Cara quando eu vejo os programas de carros no discovery channel, dependendo do carro, levam CINCO mãos só de verniz. Fora as mãos de tinta.brunodsr escreveu: Quando eu fui fazer a minha primeira revisão, o mecânico da América Ford falou: "Só sendo louco ou burro pra trocar o mexicano por esse nacional..." e começou a falar das diferenças.
Uma coisa básica é a pintura, que o mexicano tinha mais camadas de prime e verniz, o que dificultava o aparecimento de arranhões. Fora a estrutura reforçada e o motor, que também foram barateados.
Em resumo, pararam de importar um carro que já dava lucro pra fabricar um modelo inferior e ainda cobrar mais caro.
Aqui no BR nego economiza até em ponto de solda.
Ainda de acordo com o relato de Brooks, que cita ter ouvido engenheiros e médicos, entre outros especialistas, os culpados pelo que chamou de "tragédia nacional" são os carros produzidos em território brasileiro com "soldas mais fracas, itens de segurança escassos e materiais de qualidade inferior, quando comparados com modelos similares fabricados para os consumidores americanos e europeus".
http://economia.ig.com.br/empresas/indu ... etais.html" onclick="window.open(this.href);return false;“A eletricidade usada para fazer um carro é cerca de 20% o custo da estrutura”, afirma Marcilio Alves, professor de engenharia da Universidade de São Paulo e um dos poucos pesquisadores independentes sobre segurança automotiva.
“Se você economiza eletricidade, reduz os custos. Uma forma de economizar é ou reduzir o número de pontos de solda ou usar menos energia para cada um. Isto afeta a performance em uma batida”.
http://carros.uol.com.br/noticias/redac ... seguro.htm" onclick="window.open(this.href);return false;




