lembrarmos da história do nazismo e das teorias eugenistas, essa informação chega a ser irônica: os africanos que sempre foram considerados inferiores pelos racistas e eugenistas são na verdade o mais próximo que existe de um homo sapiens puro, pois não se miscigenaram com os Neandertais, que eram efetivamente uma espécie distinta.
Re: Sou uma pré evolução humana (neanderthal)
O que a maioria das pessoas tem dificuldade em entender no que tange aos resultados dos testes de QI é o viés de seleção.
Se forem testadas pessoas que estão numa universidade, numa escola preparatória ou num curso, os resultados tem muito pouco poder discriminativo para definir fatores que expliquem diferenças de QI, pelo simples fato de que essas diferenças vão ser muito pequenas ou inexistentes, já que a população em teste já foi submetida a uma seleção prévia.
Caso o teste seja, por exemplo, aplicado numa turma de universitários que foram submetidos à mesma prova de admissão, os resultados mostrarão poucas diferenças, pois todos ali já foram selecionados.
Para poderem chegar a conclusões úteis, os estudos precisam analisar testes que foram aplicados em populações não selecionadas. Por exemplo, comparando os resultados de todas as pessoas que moram num determinada área da cidade.
Os estudos que chegam a ser publicados em periódicos usualmente lançam mão de métodos para eliminar ou minimizar esses vieses de seleção.
Se forem testadas pessoas que estão numa universidade, numa escola preparatória ou num curso, os resultados tem muito pouco poder discriminativo para definir fatores que expliquem diferenças de QI, pelo simples fato de que essas diferenças vão ser muito pequenas ou inexistentes, já que a população em teste já foi submetida a uma seleção prévia.
Caso o teste seja, por exemplo, aplicado numa turma de universitários que foram submetidos à mesma prova de admissão, os resultados mostrarão poucas diferenças, pois todos ali já foram selecionados.
Para poderem chegar a conclusões úteis, os estudos precisam analisar testes que foram aplicados em populações não selecionadas. Por exemplo, comparando os resultados de todas as pessoas que moram num determinada área da cidade.
Os estudos que chegam a ser publicados em periódicos usualmente lançam mão de métodos para eliminar ou minimizar esses vieses de seleção.
Re: Sou uma pré evolução humana (neanderthal)
A colonização anda de mãos dadas com a cristianização.Philly Shell escreveu: ↑05 Jan 2018 23:49Filipinas foi colônia da Espanha e o Japão, apesar dos portugueses terem andado por lá, não foram colônia de ninguém. A diferença, em minha opinião, está justamente aí, e não no cristianismo. Aliás, os jesuítas que foram para essas regiões foram homens de bolas de aço, pois sofreram demais.
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Re: Sou uma pré evolução humana (neanderthal)
Há alguns anos atrás li o livro "A história da humanidade contada pelos vírus" de Stefan Cunha Ujvari
Segundo o autor, civilizações como as indígenas e africanas não se desenvolveram porque estavam isoladas geograficamente. No caso dos africanos, eles foram isolados pelo deserto do Saara e os indígenas da América e Austrália estavam isolados pelo oceano. A chave para o desenvolvimento das civilizações seria a troca de conhecimentos,o que ocorreu no norte da África, Europa e Ásia, povos que estavam "conectados" geograficamente.
Até as doenças foram "compartilhadas" entre essas populações. Isso explicaria a existência de algumas doenças somente na África e porque os indígenas morriam com simples gripes trazidas pelos europeus.
Segundo o autor, civilizações como as indígenas e africanas não se desenvolveram porque estavam isoladas geograficamente. No caso dos africanos, eles foram isolados pelo deserto do Saara e os indígenas da América e Austrália estavam isolados pelo oceano. A chave para o desenvolvimento das civilizações seria a troca de conhecimentos,o que ocorreu no norte da África, Europa e Ásia, povos que estavam "conectados" geograficamente.
Até as doenças foram "compartilhadas" entre essas populações. Isso explicaria a existência de algumas doenças somente na África e porque os indígenas morriam com simples gripes trazidas pelos europeus.

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Re: Sou uma pré evolução humana (neanderthal)
Ainda sobre essa questão de troca de informações e conhecimentos ser fundamental para o desenvolvimento das civilizações, reparem que os grandes impérios africanos que se localizavam no Saara trocavam conhecimento com os árabes e se desenvolveram muito graças a isso. Pesquisem sobre a riqueza cultural, científica e tecnológica do império de Mali.
O imperador pensava em enviar navios para colonizar a América bem antes dos europeus.
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Re: Sou uma pré evolução humana (neanderthal)
Um amigo biólogo sempre diZ que teste de QI foi idealizado não para achar o top e sim quem está fora da média para baixo e que na prática o uso era inadequado.
O mesmo que pegar o Messi e comparar com um professor de segundo grau e o resultado o Messi provavelmente estará abaixo.
Pessoas possuem inteligência diferentes.
O mesmo que pegar o Messi e comparar com um professor de segundo grau e o resultado o Messi provavelmente estará abaixo.
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Tapirus terrestris
Re: Sou uma pré evolução humana (neanderthal)
Um legitimo representante dessa raça é o nosso ws. Se antes eu tinha duvidas, pq apesar da aparencia ser horrenda, o manolo apresentava algum grau de inteligencia.... hj não, devido as pancadas ele ja pode ser considerado um primata.

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zuera, porem (infelizmente) c/ verdades.

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Re: Sou uma pré evolução humana (neanderthal)
Essa discussão sobre raças na espécie humana é completamente esquizofrênica. Uma palavra oriunda da criação de animais (raça) teve seu uso banido nos humanos, e não colocaram nada no lugar. Simplesmente não há palavra para designar um grupo populacional que se desenvolveu em isolamento geográfico, e que por isso tem características físicas distintas em relação aos outros grupos populacionais que também se desenvolveram em isolamento. A palavra substituta que mais se aproxima desse conceito é a palavra etnia, que não é um substituto adequado, pois não se refere apenas a características físicas, possuindo um sentido mais amplo.
Dessa maneira, é correto falar em raças distintas quando nos referimos a um Manga-Larga Paulista e a um Manga-Larga Marchador, ou a um Quarto-de-Milha em comparação a um Crioulo, mas é errado falar em raças quando nos referimos a um Norueguês loiro de cabelo encaracolado, pele branca, 1,90 metros de altura e 90 quilos, em comparação a um chinês de cabelo preto escorrido, pele amarela mais escura, medindo 1,60 metros de altura e pesando 60 quilos. É esquizofrenia ou não é?
Ficaria bastante grato se alguém puder me esclarecer qual é a razão biológica objetiva pela qual um Manga-Larga Paulista e um Manga-Larga Marchador, ou um Quarto-de-Milha e um Crioulo são raças distintas, enquanto um norueguês e um chinês (ou um Africano e um Norueguês) não são.
Dessa maneira, é correto falar em raças distintas quando nos referimos a um Manga-Larga Paulista e a um Manga-Larga Marchador, ou a um Quarto-de-Milha em comparação a um Crioulo, mas é errado falar em raças quando nos referimos a um Norueguês loiro de cabelo encaracolado, pele branca, 1,90 metros de altura e 90 quilos, em comparação a um chinês de cabelo preto escorrido, pele amarela mais escura, medindo 1,60 metros de altura e pesando 60 quilos. É esquizofrenia ou não é?
Ficaria bastante grato se alguém puder me esclarecer qual é a razão biológica objetiva pela qual um Manga-Larga Paulista e um Manga-Larga Marchador, ou um Quarto-de-Milha e um Crioulo são raças distintas, enquanto um norueguês e um chinês (ou um Africano e um Norueguês) não são.
ão
Os testes de QI estratificam a população num curva de normalidade (curva de Gauss), na qual temos uma cauda esquerda, que corresponde a frequência dos resultados de QI mais baixos, uma média, e uma cauda direita que contém a frequência dos resultados de QI mais altos. Ou seja, todos estão representados na curva, desde as pessoas com QI abaixo da média até aquelas com QI acima da média.JackmAtAll escreveu: ↑06 Jan 2018 12:36Um amigo biólogo sempre diZ que teste de QI foi idealizado não para achar o top e sim quem está fora da média para baixo e que na prática o uso era inadequado.
O mesmo que pegar o Messi e comparar com um professor de segundo grau e o resultado o Messi provavelmente estará abaixo.
Pessoas possuem inteligência diferentes.
O fato é que já foi demonstrado de maneira extensiva que pessoas com QI mais alto possuem, na média, melhores desfechos na vida. Têm melhor desempenho acadêmico, melhores empregos e maior produtividade no trabalho na média, em comparação com pessoas de QI mais baixo. Mesmo nos trabalhos digamos, menos mentais, com o de operários e trabalhadores braçais, as pessoas com QI mais alto possuem maior produtividade na média.
A rejeição que existe em relação ao conceito de QI ocorre pelo simples fato de que ele é influenciado principalmente pela herança genética, a qual possui um caráter essencialmente determinista. Pais com QI alto tendem a ter filhos com QI alto. Pais com QI baixo tendem a ter filhos com QI baixo. O ambiente influencia um pouco, mas não muda o quadro geral da distribuição na curva de normalidade. Se um dado grupo populacional passa a ser exposto a melhores condições de vida (alimentação melhor, escolas melhores, vizinhanças melhores), a média de QI irá aumentar, mas a distribuição normal permanecerá: existirão pessoas com QI mais baixo, pessoas na média e pessoas com QI mais altos. Isso é biologia, não tem como fugir disso.
- JackmAtAll
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Re: ão
Ele sempre mostrava um imagem sobre esse assunto ddepois procuro, mas acho que essa matéria talvez mostre um pouco sobre isso:Sieger escreveu: ↑06 Jan 2018 14:53Os testes de QI estratificam a população num curva de normalidade (curva de Gauss), na qual temos uma cauda esquerda, que corresponde a frequência dos resultados de QI mais baixos, uma média, e uma cauda direita que contém a frequência dos resultados de QI mais altos. Ou seja, todos estão representados na curva, desde as pessoas com QI abaixo da média até aquelas com QI acima da média.
O fato é que já foi demonstrado de maneira extensiva que pessoas com QI mais alto possuem, na média, melhores desfechos na vida. Têm melhor desempenho acadêmico, melhores empregos e maior produtividade no trabalho na média, em comparação com pessoas de QI mais baixo. Mesmo nos trabalhos digamos, menos mentais, com o de operários e trabalhadores braçais, as pessoas com QI mais alto possuem maior produtividade na média.
A rejeição que existe em relação ao conceito de QI ocorre pelo simples fato de que ele é influenciado principalmente pela herança genética, a qual possui um caráter essencialmente determinista. Pais com QI alto tendem a ter filhos com QI alto. Pais com QI baixo tendem a ter filhos com QI baixo. O ambiente influencia um pouco, mas não muda o quadro geral da distribuição na curva de normalidade. Se um dado grupo populacional passa a ser exposto a melhores condições de vida (alimentação melhor, escolas melhores, vizinhanças melhores), a média de QI irá aumentar, mas a distribuição normal permanecerá: existirão pessoas com QI mais baixo, pessoas na média e pessoas com QI mais altos. Isso é biologia, não tem como fugir disso.
https://veja.abril.com.br/ciencia/teste ... iz-estudo/
Não tenho certeza da precisão.
Tapirus terrestris
Re: Sou uma pré evolução humana (neanderthal)
Não li o tópico todo, mas não tem como não chamar a atenção o fato do continente africano nunca sair do buraco, obviamente, entre outros fatores, também deve ter relação com o QI, embora o politicamente correto vigente impeça que isso seja dito e estudado.
Re: Sou uma pré evolução humana (neanderthal)
Apesar do politicamente correto existem sim estudos sobre isso, embora não sejam conclusivos. É um assunto interessante mas que tem que ser tratado com muito cuidado, independente do politicamente correto, porque é prato cheio pra gente perturbada praticar racismo.Diogo_Cwb escreveu:Não li o tópico todo, mas não tem como não chamar a atenção o fato do continente africano nunca sair do buraco, obviamente, entre outros fatores, também deve ter relação com o QI, embora o politicamente correto vigente impeça que isso seja dito e estudado.
Existe um livro chamado The Bell Curve, sobre um estudo realizado nos Estados Unidos, e depois expandido pro resto do mundo, em que os autores concluem que a diferença de QI entre raças gera culturas diferentes e é o fator mais determinante na riqueza das nações.
É um debate interessante porque a média de QI das populações africana e europeia divergem em cerca de 15%, segundo a Wikipédia, em desfavor dos africanos e as diferenças de desenvolvimento entre esses povos é evidente.
A grande questão, que não permite uma correlação mais aprofundado entre uma coisa e outra é o fato de que não há ainda consenso sobre a correlação entre inteligência e cultura; se é o primeiro que influencia o segundo ou se o segundo é que aumenta ou diminui o primeiro, ou mesmo que a genética seja determinante.
Re: Sou uma pré evolução humana (neanderthal)
Na verdade a literatura sobre diferenças em QI entre as populações humanas é antiga, extensa e conclusiva. Não há controvérsias sobre isso. Essas diferenças existem tanto nos casos em que as populações são estudadas nos países de origem como quando são analisadas em países estrangeiros, nos quais são imigrantes. Quando são testadas crianças nascidas nos EUA, aquelas filhas de imigrantes asiáticos (japoneses, chineses, vietnamitas) possuem resultados de QI mais altos do que os brancos anglo-saxões, os hispânicos e os negros americanos.Shin escreveu: ↑06 Jan 2018 17:28Apesar do politicamente correto existem sim estudos sobre isso, embora não sejam conclusivos. É um assunto interessante mas que tem que ser tratado com muito cuidado, independente do politicamente correto, porque é prato cheio pra gente perturbada praticar racismo.
Existe um livro chamado The Bell Curve, sobre um estudo realizado nos Estados Unidos, e depois expandido pro resto do mundo, em que os autores concluem que a diferença de QI entre raças gera culturas diferentes e é o fator mais determinante na riqueza das nações.
É um debate interessante porque a média de QI das populações africana e europeia divergem em cerca de 15%, segundo a Wikipédia, em desfavor dos africanos e as diferenças de desenvolvimento entre esses povos é evidente.
A grande questão, que não permite uma correlação mais aprofundado entre uma coisa e outra é o fato de que não há ainda consenso sobre a correlação entre inteligência e cultura; se é o primeiro que influencia o segundo ou se o segundo é que aumenta ou diminui o primeiro, ou mesmo que a genética seja determinante.
Esses resultados existem e os cientistas da área trabalham dentro desse paradigma. Os estudo são projetados, executados e revisados pelos pares dentro desse paradigma. Mas ninguém fala nada fora do meio científico por medo de ser policiado, e as conclusões dos estudos sempre acabem trazendo alguma coisa do tipo "as diferenças existem, podem ser devidas a fatores genéticos mas não se pode afastar um contribuição do ambiente...."
Eu procuro não equalizar QI com inteligência, pois esta é um conceito muito mais amplo e complexo. Os dois estão relacionados com certeza, mas na minha opinião os resultados dos teste de QI devem vistos primordialmente não como uma medida de inteligência global, e sim como uma grandeza operacional com a capacidade de estimar o sucesso acadêmico, econômico e profissional de coortes populacionais. Nessa tarefa os testes de QI são muito efetivos. Talvez a melhor ferramenta individual já criada para isso. Um grupo de crianças com QI médio de 110 com certeza terá desfechos melhores na média que um grupo de crianças com QI médio de 85.
Como ferramenta única e do ponto de vista prático e operacional os testes de QI são imbatíveis na estimativa desses desfechos. São testes rápidos, baratos e de fácil aplicação.
Em relação à influência do QI sobre o desenvolvimento atual das nações eu prefiro nem falar nada. Essa sim é uma área cheia de controvérsias e dados conflitantes. Para quem quiser ler um livro bom sobre o desenvolvimento das populações humanas ao longo do tempo eu recomendo o livro do Jared Diamond, "Guns, Germs, and Steel: The Fates of Human Societies", o qual foi inclusive vencedor do prêmio Pulitzer.
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