Velásquez explica motivo para deixar Werdum “no vácuo”: “É d
Enviado: 11 Jun 2015 14:53
Depois que Fabricio Werdum revelou ao Combate.com que tentou cumprimentar Cain Velásquez quando chegou ao México e que o campeão peso-pesado o deixou “no vácuo”, foi a vez do atleta da AKA dar a sua versão dos fatos. Em conversa com a imprensa, logo após se apresentar nos treinos abertos do UFC 188, na Cidade do México, Cain disse que não gostou da atitude de Werdum e classificou o brasileiro como “duas caras”:
- Eu não gosto de pessoas falsas, de gente que, no dia anterior está falando mal de você e que, no dia seguinte tenta ser legal com você, se fazer de amigo. Se você quer ser de um jeito, seja assim, não tente ter duas caras. Eu não respeito isso. Todo mundo sabe o que ele disse no dia anterior e está ok, mas fique com isso e seja essa pessoa, não tente ser meu amigo no dia seguinte, porque não vai funcionar. Eu sei o que eu sou, sim eu nasci nos EUA, meus pais são mexicanos, tenho muito orgulho de ter sangue de mexicano. Então para ele ter dito isso, não faz mal. Essa luta não é algo pessoal por causa disso. Eu sei o que tenho que fazer para vencer, sei minha estratégia e vou fazer isso. Não ligo pro resto - declarou.
Cain Velasquez, treino aberto, UFC 188 (Foto: Evelyn Rodrigues/ Globoesporte.com)
Velasquez: "Eu não gosto de pessoas falsas, de gente que, no dia anterior está falando mal de você e que, no dia
seguinte tenta ser legal com você, se fazer de amigo. Não tente ter duas caras. "(Foto: Evelyn Rodrigues)
O americano com ascendência mexicana afirmou, no entanto, que a provocação de Werdum não deu uma conotação pessoal ao combate:
- Não, o foco continua sendo vir aqui e vencer a luta. É isso, mas de novo, eu não vou apertar a mão dele no dia seguinte como se tudo estivesse ok e nós fôssemos amigos.
Os treinos abertos do UFC 188 aconteceram no Museu Interativo de Economia, no centro da Cidade do México. Werdum foi o primeiro a se apresentar, acompanhado de seu time e de seu técnico, Rafael Cordeiro. Ao pisar no tatame, ouviu algumas vaias, mas logo depois a torcida parecia dividida: uns apoiavam o brasileiro, outros respondiam com gritos de “Cain”.
O gaúcho bateu um pouco de manopla e mostrou chutes potentes. Sorridente, se desculpou com a torcida pela repercussão de uma frase na qual disse que Velásquez era um americano que pensava ser mexicano:
-Eu disse que ele era um americano que tem pais mexicanos e que representa muito bem o México. Na verdade estou muito bem e muito feliz, é a segunda vez que luto aqui no México e tenho certeza de que vocês estão apoiando o Cain. Está tudo bem, sei que vai ser 70% para ele e 30% da torcida para mim. Tenho muitos amigos aqui e os mexicanos sempre me trataram super bem. Eu aceito que vocês o apoiam e respeito isso, mas não venham pedir para tirar foto comigo depois (risos). É brincadeira! Porém, no sábado vou com tudo, certamente vai ser uma guerra, mas quero ser campeão e vou mostrar ao mundo que eu posso! - prometeu.
Fabrício Werdum, treino aberto, UFC 188 (Foto: Evelyn Rodrigues/ Globoesporte.com)
Fabrício Werdum:"Tenho muitos amigos aqui e os mexicanos sempre me trataram super bem. Eu aceito que
vocês o apoiam e respeito isso, mas não venham pedir para tirar foto comigo depois" (Foto: Evelyn Rodrigues)
A torcida, no entanto, aguardava pela sua estrela principal: Cain Velásquez. E o atleta da AKA demorou mais de duas horas para chegar. Isso porque protestos de professores fecharam as principais ruas de acesso ao local do treino aberto e os arredores estavam tomados por policiais da “tropa de choque” mexicana.
Mas foi só Cain pisar no museu para que a torcida esquecesse a espera e saudasse seu ídolo:
- Sabe quanto tempo esperamos por uma luta do Cain Velásquez no México? Há cinco anos, desde que ele derrotou Brock Lesnar, em 2010. Finalmente o veremos lutar! - dizia um fã mexicano que vestia a camiseta do time de Velásquez no TUF América Latina.
Velásquez fez um treino relâmpago, mas foi bastante saudado pela torcida. O lutador, que é mais conhecido pela fisionomia séria, também sorriu algumas vezes, antes de agradecer a torcida e pedir o apoio dos mexicanos mais uma vez.
O evento também contou com a participação de Efrain Escudero, Kelvin Gastellum, Gilbert Melendez e Henry Cejudo.
fonte: globo.com
- Eu não gosto de pessoas falsas, de gente que, no dia anterior está falando mal de você e que, no dia seguinte tenta ser legal com você, se fazer de amigo. Se você quer ser de um jeito, seja assim, não tente ter duas caras. Eu não respeito isso. Todo mundo sabe o que ele disse no dia anterior e está ok, mas fique com isso e seja essa pessoa, não tente ser meu amigo no dia seguinte, porque não vai funcionar. Eu sei o que eu sou, sim eu nasci nos EUA, meus pais são mexicanos, tenho muito orgulho de ter sangue de mexicano. Então para ele ter dito isso, não faz mal. Essa luta não é algo pessoal por causa disso. Eu sei o que tenho que fazer para vencer, sei minha estratégia e vou fazer isso. Não ligo pro resto - declarou.
Cain Velasquez, treino aberto, UFC 188 (Foto: Evelyn Rodrigues/ Globoesporte.com)
Velasquez: "Eu não gosto de pessoas falsas, de gente que, no dia anterior está falando mal de você e que, no dia
seguinte tenta ser legal com você, se fazer de amigo. Não tente ter duas caras. "(Foto: Evelyn Rodrigues)
O americano com ascendência mexicana afirmou, no entanto, que a provocação de Werdum não deu uma conotação pessoal ao combate:
- Não, o foco continua sendo vir aqui e vencer a luta. É isso, mas de novo, eu não vou apertar a mão dele no dia seguinte como se tudo estivesse ok e nós fôssemos amigos.
Os treinos abertos do UFC 188 aconteceram no Museu Interativo de Economia, no centro da Cidade do México. Werdum foi o primeiro a se apresentar, acompanhado de seu time e de seu técnico, Rafael Cordeiro. Ao pisar no tatame, ouviu algumas vaias, mas logo depois a torcida parecia dividida: uns apoiavam o brasileiro, outros respondiam com gritos de “Cain”.
O gaúcho bateu um pouco de manopla e mostrou chutes potentes. Sorridente, se desculpou com a torcida pela repercussão de uma frase na qual disse que Velásquez era um americano que pensava ser mexicano:
-Eu disse que ele era um americano que tem pais mexicanos e que representa muito bem o México. Na verdade estou muito bem e muito feliz, é a segunda vez que luto aqui no México e tenho certeza de que vocês estão apoiando o Cain. Está tudo bem, sei que vai ser 70% para ele e 30% da torcida para mim. Tenho muitos amigos aqui e os mexicanos sempre me trataram super bem. Eu aceito que vocês o apoiam e respeito isso, mas não venham pedir para tirar foto comigo depois (risos). É brincadeira! Porém, no sábado vou com tudo, certamente vai ser uma guerra, mas quero ser campeão e vou mostrar ao mundo que eu posso! - prometeu.
Fabrício Werdum, treino aberto, UFC 188 (Foto: Evelyn Rodrigues/ Globoesporte.com)
Fabrício Werdum:"Tenho muitos amigos aqui e os mexicanos sempre me trataram super bem. Eu aceito que
vocês o apoiam e respeito isso, mas não venham pedir para tirar foto comigo depois" (Foto: Evelyn Rodrigues)
A torcida, no entanto, aguardava pela sua estrela principal: Cain Velásquez. E o atleta da AKA demorou mais de duas horas para chegar. Isso porque protestos de professores fecharam as principais ruas de acesso ao local do treino aberto e os arredores estavam tomados por policiais da “tropa de choque” mexicana.
Mas foi só Cain pisar no museu para que a torcida esquecesse a espera e saudasse seu ídolo:
- Sabe quanto tempo esperamos por uma luta do Cain Velásquez no México? Há cinco anos, desde que ele derrotou Brock Lesnar, em 2010. Finalmente o veremos lutar! - dizia um fã mexicano que vestia a camiseta do time de Velásquez no TUF América Latina.
Velásquez fez um treino relâmpago, mas foi bastante saudado pela torcida. O lutador, que é mais conhecido pela fisionomia séria, também sorriu algumas vezes, antes de agradecer a torcida e pedir o apoio dos mexicanos mais uma vez.
O evento também contou com a participação de Efrain Escudero, Kelvin Gastellum, Gilbert Melendez e Henry Cejudo.
fonte: globo.com
