A executiva do ano na China não tirou nenhum dia de férias em 26 anos
Re: A executiva do ano na China não tirou nenhum dia de férias em 26 anos
Eu entendo um pouco o lado dela (não que eu quisesse ter a vida dela, Deus me livre), mas ela próprio reconhece que, para se chegar a um objetivo difícil, deve se fazer um sacrifício enorme, muitas vezes consumindo o precioso tempo com a família.
Ela mesma declarou: "Para que o mundo seja um lugar melhor, um pequeno grupo de pessoas tem que fazer sacrifícios." Sempre foi assim com a humanidade, a formiga e a cigarra...
Segue abaixo, um texto de um ouvinte da rádio CBN como o comentário do Max Gehringer:
Viver ou juntar dinheiro?
"Recebi uma mensagem muito interessante de um ouvinte da CBN e peço licença para lê-la na íntegra porque ela nem precisa dos meus comentários. Lá vai:
Prezado Max,
Meu nome é Sérgio, tenho 61 anos e pertenço à uma geração azarada: Quando eu era jovem, as pessoas me diziam para escutar os mais velhos, que eram mais sábios. Agora me dizem que eu tenho que escutar os jovens, porque eles são mais inteligentes.
Na semana passada, eu li numa revista um artigo no qual jovens executivos davam receitas simples e práticas para qualquer um ficar rico. E eu aprendi muita coisa. Aprendi, por exemplo, que se eu tivesse simplesmente deixado de tomar um cafezinho por dia durante os últimos 40 anos, eu teria economizado R$30.000. Se eu tivesse deixado de comer uma pizza por mês, teria economizado R$12.000 e assim por diante.
Impressionado, peguei um papel e comecei a fazer contas, e descobri, para minha surpresa, que hoje eu poderia estar milionário. Bastava eu não ter tomado as caipirinhas que eu tomei, não ter feito muitas das viagens que fiz, não ter comprado algumas das roupas caras que eu comprei e, principalmente, não ter desperdiçado meu dinheiro em itens supérfluos e descartáveis.
Ao concluir os cálculos, percebi que hoje eu poderia ter quase R$500.000 na conta bancária. É claro que eu não tenho esse dinheiro.
Mas, se tivesse, sabe o que esse dinheiro me permitiria fazer? Viajar, comprar roupas caras, me esbaldar com itens supérfluos e descartáveis, comer todas as pizzas que eu quisesse e tomar cafezinhos à vontade.
Por isso, acho que me sinto feliz em ser pobre. Gastei meu dinheiro com prazer e por prazer e recomendo aos jovens e brilhantes executivos que façam a mesma coisa que eu fiz. Caso contrário, eles chegarão aos 61 anos com um monte de dinheiro, mas sem ter vivido a vida".
Fonte: Max Gehringer na Rádio CBN.
Comentários:
É preciso tomar um pouco de cuidado ao interpretar o texto acima para que a mensagem correta seja passada.
Existe sim uma lição importante que devemos tirar do relato do Sérgio: Deixar de viver o presente olhando apenas para o futuro não é saudável, pois a vida é curta demais para não aproveitarmos cada momento. Porém, isso não quer dizer que, para curtir a vida, você tenha que comprometer o seu futuro financeiro .
O que eu vejo é que muitas pessoas tem a síndrome do OU: Viver ou juntar dinheiro? Ser feliz ou ser rico? Ter sucesso na vida pessoal ou profissional?
Eu, pelo contrário, penso da seguinte forma: É possível viver e juntar dinheiro, ser feliz e ser rico, ter sucesso na vida pessoal e profissional.
Para isso, cabe a cada um refletir e achar o ponto de equilíbrio em que é possível conciliar as duas coisas.
Por exemplo, existem aqueles que, sem fazer grandes sacrifícios, conseguem poupar 60% do que ganham e estão plenamente felizes com isso, pois são pessoas com hábitos mais simples, alguns ainda moram com os pais e não tem grandes despesas, entre outros motivos.
Há outros que são felizes poupando muito menos, pois apreciam restaurantes mais caros, gostam de viajar todo ano ou porque já constituíram uma família e, por isso, há mais contas a pagar .
O perigo está em gastar tudo ou, pior, gastar mais do que se ganha com o argumento de que a vida é hoje e não amanhã. Esse mau hábito é o caminho certo para uma situação financeira muito difícil no futuro e pode ser que, aos 61 anos, você tenha que trabalhar tanto quanto anos anteriores somente para pagar as dívidas.
Por isso, é importante passar a seguinte mensagem: Não é preciso deixar de aproveitar a vida hoje para ter um futuro financeiro mais tranquilo, mas nem por isso devemos "deixar a vida nos levar" sem se preparar adequadamente para a melhor idade.
Faça uma reflexão e encontre o seu ponto de equilíbrio em que será possível viver e juntar dinheiro, ser feliz e ser rico, ter sucesso na vida pessoal e profissional.
Felicidade e dinheiro podem andar juntas sim!
Ela mesma declarou: "Para que o mundo seja um lugar melhor, um pequeno grupo de pessoas tem que fazer sacrifícios." Sempre foi assim com a humanidade, a formiga e a cigarra...
Segue abaixo, um texto de um ouvinte da rádio CBN como o comentário do Max Gehringer:
Viver ou juntar dinheiro?
"Recebi uma mensagem muito interessante de um ouvinte da CBN e peço licença para lê-la na íntegra porque ela nem precisa dos meus comentários. Lá vai:
Prezado Max,
Meu nome é Sérgio, tenho 61 anos e pertenço à uma geração azarada: Quando eu era jovem, as pessoas me diziam para escutar os mais velhos, que eram mais sábios. Agora me dizem que eu tenho que escutar os jovens, porque eles são mais inteligentes.
Na semana passada, eu li numa revista um artigo no qual jovens executivos davam receitas simples e práticas para qualquer um ficar rico. E eu aprendi muita coisa. Aprendi, por exemplo, que se eu tivesse simplesmente deixado de tomar um cafezinho por dia durante os últimos 40 anos, eu teria economizado R$30.000. Se eu tivesse deixado de comer uma pizza por mês, teria economizado R$12.000 e assim por diante.
Impressionado, peguei um papel e comecei a fazer contas, e descobri, para minha surpresa, que hoje eu poderia estar milionário. Bastava eu não ter tomado as caipirinhas que eu tomei, não ter feito muitas das viagens que fiz, não ter comprado algumas das roupas caras que eu comprei e, principalmente, não ter desperdiçado meu dinheiro em itens supérfluos e descartáveis.
Ao concluir os cálculos, percebi que hoje eu poderia ter quase R$500.000 na conta bancária. É claro que eu não tenho esse dinheiro.
Mas, se tivesse, sabe o que esse dinheiro me permitiria fazer? Viajar, comprar roupas caras, me esbaldar com itens supérfluos e descartáveis, comer todas as pizzas que eu quisesse e tomar cafezinhos à vontade.
Por isso, acho que me sinto feliz em ser pobre. Gastei meu dinheiro com prazer e por prazer e recomendo aos jovens e brilhantes executivos que façam a mesma coisa que eu fiz. Caso contrário, eles chegarão aos 61 anos com um monte de dinheiro, mas sem ter vivido a vida".
Fonte: Max Gehringer na Rádio CBN.
Comentários:
É preciso tomar um pouco de cuidado ao interpretar o texto acima para que a mensagem correta seja passada.
Existe sim uma lição importante que devemos tirar do relato do Sérgio: Deixar de viver o presente olhando apenas para o futuro não é saudável, pois a vida é curta demais para não aproveitarmos cada momento. Porém, isso não quer dizer que, para curtir a vida, você tenha que comprometer o seu futuro financeiro .
O que eu vejo é que muitas pessoas tem a síndrome do OU: Viver ou juntar dinheiro? Ser feliz ou ser rico? Ter sucesso na vida pessoal ou profissional?
Eu, pelo contrário, penso da seguinte forma: É possível viver e juntar dinheiro, ser feliz e ser rico, ter sucesso na vida pessoal e profissional.
Para isso, cabe a cada um refletir e achar o ponto de equilíbrio em que é possível conciliar as duas coisas.
Por exemplo, existem aqueles que, sem fazer grandes sacrifícios, conseguem poupar 60% do que ganham e estão plenamente felizes com isso, pois são pessoas com hábitos mais simples, alguns ainda moram com os pais e não tem grandes despesas, entre outros motivos.
Há outros que são felizes poupando muito menos, pois apreciam restaurantes mais caros, gostam de viajar todo ano ou porque já constituíram uma família e, por isso, há mais contas a pagar .
O perigo está em gastar tudo ou, pior, gastar mais do que se ganha com o argumento de que a vida é hoje e não amanhã. Esse mau hábito é o caminho certo para uma situação financeira muito difícil no futuro e pode ser que, aos 61 anos, você tenha que trabalhar tanto quanto anos anteriores somente para pagar as dívidas.
Por isso, é importante passar a seguinte mensagem: Não é preciso deixar de aproveitar a vida hoje para ter um futuro financeiro mais tranquilo, mas nem por isso devemos "deixar a vida nos levar" sem se preparar adequadamente para a melhor idade.
Faça uma reflexão e encontre o seu ponto de equilíbrio em que será possível viver e juntar dinheiro, ser feliz e ser rico, ter sucesso na vida pessoal e profissional.
Felicidade e dinheiro podem andar juntas sim!
Re: A executiva do ano na China não tirou nenhum dia de férias em 26 anos
Outro do Max:
Existem muitos gurus que sabem dar respostas criativas às grandes questões sobre o mercado de trabalho. Aqui vai um pequeno resumo de uma entrevista do famoso Randalph Brenan.
Pergunta: Ainda é possível ser feliz num mundo tão competitivo?
Resposta: Quanto mais conhecimento conseguimos acumular, mais entendemos que ainda falta muito para aprender. É por isso que sofremos. Trabalhar em excesso é como perseguir o vento. A felicidade só existe para quem consegue aproveitar agora os frutos do seu trabalho.
Pergunta: O profissional do futuro será um individualista?
Resposta: Pelo contrário. O azar será de quem ficar sozinho, porque se cair, não terá ninguém para ajudá-lo a levantar.
Pergunta: Que conselho o senhor daria aos jovens que estão entrando no mercado de trabalho?
Resposta: Que é melhor ser criticados pelos sábios do que ser elogiado pelos insensatos. Elogios vazios são como gravetos atirados numa fogueira.
Pergunta: E para os funcionários que tem chefes centralizadores e perversos?
Resposta: Muitas vezes os justos são tratados pela cartilha dos injustos, mas isso passa. Por mais poderoso que alguém pareça ser, essa pessoa ainda será incapaz de dominar a própria respiração.
Pergunta: O que é exatamente sucesso?
Resposta: É o sono gostoso. Se a fartura do rico não o deixa dormir, ele estará acumulando, ao mesmo tempo, a sua riqueza e a sua desgraça.
Belas e sábias respostas.
Eu só queria me desculpar pelo fato de que não existe nenhum Randalph Brenan. Eu o inventei. Todas as respostas, embora extremamente atuais, foram tiradas de um livro escrito há 2300 anos: o Eclesiastes, do Velho Testamento Bíblico. Mas, se eu digo isso logo no começo, muita gente, talvez, nem teria interesse em continuar ouvindo.
Existem muitos gurus que sabem dar respostas criativas às grandes questões sobre o mercado de trabalho. Aqui vai um pequeno resumo de uma entrevista do famoso Randalph Brenan.
Pergunta: Ainda é possível ser feliz num mundo tão competitivo?
Resposta: Quanto mais conhecimento conseguimos acumular, mais entendemos que ainda falta muito para aprender. É por isso que sofremos. Trabalhar em excesso é como perseguir o vento. A felicidade só existe para quem consegue aproveitar agora os frutos do seu trabalho.
Pergunta: O profissional do futuro será um individualista?
Resposta: Pelo contrário. O azar será de quem ficar sozinho, porque se cair, não terá ninguém para ajudá-lo a levantar.
Pergunta: Que conselho o senhor daria aos jovens que estão entrando no mercado de trabalho?
Resposta: Que é melhor ser criticados pelos sábios do que ser elogiado pelos insensatos. Elogios vazios são como gravetos atirados numa fogueira.
Pergunta: E para os funcionários que tem chefes centralizadores e perversos?
Resposta: Muitas vezes os justos são tratados pela cartilha dos injustos, mas isso passa. Por mais poderoso que alguém pareça ser, essa pessoa ainda será incapaz de dominar a própria respiração.
Pergunta: O que é exatamente sucesso?
Resposta: É o sono gostoso. Se a fartura do rico não o deixa dormir, ele estará acumulando, ao mesmo tempo, a sua riqueza e a sua desgraça.
Belas e sábias respostas.
Eu só queria me desculpar pelo fato de que não existe nenhum Randalph Brenan. Eu o inventei. Todas as respostas, embora extremamente atuais, foram tiradas de um livro escrito há 2300 anos: o Eclesiastes, do Velho Testamento Bíblico. Mas, se eu digo isso logo no começo, muita gente, talvez, nem teria interesse em continuar ouvindo.
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General Moscardo
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- Registrado em: 18 Out 2014 15:11
Re: A executiva do ano na China não tirou nenhum dia de férias em 26 anos
Esse é um problema das mulheres no trabalho. Elas não tem meio-termo. Podem perceber que pra maioria das mulheres o trabalho se torna a vida. Já vi isso em várias colegas da profissão.
- JackmAtAll
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Re: A executiva do ano na China não tirou nenhum dia de férias em 26 anos
Vindo do oriente não duvido nada, por aquelas bandas trampar 20h por dia e sem folga é algo normal socialmente.
E isso não é exceção é regra, tem muito cargo mediano lá que maluco literalmente trampa até cair morto.
E isso não é exceção é regra, tem muito cargo mediano lá que maluco literalmente trampa até cair morto.
Tapirus terrestris
Re: A executiva do ano na China não tirou nenhum dia de férias em 26 anos
Achar esse meio termo é complicado. Vejo umas mulheres no meu trabalho que pediram redução de carga horária com diminuição de salário na mesma proporção e estão amarradonas. A renda caiu, mas o fato de estarem mais tempo com o(s) filho(s) compensa. Já vi outras que cagam para o casamento e filhos só para conseguir ascensão profissional.
Re: A executiva do ano na China não tirou nenhum dia de férias em 26 anos
irmão do bob sponja?
Criador do tópico: Treinos a porta fechada!!!
- Patatá Atômico
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Re: A executiva do ano na China não tirou nenhum dia de férias em 26 anos
Então, realmente, não tem sacrifício nenhum, é uma opção dela, é que eu acho que a maioria aqui(incluso eu), jamais seguiria essa opção
Em alguns pensamentos, o brasileiro é mais inteligente(não estou falando culto), que o asiático, europeu ou americano, como por ser exemplo o "workaholicismo", o brasileiro tem uma lógica diferente(não tô falando da vagabundagem, que é patética), mas, digo em relação a ter essa consciência, que o dinheiro nós conquistamos para usar e não para ser bem-sucedido
Em alguns pensamentos, o brasileiro é mais inteligente(não estou falando culto), que o asiático, europeu ou americano, como por ser exemplo o "workaholicismo", o brasileiro tem uma lógica diferente(não tô falando da vagabundagem, que é patética), mas, digo em relação a ter essa consciência, que o dinheiro nós conquistamos para usar e não para ser bem-sucedido
- Patatá Atômico
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Re: A executiva do ano na China não tirou nenhum dia de férias em 26 anos
Você conseguiu transformar em palavras o que eu tentei "falar" no comentário acima, PARABÉNSacumas escreveu:Eu entendo um pouco o lado dela (não que eu quisesse ter a vida dela, Deus me livre), mas ela próprio reconhece que, para se chegar a um objetivo difícil, deve se fazer um sacrifício enorme, muitas vezes consumindo o precioso tempo com a família.
Ela mesma declarou: "Para que o mundo seja um lugar melhor, um pequeno grupo de pessoas tem que fazer sacrifícios." Sempre foi assim com a humanidade, a formiga e a cigarra...
Segue abaixo, um texto de um ouvinte da rádio CBN como o comentário do Max Gehringer:
Viver ou juntar dinheiro?
"Recebi uma mensagem muito interessante de um ouvinte da CBN e peço licença para lê-la na íntegra porque ela nem precisa dos meus comentários. Lá vai:
Prezado Max,
Meu nome é Sérgio, tenho 61 anos e pertenço à uma geração azarada: Quando eu era jovem, as pessoas me diziam para escutar os mais velhos, que eram mais sábios. Agora me dizem que eu tenho que escutar os jovens, porque eles são mais inteligentes.
Na semana passada, eu li numa revista um artigo no qual jovens executivos davam receitas simples e práticas para qualquer um ficar rico. E eu aprendi muita coisa. Aprendi, por exemplo, que se eu tivesse simplesmente deixado de tomar um cafezinho por dia durante os últimos 40 anos, eu teria economizado R$30.000. Se eu tivesse deixado de comer uma pizza por mês, teria economizado R$12.000 e assim por diante.
Impressionado, peguei um papel e comecei a fazer contas, e descobri, para minha surpresa, que hoje eu poderia estar milionário. Bastava eu não ter tomado as caipirinhas que eu tomei, não ter feito muitas das viagens que fiz, não ter comprado algumas das roupas caras que eu comprei e, principalmente, não ter desperdiçado meu dinheiro em itens supérfluos e descartáveis.
Ao concluir os cálculos, percebi que hoje eu poderia ter quase R$500.000 na conta bancária. É claro que eu não tenho esse dinheiro.
Mas, se tivesse, sabe o que esse dinheiro me permitiria fazer? Viajar, comprar roupas caras, me esbaldar com itens supérfluos e descartáveis, comer todas as pizzas que eu quisesse e tomar cafezinhos à vontade.
Por isso, acho que me sinto feliz em ser pobre. Gastei meu dinheiro com prazer e por prazer e recomendo aos jovens e brilhantes executivos que façam a mesma coisa que eu fiz. Caso contrário, eles chegarão aos 61 anos com um monte de dinheiro, mas sem ter vivido a vida".
Fonte: Max Gehringer na Rádio CBN.
Comentários:
É preciso tomar um pouco de cuidado ao interpretar o texto acima para que a mensagem correta seja passada.
Existe sim uma lição importante que devemos tirar do relato do Sérgio: Deixar de viver o presente olhando apenas para o futuro não é saudável, pois a vida é curta demais para não aproveitarmos cada momento. Porém, isso não quer dizer que, para curtir a vida, você tenha que comprometer o seu futuro financeiro .
O que eu vejo é que muitas pessoas tem a síndrome do OU: Viver ou juntar dinheiro? Ser feliz ou ser rico? Ter sucesso na vida pessoal ou profissional?
Eu, pelo contrário, penso da seguinte forma: É possível viver e juntar dinheiro, ser feliz e ser rico, ter sucesso na vida pessoal e profissional.
Para isso, cabe a cada um refletir e achar o ponto de equilíbrio em que é possível conciliar as duas coisas.
Por exemplo, existem aqueles que, sem fazer grandes sacrifícios, conseguem poupar 60% do que ganham e estão plenamente felizes com isso, pois são pessoas com hábitos mais simples, alguns ainda moram com os pais e não tem grandes despesas, entre outros motivos.
Há outros que são felizes poupando muito menos, pois apreciam restaurantes mais caros, gostam de viajar todo ano ou porque já constituíram uma família e, por isso, há mais contas a pagar .
O perigo está em gastar tudo ou, pior, gastar mais do que se ganha com o argumento de que a vida é hoje e não amanhã. Esse mau hábito é o caminho certo para uma situação financeira muito difícil no futuro e pode ser que, aos 61 anos, você tenha que trabalhar tanto quanto anos anteriores somente para pagar as dívidas.
Por isso, é importante passar a seguinte mensagem: Não é preciso deixar de aproveitar a vida hoje para ter um futuro financeiro mais tranquilo, mas nem por isso devemos "deixar a vida nos levar" sem se preparar adequadamente para a melhor idade.
Faça uma reflexão e encontre o seu ponto de equilíbrio em que será possível viver e juntar dinheiro, ser feliz e ser rico, ter sucesso na vida pessoal e profissional.
Felicidade e dinheiro podem andar juntas sim!
Re: A executiva do ano na China não tirou nenhum dia de férias em 26 anos
Voces falam de curtir a vida como se isso fosse a mesma coisa para tudo mundo.
O cara que e focado em trabalho desse jeito gosta do que faz, de ver os resultados, do agito do dia a dia, coisa que por exemplo eu detesto.
Esse tipo de pessoa vai de ferias porque e medico mandou ou porque a familia obriga. E o naipe do Ari Gold do Entourage.
O cara que e focado em trabalho desse jeito gosta do que faz, de ver os resultados, do agito do dia a dia, coisa que por exemplo eu detesto.
Esse tipo de pessoa vai de ferias porque e medico mandou ou porque a familia obriga. E o naipe do Ari Gold do Entourage.
Re: A executiva do ano na China não tirou nenhum dia de férias em 26 anos
Vou contar uma estória que ouvi uma vez:
De que adianta trabalhar muito e ganhar bem sem ter tempo para gastar?
De que adianta trabalhar muito e ganhar bem sem ter tempo para gastar?
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